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Projetos socioambientais de universidades podem participar de programa na Floresta da Tijuca, morro do Corcovado, no Rio de Janeiro.

 

Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro. (Imagem: Agência Brasil).

Instituições de pesquisa universitária podem apresentar, até o próximo dia 23 de junho de 2017, propostas para a elaboração de um diagnóstico socioambiental de quatro comunidades vizinhas do Corcovado, no Parque Nacional da Tijuca, Rio de Janeiro.

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Gestão de organizações associativas, negócios sustentáveis, programas de crédito e políticas públicas são algumas das abordagens do edital.
(imagem: ICMBio)

Organizações sociais e atividades produtivas, ou econômicas sustentáveis, de comunidades beneficiárias das reservas extrativistas – Resex – federais nos estados do Maranhão, Piauí e Tocantins podem participar do edital do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade – ICMBio para o curso de capacitação em reservas extrativistas.

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As inscrições podem ser feitas até dia 1º de junho. Curso começa em setembro.

 

A Torre, na Estação Científica de Uatumã. (Imagem: Minc)

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa está com inscrições abertas para o processo de seleção do curso de Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia. Serão oferecidas 15 vagas, das quais cinco são destinadas a candidatos de outros países que compõem a Bacia Amazônica.

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Consulta pública no litoral do Paraná vai decidir pela mudança de categoria e ampliação do parque estadual.

 

Visando dar mais transparência e garantir a participação da população nas decisões de melhoria ambiental, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) e com apoio da Prefeitura de Paranaguá – promovem no próximo dia 23, uma Consulta Pública para ampliação e mudança da Categoria de uso da Florestal Estadual do Palmito.
(Foto: Divulgação IAP).

Criada em junho de 1998 com o objetivo de diminuir a exploração ilegal e predatória de palmito nativo, garantir a sustentabilidade local dessa espécie e proporcionar uma opção de lazer à população, a Floresta Estadual do Palmito, no litoral paranaense, pode se tornar uma área de proteção integral e ganhar mais 1.2oo hectares de área. Para que isso aconteça, o Instituto Ambiental do Paraná vai promover, no próximo dia 23 de maio, uma consulta pública junto à população, em Paranaguá.

Para embasar as informações e apresentações que serão feitas, o IAP publicou em seu site, os estudos técnicos referentes a fauna e flora local, os limites da ampliação, justificativas técnicas, entre outros.

Acesse http://www.iap.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1503

Visando dar sustentabilidade à atividade tradicional nos meses frios do ano, governo federal edita regras para a pesca.

É tempo de tainha. No litoral sul do Brasil pescadores artesanais estão de olho no mar à espera dos cardumes do peixe que vem dar à praia. Barcos na água é hora de trazer para a areia os fartos frutos de mais um dia de trabalho.

Nem sempre é assim. Pescadores do litoral catarinense reclamam que a pesca da tainha de uns anos para cá não vem rendendo tudo o que se esperava. Várias são as explicações. Do aquecimento do mar à pesca industrial; do lixo no oceano à reprodução da espécie.

Plano pretende a criação de um programa de monitoramento da linha de costa e avanços no zoneamento ecológico-econômico costeiro no Brasil
Muito do lixo encontrado na praia tem origem nas atitudes humanas nas cidades.

Apesar de há décadas fazer parte do dia a dia do cidadão que vive ou passa parte do ano no litoral, só agora as pessoas voltam os olhos para o lixo que se acumula nos mares e praias. O consumismo e o desperdício que se aliaram à falta de consciência têm causado estragos à vida no planeta, não só no mar, e obrigado governos e população a tomarem atitudes.

No Brasil se elaborou uma nova versão do Plano Federal de Gerenciamento Costeiro (PAF), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, que  vai incluir ações para combater o acúmulo de lixo na costa brasileira.

Os dados são do Centro de Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (Cecav), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, em São Paulo, concentração de cavernas e infraestrutura para quem quer conhecer o mundo subterrâneo. (Imagem: divulgação).

As cavernas catalogadas pelo Centro de Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (Cecav), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), passaram de 4,4 mil, em 2004, para 16,4 mil, em 2017.

Os estados com maior número são Minas Gerais (6,4 mil), Pará (2,6 mil), Bahia (1,3 mil) e Rio Grande do Norte (958).

Os dados são do Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas (Canie), lançado em 2004 por meio da Resolução nº 347 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Insumos para gestão

O Canie, administrado pelo Cecav, armazena e disponibiliza dados essenciais para a gestão do patrimônio espeleológico brasileiro com informações sobre área protegida, atividade antrópica (do homem), hidrologia, microbiologia, paleoclima, vestígios arqueológicos, paleontológicos e histórico-culturais.

“O objetivo é facilitar cada vez mais o acesso à informação, tornando a interface mais amigável, e aumentar o nível e a quantidade dos dados inseridos”, afirma o coordenador do Cecav, Jocy Brandão.

Das 16,4 mil cavernas catalogadas no Canie, 5,4 mil (33%) estão dentro de unidades de conservação (UCs) municipais, estaduais e federais. Dessas, 60% são UCs federais, geridas pelo ICMBio. “É uma das principais preocupações do Instituto que as cavernas estejam protegidas nas unidades de conservação e que as medidas de proteção sejam praticadas”, enfatiza Brandão.

Sobre esses desafios, Brandão ressalta a importância de formular e implantar planos de manejo espeleológicos. “Por meio desses planos, o gestor da unidade pode planejar as formas de uso das cavernas e definir as estruturas necessárias”, destaca.

Um dos destaques de gestão espeleológica é o Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu, em Minas Gerais, com grutas consideradas entre as mais bonitas e importantes do mundo. Outra unidade de conservação que protege significativo patrimônio espeleológico é o Parque Nacional do Ubajara, no Ceará.

Mais recentemente, o ICMBio criou os parques nacionais da Furna Feia, no Rio Grande do Norte, e da Serra da Gandarela, em Minas Gerais, para também reforçar a conservação do patrimônio espeleológico brasileiro.

(Fonte: ICMBio)

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A nova versão do Plano Federal de Gerenciamento Costeiro (PAF), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, vai incluir ações para combater o acúmulo de lixo na costa brasileira.
(Imagem: UFSM)

Será necessário um diagnóstico para avaliar o impacto das milhões de toneladas de resíduos sobre o meio ambiente marinho nos 8,5 mil quilômetros de litoral. Serão propostas ações para reduzir os danos ambientais.

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Quase um ano e meio depois do rompimento das barragens da Samarco, análise da água ao longo da bacia do rio é considerada péssima.
Água do rio Doce ainda apresenta elevados índices de concentração de minérios. (Imagem: ABr).
Água do rio Doce ainda apresenta elevados índices de concentração de minérios. (Imagem: ABr).

Dezesseis meses se passaram desde que a lama da Samarco inundou o rio Doce e destruiu tudo a sua volta, de Minas Gerais ao Oceano Atlântico, e a qualidade da água é péssima, totalmente imprópria para consumo e está carregada de magnésio, cobre, alumínio e manganês, muito acima do permitido pela legislação.