A riqueza natural das águas costeiras faz com que sejam especialmente cobiçadas pela pesca, considerada uma das principais ameaças aos arquipélagos de Trindade e Martim Vaz e São Pedro e São Paulo
Onde ficam os arquipélagos transformados em reservas marinhas. (Imagem: MMA).

As ilhas brasileiras mais afastadas do continente – os arquipélagos Trindade e Martim Vaz (ES) e São Pedro e São Paulo (PE) – entraram para a lista das reservas marinhas protegidas no Brasil em março de 2018, fazendo com que o índice das águas marinhas protegidas no país saltasse de 1,5% para 25%.

No entanto, a configuração das novas reservas que somam 92 milhões de hectares, o equivalente aos Estados de Minas Gerais e Goiás juntos, jogou um balde de água nas pretensões de pesquisadores e ambientalistas. Segundo eles, as mudanças nos planos originais comprometeram a proteção de vários trechos cruciais para o equilíbrio ecológico das regiões.

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Abastecida por energia solar captada por placas fotovoltaicas instaladas no teto, a primeira parada de ônibus sustentável de Porto Alegre já está funcionando. A energia captada do sol, além de iluminar o próprio ponto de ônibus, vai abastecer a sinaleira da avenida Goethe e também uma tela de LED com informações de serviços e utilidade pública, além de tomadas para equipamentos com entrada USB.

O projeto da Parada Verde será acompanhado e analisado até março do ano que vem. Em se tornando realmente sustentável, a ideia é multiplicar as paradas verdes pela cidade. Para isso, é preciso que a autossuficiência se comprove na prática e, claro, que a estrutura mantenha-se conservada, longe da ação dos vândalos.

Em Morretes, no litoral do Paraná, uma propriedade particular foi transformada em parque ecológico, onde é possível conhecer, aprender e conviver com a natureza.
Localizado ao pé da Serra do Mar paranaense, o Ekôa é um ótimo lugar para entender a relação do homem com a natureza. (Imagem: divulgação).

Localizado na Estrada da Graciosa, o Parque Ecológico Ekôa foi inaugurado no dia 3 de março de 2018 e conta com uma área de 238 hectares, sendo que 95% do território faz parte da floresta primária da Mata Atlântica.

O objetivo é encantar, promover e propagar o amor pela natureza. O parque foi idealizado há quatro anos pela publicitária, Tatiana Perim. A área que é privada e tem licenciamento ambiental junto as autoridades, como o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), trabalha conteúdos de biologia, ecossistemas e interações ecológicas de formas diferentes. O investimento feito foi de R$ 5 milhões.

Estudo realizado pela Universidade das Nações Unidas em conjunto com a União Internacional das Telecomunicações, somente em 2017 foram gerados 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico e a previsão é de que até 2021 esse número deve crescer 17%.

Um problemão para empresas, governos e sociedade.

Mas, quais danos esse tipo de lixo causa ao meio ambiente?

De maneira geral, os principais danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente podem ser divididos em três grandes grupos:

– Redução do tempo de vida útil dos aterros sanitários: equipamentos eletrônicos como computadores e celulares têm em sua composição grandes quantidades de materiais que demoram muito tempo para se decompor naturalmente, como o vidro e o plástico. Quando descartados em aterros sanitários, esses materiais aumentam o volume do lixo no local e reduzem seu tempo de vida útil, causando ainda mais impacto ambiental.

“Nossa parceria visa o fortalecimento da educação ambiental não só em Guaxupé, mas em todo o país. A educação transforma. A educação traz qualidade de vida”.

A declaração é de Arley Gonçalves, coprodutor do programa Comunitária News, que vai ao ar todos os sábados pela 87 FM, Rádio Comunitária de Guaxupé, em Minas Gerais. O Instituto Nacional de Educação Ambiental – Ineam produz o boletim “Guaxupé Sustentável”, na voz do jornalista e ambientalista Marcos Scotti.

Arley esteve em Curitiba essa semana e fez uma visita à sede do Ineam que funciona junto à CTR Informática, empresa parceira da educação ambiental em Curitiba. Em breve a Rádio Comunitária estará sorteando entre seus ouvintes  camisetas do Instituto como forma de incentivar a proliferação da consciência ambiental naquela cidade mineira.

O programa Comunitária News  do último final de semana podew ser acessado no link http://www.87fm.com.br/feliz-dia-do-jornalismo/.

Até 2050, segundo projeções da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), menos de 10% da superfície terrestre estará livre dos impactos causados pelas atividades humanas.
Rio Doce. (Imagem: ABr)

“Apenas algumas regiões nos polos, desertos e as partes mais inacessíveis das florestas tropicais permanecem intactas”, afirmou o sul-africano Robert Scholes, um dos coordenadores do relatório temático sobre Degradação e Restauração de Terras Degradadas divulgado pela IPBES na última semana de março, em Medellín, na Colômbia.

Três quartos dos recifes de corais do mundo estão sob risco. Foto: pixabay/marcelokato (CC)

O braço da ONU para o meio ambiente identificou algumas ameaças que precisam da atenção dos governos do mundo e dos cidadãos preocupados com o equilíbrio ambiental. Entre elas, estão os danos provocados nos recifes de corais, a poluição por plástico dos mares e oceanos e a extinção dos grandes felinos. Confira :

  1. Recifes de coral

Com três quartos dos recifes de corais do mundo já sob risco — devido a ameaças que vão desde espécies invasivas à acidificação do oceano e poluição por protetores solares — a hora da ação é agora. A Iniciativa Internacional para os Recifes de Coral escolheu 2018 como o Ano Internacional dos Recifes de Coral. As ações já começaram em Fiji, com o anúncio governamental de importantes locais de preservação. A ONU Meio Ambiente já começou uma análise detalhada da situação dos recifes de coral no Pacífico. Aguarde mais notícias e ações sobre o tema durante o ano.

  1. Poluição por plástico

Com base no impulso gerado pela Assembleia Ambiental da ONU do ano passado, um grande foco será dado este ano no sentido de combater a poluição por plástico — eliminando as sacolas descartáveis, banindo os microbeads (micropartículas de plásticos) nos cosméticos e promovendo o uso de alternativas sustentáveis. A expectativa é de que haja mais notícias e importantes anúncios sobre este tema, incluindo de companhias multinacionais, em 2018.

  1. Meio ambiente e migração

Em dezembro, a comunidade internacional irá se reunir nos Marrocos para tentar fechar um novo pacto para migrantes e refugiados. As mudanças climáticas e a degradação ambiental já foram oficialmente reconhecidas como impulsionadores da migração — um fato que, corroborado pelos desastres relacionados ao clima, continuam a gerar manchetes na imprensa.

  1. Cidades e mudanças climáticas

Um importante tema de 2018 será como as cidades do mundo podem liderar a redução da emissão de gases do efeito estufa e desenvolver formas inovadoras de se adaptar às mudanças climáticas. Momentos importantes nessa frente será a Conferência de Cidades Resilientes que ocorre em abril em Bonn, na Alemanha, e a Cúpula de Ação Global para o Clima, que será realizada em setembro em São Francisco, nos Estados Unidos.

  1. Grandes felinos

No último século, o mundo perdeu 95% de sua população de tigres. Em apenas 20 anos, a população de leões na África caiu mais de 40%. Leopardos da neve, onças e espécies similares também estão em perigo devido à perda de seus habitats, à caça e outros tipos de ameaças. Em 2018, a expectativa é de que haja novas iniciativas para proteger os grandes felinos do mundo.

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Guaxupé Sustentável é o boletim com informações ambientais para a qualidade de vida que o jornalista Marcos Scotti e o Ineam estão produzindo para a Rádio Comunitária de Guaxupé (MG) – 87 FM.

A parceria entre o Ineam e o programa Comunitária News acontece todos os sábados, a partir das 10 horas. O boletim leva à comunidade informações, dicas sobre alimentação saudável e qualidade de vida e conscientiza sobre a necessidade da educação ambiental como caminho para o equilíbrio e a qualidade de vida.

O programa da 87FM pode ser acessado pelo endereço  http://www.87fm.com.br/nea-nucleo-de-educacao-ambiental/ ou na página da rádio no facebook.

O texto foi construído com a participação de especialistas e diversas ONGs

Parque Nacional de Fernando de Noronha. (Imagem: divulgação).A Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar), conhecida como Lei do Mar. A aprovação dessa proposta é considerada uma vitória pelas organizações ambientalistas, principalmente pelo momento político atual em que diversas pautas de retrocessos socioambientais estão em curso no Congresso.

Estudo do fórum internacional de transportes mostra que compartilhar o transporte melhora o trânsito nas cidades e reduziria a emissão de gases em mais de 60%.

 

O trânsito nas grandes cidades poderia ser reduzido em pelo menos 50% se as pessoas compartilhassem caronas ou se utilizassem de um serviço de mobilidade compartilhada. Quem diz isso é um estudo da International Transport Forum (ITF) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Os ganhos ambientais seriam maiores: uma redução de 62% na emissão de CO2.