Noronha muda regras para visitação

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“Muita gente estava inscrevendo parentes para guardar vagas para os turistas. Isso estava acontecendo de forma muito ostensiva e estava contribuindo para a falta de vagas para quem queria fazer a visitação”, diz analista do ICMBio.
Parque Nacional de Fernando de Noronha. (Imagem: divulgação).
Parque Nacional de Fernando de Noronha. (Imagem: divulgação).

A visitação ao Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE) tem novas regras. Os interessados em agendar visita à Praia da Atalaia, Abreus, Pontinha/Caieira e a Ilha São José só podem marcar o passeio com um prazo de antecedência máximo de cinco dias.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão da autorização, não autorizará substituições na relação dos inscritos nos passeios.

As mudanças foram feitas porque o órgão vinha recebendo muitas reclamações de quem não conseguia vaga para os atrativos. “Muita gente estava inscrevendo parentes para guardar vagas para os turistas. Isso estava acontecendo de forma muito ostensiva e estava contribuindo para a falta de vagas para quem queria fazer a visitação”, explicou o analista ambiental Ricardo Araújo, coordenador de Uso Público do Núcleo de Gestão Integrada (NGI) do ICMBio no arquipélago.

Por dia, podem visitar a Atalaia 100 pessoas; as piscinas dos Abreus podem receber 24 turistas; a Ilha de São José está disponível para 12 pessoas diariamente; e a trilha Pontinha/Caieira pode ser feita por 40 visitantes. Os interessados devem passar na sede do parque nacional para fazer o agendamento.

“Com as alterações vamos avaliar se as pessoas que chegam a Noronha estão tendo a possibilidade para conhecer os atrativos, não vamos ampliar as vagas, mas queremos dar oportunidade aos visitantes”, disse Araújo.

Para visitar o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, o turista deve pagar o ingresso de acesso, que custa R$ 99 para visitantes brasileiros e R$ 198 para estrangeiros. O tíquete é válido por dez dias. Os turistas também devem pagar a Taxa de Preservação Ambiental, que custa R$ 68,74 por dia.

(Fonte: ICMBio)

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