água

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A ferramenta permite que os colaboradores sejam avaliados, formando um ranking dos melhores proprietários de áreas, prestadores de serviços e patrocinadores.

Plantadores de Rios, um projeto do Ministério do Meio Ambiente, quer proteger e recuperar nascentes e áreas de preservação permanente (APP) de cursos d’água e assim contribuir com o enfrentamento a crise hí­drica que assola diversas regiões do Paí­s.

A ideia é envolver a sociedade em ações de recuperação de rios e nascentes.

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O uso e disponibilidade dos recursos hídricos em todo o mundo são temas que devem fazer parte de qualquer discussão. Coleta, tratamento e reuso de águas residuais, ou seja, da água descartada pela indústria, comércio, residências e agropecuária, também.

Apesar de impróprias para o consumo, as águas residuais são os recursos hídricos que podem ser utilizados para outros fins após tratamento. Segundo a ONU, os benefícios para a saúde humana e para o desenvolvimento e sustentabilidade ambiental são muito maiores que os custos da gestão dessas águas, fornecendo novas oportunidades de negócios.

Atualmente, ao redor do mundo, apenas 20% desses recursos passam por tratamento sanitário. Os outros 80% voltam à natureza levando a poluição do uso humano, segundo a ONU.

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Quase um ano e meio depois do rompimento das barragens da Samarco, análise da água ao longo da bacia do rio é considerada péssima.
Água do rio Doce ainda apresenta elevados índices de concentração de minérios. (Imagem: ABr).
Água do rio Doce ainda apresenta elevados índices de concentração de minérios. (Imagem: ABr).

Dezesseis meses se passaram desde que a lama da Samarco inundou o rio Doce e destruiu tudo a sua volta, de Minas Gerais ao Oceano Atlântico, e a qualidade da água é péssima, totalmente imprópria para consumo e está carregada de magnésio, cobre, alumínio e manganês, muito acima do permitido pela legislação.

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Encontro de especialistas de todo o Globo acontece em 2018. Os temas a serem discutidos no fórum serão definidos pelas contribuições dos cidadãos.

agua

As contribuições para os debates e organização da 8ª edição do Fórum Mundial da Água, previsto para acontecer em março de 2018, em Brasília, serão aceitas a partir de fevereiro.

Por meio da plataforma Sua Voz, Iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do evento, pessoas do mundo todo podem compartilhar ideias, experiências e soluções para o evento, cujo tema principal será “Compartilhando Água”.

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Divulgado em 2016, estudo da Fundação Ellen MacArthur mostra que 95% das embalagens plásticas produzidas no mundo não voltam para a cadeia produtiva.

plasticonomar

Mais de 150 milhões de toneladas de plásticos estão à deriva nos oceanos do mundo, alertou um estudo da Fundação Ellen MacArthur. De acordo com o estudo, em 2014, a proporção entre as toneladas desse material e as de peixe era de um para cinco. Caso não ocorram mudanças na maneira de descarte do lixo, em 2025, a proporção será de um para três. Até 2050, os mares do planeta poderão ter mais plástico do que peixes.

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Governo estudará ações sustentáveis de recuperação e geração de renda para essas cidades que abrigam barragens
Programa da Itaipu levou sustentabilidade e desenvolvimento aos municípios que margeiam o lago da usina. (Imagem: Itaipu).
Programa da Itaipu levou sustentabilidade e desenvolvimento aos municípios que margeiam o lago da usina. (Imagem: Itaipu).

O que a Itaipu Binacional vem fazendo há mais de 20 anos o governo federal resolveu fazer agora.

Por solicitação do Ministério do Meio Ambiente, os municípios brasileiros que possuem usinas hidroelétricas deverão realizar um levantamento das principais demandas do setor para entregar ao governo federal. De posse dessas informações, o MMA vai estudar ações sustentáveis de recuperação e geração de renda nessas cidades que abrigam barragens.

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A avaliação da situação da cobertura florestal da Mata Atlântica na bacia hidrográfica do Tietê mostra que restam nos municípios que a compõe apenas 7% de Mata Atlântica.
Rio Tietê. (Imagem: Wikipedia).
Rio Tietê. (Imagem: Wikipedia).

Estudo divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica, em setembro, mostra a relação direta entre maior cobertura vegetal e melhor qualidade de água ao longo da Bacia do Tietê.  O levantamento, apresentado durante o evento “Tietê Vivo: Seminário Internacional de Recuperação dos Rios Metropolitanos”, traz ainda os baixos índices de remanescentes de cobertura florestal nas bacias do Tietê: Alto Tietê (20,7%), Tietê/Sorocaba (9%), Piracicaba/Capivari/Jundiaí (6%), Tietê/Batalha (6%), Tietê/Jacaré (3%) e Baixo Tietê (3%).

A íntegra do relatório “25 Anos de Mobilização: O retrato da qualidade da água e a evolução dos indicadores de impacto do Projeto Tietê” está disponível no link: www.sosma.org.br/quem-somos/publicacoes/.

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O saneamento básico deficiente e o desmatamento das matas ciliares e das matas das nascentes e cabeceiras são os principais responsáveis pela poluição
Rio Jauru, no Pantanal: águas turvas pelo desmatamento e falta de saneamento.
Rio Jauru, no Pantanal: águas turvas pelo desmatamento e falta de saneamento.

Uma pesquisa realizada em 2015 pelo WWF-Brasil  e o Instituto Pantanal Amazônia de Conservação (IPAC) e o HSBC Brasil, revelou que os níveis de turbidez – quando a água perde a transparência – e de quantidade de sólidos dissolvidos nos rios Jauru, Sepotuba e alto-Paraguai (região das cabeceiras do Pantanal) vem aumentando. O saneamento básico deficiente e o desmatamento das matas ciliares e das matas das nascentes e cabeceiras são os principais responsáveis pela poluição desses três rios, responsáveis pelo fornecimento de 30% das águas que mantém o pulso de inundação – processo anual de cheia e seca – da planície pantaneira no Mato Grosso.

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“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. Artigo 225 da Constituição Federal.
Barco recolhe o lixo na raia olímpica. (Imagem: Tomaz Silva/ Agência Brasil).
Barco recolhe o lixo na raia olímpica. (Imagem: Tomaz Silva/ Agência Brasil).

Segundo os dicionários de língua portuguesa, legado é algo deixado para alguém em testamento. É a transmissão de algum bem, seja ele monetário ou não, para outra pessoa de livre e espontânea vontade. Assim, o legado pode ser histórico, cultural, patrimonial ou ambiental.

Em se falando de meio ambiente, o legado possível de se deixar para alguém passa pela manutenção das florestas, água limpa, ar respirável, ecossistemas equilibrados, sistemas educacionais que transmitam sustentabilidade e até mesmo cidades saudáveis.

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Um aquário para os peixes? Hortaliças cultivadas no sistema hidropônico? É as duas coisas. Peixes e hortaliças num mesmo espaço.
A aquaponia ganhou espaço como uma maneira de transformar o topo dos prédios para produzir alimentos. (Imagem: divulgação)
A aquaponia ganhou espaço como uma maneira de transformar o topo dos prédios para produzir alimentos. (Imagem: divulgação)

O projeto nasceu na Suiça, na Basiléia, e foi apresentado aos brasileiros na Virada Sustentável de 2015, em São Paulo, pelo fundador da UrbanFarmers, Roman Gaus, e na Semana do Meio Ambiente do MMA em 2016, pelo casal Talita Campoi (29 anos, relações públicas) e Daniel Pacheco (38 anos, engenheiro químico).

Na aquaponia, peixes e hortaliças ocupam o mesmo espaço, formando um ecossistema onde as plantas filtram a água dos peixes, limpando-a, enquanto os dejetos dos peixes servem de adubo para as plantas. Nesse sistema, 90% da água utilizada é reaproveitada. E o que é melhor, o sistema de cultivo não utiliza agrotóxicos e o desperdício é menor.

Como funciona.
Como funciona.

Hortaliças cultivadas nesse sistema ainda tem o prazo de validade ampliado, alem da qualidade elevada.

Na Basiléia, a aquaponia gera, anualmente, cinco toneladas de vegetais e 850 kg de peixes em uma fazenda de 250 metros quadrados. Os produtos serão vendidos para supermercados, hotéis e restaurantes.