Documentário mostra fragilidade de Abrolhos

Produzido pela Rede Abrolhos, o filme faz um alerta para a necessidade de se ampliar a área de proteção do santuário marinho.
Arquipélago de Abrolhos. (Imagem: ABr).
Arquipélago de Abrolhos. (Imagem: ABr).

A Rede Abrolhos apresentou essa semana, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o documentário “Banco dos Abrolhos: Maior complexo Coralíneo do Atlântico Sul”, um alerta para os impactos enfrentados pelo Parque Nacional Marinho de Abrolhos e áreas adjacentes, reforçando a proposta de ampliação da área protegida.

A apresentação, seguida de debates, foi aberta pelo presidente do Jardim Botânico, Sérgio Bersseman Vianna, que citou o arquipélago “como símbolo da vulnerabilidade dos corais diante das mudanças do clima”.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, lembrou que os recifes coralíneos são os ecossistemas mais ameaçados do Planeta e anunciou que apoia o prosseguimento dos estudos para a ampliação do Parque. “O aumento da poluição, da sobrepesca, da ocupação humana e da exploração petrolífera tem pressionado e ameaçado o bem estar do ambiente marinho. Por este motivo, as ações voltadas para o mar são prioridade no ministério”, assegurou Sarney Filho.

O biólogo Gilberto Menezes Amado Filho, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que coordenou os estudos sobre os impactos sofridos por Abrolhos abordados no documentário, disse que esta foi a primeira vez que os pesquisadores puderam medir o crescimento de recifes coralinos no Atlântico Sul. Estas informações, agora, vão servir de base para estudos sobre os efeitos das Mudanças Climáticas sobre a região.

Assista ao clipe do filme:

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