Indústria do Ecoturismo movimenta R$ 4 bi/ano

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Tese de doutorado mostra que o turismo em unidades de conservação contribui com o PIB e traz benefícios para a natureza e comunidades.

 

Pico Paraná, o ponto mais alto do estado, com 1.877,39 metros. (Imagem: Fazenda Pico Paraná).
Pico Paraná, o ponto mais alto do estado, com 1.877,39 metros. (Imagem: Fazenda Pico Paraná).

O turismo em unidades de conservação (UCs) movimenta aproximadamente R$ 4 bilhões por ano, gera 43 mil empregos e agrega R$ 1,5 bilhão ao Produto Interno Bruto (PIB). As informações são da tese

de doutorado em Ecologia de Thiago Beraldo, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Pedra Furada, esculpida pela natureza na Serra da Capivara. (Imagem: divulgação Terral)
Pedra Furada, esculpida pela natureza na Serra da Capivara. (Imagem: divulgação Terral)

“Quanto mais as pessoas têm acesso e conhecem as unidades de conservação, mais elas advogarão a favor do meio ambiente”, diz Thiago.

O trabalho identificou 36 classes de atrativos turísticos nas nossas áreas protegidas, entre naturais (praias, montanhas, florestas e até mesmo neve, no Parque Nacional de São Joaquim), e culturais (parques arqueológicos, patrimônios arquitetônicos, comunidades tradicionais, etc).

“Outro dado interessante é que o Brasil já conta com mais de 1.600 km de trilhas disponíveis para uso público”, ressalta Beraldo.

Além das tradicionais trilhas, outras 57 atividades menos convencionais estão em curso e podem ser exploradas pelos visitantes. Interação com golfinhos, arvorismo, observação de fauna, camping, rapel, visitas a comunidades, passeios a cavalo e canoagem são alguns exemplos do que já vem sendo oferecido aos turistas.

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