Agrotóxicos matam abelhas nos EUA e na Europa

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Estudos desenvolvidos por cientistas na América do Norte e na Europa mostram que abelhas expostas ao agrotóxico neonicotinóides tem população reduzida.

As abelhas estão desaparecendo na América do Norte e na Europa em função do uso de agrotóxicos neonicotinóides, alertam estudos publicado na revista Science.

Uma das pesquisas conseguiu resultados em grande escala e reuniu dados de experimentos feitos no Reino Unido, na Alemanha e na Hungria. Os cientistas expuseram três espécies de abelha aos agrotóxicos.

Na Hungria, o número de colônias do inseto caiu 24% na primavera seguinte. No Reino Unido, a sobrevivência das abelhas foi muito baixa. Curiosamente, o agrotóxico não apresentou efeitos nocivos na Alemanha — no entanto, um menor sucesso reprodutivo, avaliado pelo número de rainhas e na produção de ovos, foi associado a níveis altos de neonicotinóides nos ninhos das abelhas (Bombus terrestris e Osmia Bicornis) nos três países.

O segundo artigo publicado pela revista “Science” trabalhou na área de cultivo de milho no Canadá. Eles isolaram os impactos dos neonicotinóides de outras práticas agrícolas de alta intensidade.

Com o estudo, se descobriu que as abelhas expostas ao agrotóxico tinham uma menor expectativa de vida e suas colônias eram mais propensas a perder as rainhas. Eles também observaram que os neonicotinóides podem ser ainda mais potentes quando misturados a um inseticida comum.

(Com informações do G1)

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