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Plataforma digital pode ser usada por cidadãos do mundo inteiro para opinar sobre os temas do Fórum Mundial da Água, que acontece no Brasil em 2018.

Pessoas do mundo inteiro já podem responder, na plataforma Sua Voz, perguntas sobre temas abordados na oitava edição do Fórum Mundial da Água. O evento, considerado o maior do mundo que trata sobre recursos hí­dricos, está previsto para ocorrer em Brasí­lia (DF), de 18 a 23 de março de 2018.

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A ferramenta permite que os colaboradores sejam avaliados, formando um ranking dos melhores proprietários de áreas, prestadores de serviços e patrocinadores.

Plantadores de Rios, um projeto do Ministério do Meio Ambiente, quer proteger e recuperar nascentes e áreas de preservação permanente (APP) de cursos d’água e assim contribuir com o enfrentamento a crise hí­drica que assola diversas regiões do Paí­s.

A ideia é envolver a sociedade em ações de recuperação de rios e nascentes.

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O uso e disponibilidade dos recursos hídricos em todo o mundo são temas que devem fazer parte de qualquer discussão. Coleta, tratamento e reuso de águas residuais, ou seja, da água descartada pela indústria, comércio, residências e agropecuária, também.

Apesar de impróprias para o consumo, as águas residuais são os recursos hídricos que podem ser utilizados para outros fins após tratamento. Segundo a ONU, os benefícios para a saúde humana e para o desenvolvimento e sustentabilidade ambiental são muito maiores que os custos da gestão dessas águas, fornecendo novas oportunidades de negócios.

Atualmente, ao redor do mundo, apenas 20% desses recursos passam por tratamento sanitário. Os outros 80% voltam à natureza levando a poluição do uso humano, segundo a ONU.

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Quase um ano e meio depois do rompimento das barragens da Samarco, análise da água ao longo da bacia do rio é considerada péssima.
Água do rio Doce ainda apresenta elevados índices de concentração de minérios. (Imagem: ABr).
Água do rio Doce ainda apresenta elevados índices de concentração de minérios. (Imagem: ABr).

Dezesseis meses se passaram desde que a lama da Samarco inundou o rio Doce e destruiu tudo a sua volta, de Minas Gerais ao Oceano Atlântico, e a qualidade da água é péssima, totalmente imprópria para consumo e está carregada de magnésio, cobre, alumínio e manganês, muito acima do permitido pela legislação.

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Encontro de especialistas de todo o Globo acontece em 2018. Os temas a serem discutidos no fórum serão definidos pelas contribuições dos cidadãos.

agua

As contribuições para os debates e organização da 8ª edição do Fórum Mundial da Água, previsto para acontecer em março de 2018, em Brasília, serão aceitas a partir de fevereiro.

Por meio da plataforma Sua Voz, Iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do evento, pessoas do mundo todo podem compartilhar ideias, experiências e soluções para o evento, cujo tema principal será “Compartilhando Água”.

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Divulgado em 2016, estudo da Fundação Ellen MacArthur mostra que 95% das embalagens plásticas produzidas no mundo não voltam para a cadeia produtiva.

plasticonomar

Mais de 150 milhões de toneladas de plásticos estão à deriva nos oceanos do mundo, alertou um estudo da Fundação Ellen MacArthur. De acordo com o estudo, em 2014, a proporção entre as toneladas desse material e as de peixe era de um para cinco. Caso não ocorram mudanças na maneira de descarte do lixo, em 2025, a proporção será de um para três. Até 2050, os mares do planeta poderão ter mais plástico do que peixes.

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Governo estudará ações sustentáveis de recuperação e geração de renda para essas cidades que abrigam barragens
Programa da Itaipu levou sustentabilidade e desenvolvimento aos municípios que margeiam o lago da usina. (Imagem: Itaipu).
Programa da Itaipu levou sustentabilidade e desenvolvimento aos municípios que margeiam o lago da usina. (Imagem: Itaipu).

O que a Itaipu Binacional vem fazendo há mais de 20 anos o governo federal resolveu fazer agora.

Por solicitação do Ministério do Meio Ambiente, os municípios brasileiros que possuem usinas hidroelétricas deverão realizar um levantamento das principais demandas do setor para entregar ao governo federal. De posse dessas informações, o MMA vai estudar ações sustentáveis de recuperação e geração de renda nessas cidades que abrigam barragens.

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Produzido pela Rede Abrolhos, o filme faz um alerta para a necessidade de se ampliar a área de proteção do santuário marinho.
Arquipélago de Abrolhos. (Imagem: ABr).
Arquipélago de Abrolhos. (Imagem: ABr).

A Rede Abrolhos apresentou essa semana, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o documentário “Banco dos Abrolhos: Maior complexo Coralíneo do Atlântico Sul”, um alerta para os impactos enfrentados pelo Parque Nacional Marinho de Abrolhos e áreas adjacentes, reforçando a proposta de ampliação da área protegida.

A apresentação, seguida de debates, foi aberta pelo presidente do Jardim Botânico, Sérgio Bersseman Vianna, que citou o arquipélago “como símbolo da vulnerabilidade dos corais diante das mudanças do clima”.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, lembrou que os recifes coralíneos são os ecossistemas mais ameaçados do Planeta e anunciou que apoia o prosseguimento dos estudos para a ampliação do Parque. “O aumento da poluição, da sobrepesca, da ocupação humana e da exploração petrolífera tem pressionado e ameaçado o bem estar do ambiente marinho. Por este motivo, as ações voltadas para o mar são prioridade no ministério”, assegurou Sarney Filho.

O biólogo Gilberto Menezes Amado Filho, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que coordenou os estudos sobre os impactos sofridos por Abrolhos abordados no documentário, disse que esta foi a primeira vez que os pesquisadores puderam medir o crescimento de recifes coralinos no Atlântico Sul. Estas informações, agora, vão servir de base para estudos sobre os efeitos das Mudanças Climáticas sobre a região.

Assista ao clipe do filme:

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A avaliação da situação da cobertura florestal da Mata Atlântica na bacia hidrográfica do Tietê mostra que restam nos municípios que a compõe apenas 7% de Mata Atlântica.
Rio Tietê. (Imagem: Wikipedia).
Rio Tietê. (Imagem: Wikipedia).

Estudo divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica, em setembro, mostra a relação direta entre maior cobertura vegetal e melhor qualidade de água ao longo da Bacia do Tietê.  O levantamento, apresentado durante o evento “Tietê Vivo: Seminário Internacional de Recuperação dos Rios Metropolitanos”, traz ainda os baixos índices de remanescentes de cobertura florestal nas bacias do Tietê: Alto Tietê (20,7%), Tietê/Sorocaba (9%), Piracicaba/Capivari/Jundiaí (6%), Tietê/Batalha (6%), Tietê/Jacaré (3%) e Baixo Tietê (3%).

A íntegra do relatório “25 Anos de Mobilização: O retrato da qualidade da água e a evolução dos indicadores de impacto do Projeto Tietê” está disponível no link: www.sosma.org.br/quem-somos/publicacoes/.

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O saneamento básico deficiente e o desmatamento das matas ciliares e das matas das nascentes e cabeceiras são os principais responsáveis pela poluição
Rio Jauru, no Pantanal: águas turvas pelo desmatamento e falta de saneamento.
Rio Jauru, no Pantanal: águas turvas pelo desmatamento e falta de saneamento.

Uma pesquisa realizada em 2015 pelo WWF-Brasil  e o Instituto Pantanal Amazônia de Conservação (IPAC) e o HSBC Brasil, revelou que os níveis de turbidez – quando a água perde a transparência – e de quantidade de sólidos dissolvidos nos rios Jauru, Sepotuba e alto-Paraguai (região das cabeceiras do Pantanal) vem aumentando. O saneamento básico deficiente e o desmatamento das matas ciliares e das matas das nascentes e cabeceiras são os principais responsáveis pela poluição desses três rios, responsáveis pelo fornecimento de 30% das águas que mantém o pulso de inundação – processo anual de cheia e seca – da planície pantaneira no Mato Grosso.