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Entenda as diferenças entre gestão e planejamento urbano

gestaourbana

O processo de desenvolvimento sustentado precisa ser entendido como um caminho para a qualidade vida. Assim sendo, em se falando de cidades, passa necessariamente pelo planejamento e pela gestão do espaço urbano.

Mas afinal, o que é planejamento urbano e o que é gestão urbana?

Planejamento é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro. Trata-se de um processo cíclico e prático das determinações do plano, garantindo continuidade, realimentação de informações, propostas, resultados e soluções. O planejamento precisa ser dinâmico, multidisciplinar e interativo.

Gestão urbana por sua vez, é a administração ou governança, é a pratica e a ação do planejamento, na ciência administrativa, relaciona-se com o conjunto de recursos e a aplicação de atividades destinadas ao ato de gerir.

Deriva do latim gestio, gestionis, de gerere (dirigir, administrar), significando a administração ou gerência de algo.

 

Jogo gratuito destaca a importância de instrumentos de gestão de recursos hídricos, como a outorga de direito de uso e a cobrança pelo uso da água.
Reprodução do ambiente do Água em Jogo.
Reprodução do ambiente do Água em Jogo.

Imagine-se responsável pelas águas de um rio que abastece de água potável a uma cidade. Indústrias, plantações, comércio, novas moradias, população em constante crescimento…

Diante deste cenário, você deve fazer a gestão dos recursos hídricos. Seu objetivo é ofertar água em quantidade e qualidade para atender a todas essas necessidades, além de garantir água às futuras gerações.

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Cadê o Plano de Mobilidade Urbana? O seu município já tem?
Estacionamento para bicicletas em Amsterdam, cidade considerada exemplo em mobilidade. (Banco de imagens)
Estacionamento para bicicletas em Amsterdam, cidade considerada exemplo em mobilidade. (Banco de imagens)

O setor de transportes é o segundo maior emissor de gases de efeito estufa do Brasil. Grande parte dessas emissões (49%) decorre do uso diário e em larga escala do carro e de outros meios individuais motorizados. Esses gases causam o aumento da temperatura global, levando a eventos climáticos extremos e à intensificação dos desastres naturais.

Uma mobilidade baseada no uso de meios de deslocamento não motorizados e coletivos é essencial para reduzir a utilização diária do automóvel e, consequentemente, as emissões do setor.

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Tecnologia e recursos digitais ajudam a melhorar a qualidade de vida do cidadão

 

Visão estratégica para uma cidade inteligente (fonte: IBM)
Visão estratégica para uma cidade inteligente (fonte: IBM)

Também conhecidas como Smart Cities, as cidades inteligentes utilizam a tecnologia e recursos digitais para melhorar o desempenho, reduzir custos e consumo de recursos e se envolverem de forma mais eficaz e ativa com seus cidadãos a fim de melhorar qualidade de vida da população. Uma cidade inteligente deve ser capaz de responder mais rapidamente aos problemas e desafios globais e ter uma relação com os habitantes, onde todos possam ser agentes transformadores, causando uma verdadeira revolução social através da informação.

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Projeto da Universidade Livre do Meio Ambiente chega aos bairros de Curitiba para estimular professores, alunos e moradores a pensar no meio ambiente

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Para educar e mobilizar os cidadãos da capital paranaense sobre os temas ambientais, nasceu, na Universidade Livre do Meio Ambiente o projeto Meu BioBairro.

Partindo do princípio de que é preciso conhecer para mudar a realidade, o projeto remete o cidadão à reflexão das condições ambientais do bairro onde mora, estimulando a participação da comunidade no desenvolvimento de redes sociais de mobilização ambiental.

O projeto é voltado para alunos, professores, agentes de saúde e membros da comunidade em geral.

O BioBairro remete à uma atitude ambiental urbana sustentável e integrada nas áreas de resíduos sólidos, arborização e áreas verdes, conservação da água, adaptação climática e mobilidade urbana.

O suporte da Unilivre vem através de atividades de educação ambiental, redes de comunicação e mobilização junto à escolas, associações e outras comunidades, buscando o engajamento de professores professores e alunos, lideranças comunitárias e outras pessoas, sempre na tentativa de torná-los agentes de sustentabilidade ambiental urbana local.

Mais informações http://unilivre.org.br/index.php/projetos/acesso-a-projetos/96-projeto-meu-biobairro

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Projeto desenvolvido pelo Núcleo Senai de Sustentabilidade utiliza soluções ecologicamente corretas na construção civil

A sede do Núcleo Senai de Sustentabilidade, referência na construção civil.
A sede do Núcleo Senai de Sustentabilidade, referência na construção civil.

Placas fotovoltaicas, cisternas d’água e até automação luminotécnica. Cada vez mais estes elementos estão inseridos na construção civil como forma de tornar uma edificação autosustentável e ecologicamente correta. E tudo isso começa na escola.

Em Curitiba, uma parceria entre o Senai e as empresas Tecverde e Arqbox que resultou no Núcleo Senai de Sustentabilidade, projetou e levantou um edifício laboratório onde a tecnologia, a pesquisa e aplicação de conceitos ambientais o transformam em referência.

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Escola municipal em Toledo, no Paraná, pratica educação ambiental para alem dos muros da instituição

 

escolaanitaO projeto “Eu cuido, tu cuidas e nos vivemos”, uma iniciativa da Escola Municipal Anita Garibaldi, na cidade de Toledo, no Paraná, foi criado para ser desenvolvido fora dos muros da escola, mas com o envolvimento da comunidade escolar.

Segundo o corpo docente da Anita Garibaldi, a educação ambiental está diretamente ligada à  forma de vida do cidadão como um todo: desde o que comemos, como moramos, o que vestimos até o que consumimos. “De alguma forma, precisamos agir para evitar os desastres ambientais. O meio ambiente está nos pedindo ajuda”, diz uma matéria distribuída pela direção da escola. “Diariamente nos perguntamos o que fazer para ajudar e incorporar a conscientização e o saber científico em nosso aluno para a questão ambiental”, completa a nota.

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Parecemos estar num tempo em que argumentos não têm papel pedagógico

Por Cristovam Buarque – Chama-se “pedagogia da catástrofe” o conjunto de lições tiradas de tragédias geralmente anunciadas e desprezadas. A população de São Paulo está passando por um aprendizado desse tipo. Depois de anos desperdiçando água e sujando rios, investindo em asfalto e estádios, em vez de reservatórios, sem incluir nas escolas o respeito à água e demais preocupações ambientais, a população começou a conservar água.