0 92
Ideia é envolver os moradores na produção de hortaliças e ocupar o espaço ocioso na cidade.

 

Mudar o comportamento do cidadão que vive na cidade, promover o respeito ao meio ambiente e ocupar os terrenos ociosos como área de terapia ocupacional para a terceira idade e promover a integração entre os moradores de uma mesma comunidade. Esses os objetivos do programa de Hortas Comunitárias e Compostagem criado pela Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

“É uma forma de promover inclusão social produtiva de cidadãos e grupos sociais, mediante apoio e iniciativas que visem à cooperação na produção agroecológica de alimentos de forma solidária e voluntária, para o autoconsumo”, explicou o criador da proposta, Alex Knak.

 

1 249
Em Votuporanga, São Paulo, moradores que querem contribuir com o meio ambiente na cidade mas não tem tempo, podem solicitar o plantio de árvores pelo telefone
Servidores da prefeitura fazem o plantio de mudas gratuitamente. Depois, é só o morador cuidar. (Imagem: Prefeitura de Votuporanga).

Em São Paulo, o município de Votuporanga, no noroeste do Estado, inovou no que diz respeito ao plantio de árvores na cidade. A Saev Ambiental, autarquia municipal, lançou no início de 2017 o Disque Árvore, um serviço gratuito que incentiva os moradores a plantarem árvores em frente às suas casas como forma de aumentar a arborização da cidade. A ideia deu certo. No primeiro mês, 82 mudas foram plantadas.

O serviço é oferecido gratuitamente e basta o cidadão ligar para a empresa, onde é gerada uma ordem de serviço, na qual constam as informações pessoais do interessado. Logo após, é feita uma análise por equipe especializada sobre a fiação elétrica existente no local. O morador escolhe entre opções de mudas oferecidas – são sete espécies de árvores nativas – e é feito o agendamento do plantio. Uma equipe da Saev Ambiental leva a muda até a residência, faz a abertura do quadro na calçada e planta a árvore. Depois, os cuidados são com os moradores.

Os moradores da cidade podem pedir árvores pelo 0800 770 1950 ou o telefone 3405-9191.

(Com informações da Prefeitura de Votuporanga).

0 233
Moradores de um bairro na cidade de Freiburg, na Alemanha, repensaram o lugar onde moram em busca de qualidade de vida.

 

Vauban, uma comunidade sustentável. (Imagem: divulgação)
Vauban, uma comunidade sustentável. (Imagem: divulgação)

Imagine uma cidade onde os carros praticamente não circulam, o lixo é reduzido, reutilizado e reciclado, a água é racionalmente utilizada, a energia é limpa e a convivência entre as pessoas é interativa e enriquecedora. Uma cidade onde a distância entre ricos e pobres praticamente não existe e onde a qualidade de vida é o primeiro item de uma pauta comum a todos. Utopia?

0 275
Arquitetura sustentável é aquela que atende as necessidades das pessoas, respeita o planeta e é viável economicamente.
Escola sustentável em Bangladesh. (Imagem: divulgação)
Escola sustentável em Bangladesh. (Imagem: divulgação)

Por Alessandra Barassi – O significado da palavra “sustentabilidade” ainda não está muito claro no inconsciente coletivo. Então, para não complicar muito, aí vai a explicação clássica: sustentabilidade = pessoas, planeta e viabilidade econômica! Ao falarmos de arquitetura sustentável, estamos falando daquela que atende as necessidades das pessoas, respeita o planeta e é viável economicamente.

0 265
No aniversário da Lei 11.445, estudo realizado pela ABES sobre situação do saneamento no país, com base na PNAD 2015, mostra avanços tímidos. “O Brasil precisa urgentemente colocar o saneamento como prioridade. Saneamento deve ser prioridade de Estado e não de governo”, afirma o presidente da ABES, Roberval Tavares de Souza.
Rio urbano, fonte de proliferação de agentes transmissores de doenças. (Imagem: MS)
Rio urbano, fonte de proliferação de agentes transmissores de doenças. (Imagem: MS)

A Lei 11.445, conhecida como a Lei do Saneamento Básico, completou 10 anos neste janeiro com pouco a comemorar: estudo realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES demonstra que houve melhora na situação do saneamento no país, porém, movida por avanços tímidos em algumas regiões. O instrumento estabelece as diretrizes nacionais e a política federal para o setor. Seu advento gerou grandes expectativas quanto à melhoria da prestação e gestão desses serviços e a tão desejada universalização. Dez anos depois, os indicadores monitorados anualmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios) apontam um grande contingente de pessoas ainda sem acesso aos serviços.

0 242
A exemplo de outras cidades, Curitiba pode aderir às multas para deixar a cidade mais limpa.

IMG_5524

O curitibano que jogar no lixo na rua poderá ser multado. O valor previsto em um projeto de lei na Câmara Municipal é de até R$ 980. O projeto, de autoria do vereador Felipe Braga Cortes (PSD), será reapresentado na Câmara neste ano. A proposta estava disponível para votação em plenário desde outubro de 2013. No entanto, como não foi votada até dezembro do ano passado, a iniciativa acabou sendo arquivada com o fim da legislatura em 2016.

Equilíbrio ambiental é responsável pela redução de mosquitos transmissores de doenças em São Paulo.

sapo

A natureza mostra o problema e dá a solução. É assim que funciona no meio ambiente.

O desequilíbrio que o desenvolvimento trouxe e o abismo econômico entre os mais ricos e os mais pobres contribuem com a proliferação de agentes transmissores de doenças, entre eles os mosquitos.

Dengue, chikungunha, febre amarela, entre outras, todas doenças transmitidas por mosquitos, tiram a tranquilidade e provocam medo. Afinal, a quantidade de mosquitos e focos das doenças, só faz aumentar. E aumentam por que o descaso com o meio ambiente é rotina: lixo jogado fora de qualquer jeito, saneamento inexistente, rios poluídos e predadores naturais eliminados.

Em São Paulo, a comunidade que vive nas vizinhanças da Praça da Nascente (Praça Romero Pompeia), na Pompeia, entendeu isso e se uniu para dar uma mãozinha ao equilíbrio ambiental.

0 276
Descoberta durante um levantamento da Secretaria do Meio Ambiente, a área conserva espécies que não eram encontradas na capital há mais de 50 anos.
A estação conserva espécies que remontam à época da colinização da cidade. (Imagem: Sema)
A estação conserva espécies que remontam à época da colinização da cidade. (Imagem: Sema)

270 mil metros quadrados de uma área vizinha ao zoológico de Curitiba, onde já foram identificadas em torno de 200 espécies vegetais específicas dos campos de altitude da capital paranaense – 170 delas inéditas, além de dezenas de espécies arbóreas, é a mais nova área de preservação do estado.

Batizada de Estação Ecológica Campos Naturais de Curitiba Tereza Urban, homenagem  à jornalista, escritora e ambientalista curitibana, a área é de grande valor científico, ecológico, histórico e cultural, já que remonta aos primórdios da região, num período muito anterior à ocupação humana. Segundo o biólogo, José Tadeu Motta, do Museu Botânico de Curitiba, foram encontradas espécies que não eram coletadas no Paraná desde a década de 60, como as Solanaceae e Polygalaceae, além de espécies em extinção como o Xaxim e as Araucárias.