Empresas brasileiras assumem compromisso com a sustentabilidade

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O Pacto Global é uma iniciativa desenvolvida pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial para adotar em seus negócios valores nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção

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O compromisso do Brasil em relação aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), firmado durante a Cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Desenvolvimento Sustentável 2015, em Nova Iorque, terá a participação da iniciativa privada.

A rede brasileira do Pacto Global, formada por empresas brasileiras, se comprometeu a atingir os objetivos, que, em linhas gerais, visam acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas por meio de 160 metas até 2030.

O Pacto Global é uma iniciativa desenvolvida pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção refletidos em 10 princípios.

Essa iniciativa conta com a participação de agências das Nações Unidas, empresas, sindicatos, organizações não-governamentais e demais parceiros necessários para a construção de um mercado global mais inclusivo e igualitário.

A rede brasileira do Pacto é uma das maiores do mundo, com 700 signatários. “Estamos muito confiantes de que esse momento histórico de transição vai ser plenamente factível, e o setor privado tem uma participação importante”, afirmou o presidente do Pacto Global no Brasil, André Oliveira.

Diretor jurídico da Basf na América do Sul, Oliveira afirma que os integrantes da rede estão “totalmente engajados” nos ODS, sendo que 60% são empresas de grande porte como Bradesco, Itaú e Vale.

“É um desafio grande para a sociedade (os objetivos), mas também uma oportunidade ímpar. Acho que se nós conseguirmos conectar todos os interlocutores – governo, empresas e a sociedade civil – temos uma oportunidade única de transformar o mundo que nós vemos”, considerou.

(Fonte: Agencia Brasil)

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