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“A educação para uma nova cultura da água deve permear todas as instâncias de formação de pessoas, passando pela educação básica, nível técnico, superior e pós-graduação”

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Cerca de 1500 professores do ensino fundamental e médio, multiplicadores atuantes em organizações civis e empresas usuárias de água, além de jovens envolvidos com o tema, vão participar do curso de capacitação Água em Curso – Multiplicadores. Ao término do curso, os alunos que concluírem as atividades receberão certificado. Para o restante do ano, estão previstas mais 4500 vagas para a capacitação.

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Ana atualiza informações a cada dois dias com análises sobre a água do rio e para consumo
A água do rio Doce em três tempos. (Foto: Ana)
A água do rio Doce em três tempos. (Foto: Ana)

A Agência Nacional de Águas (ANA) e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), está disponibilizando na internet informações regulares sobre o monitoramento da água e dos sedimentos ao longo da região afetada pelo rompimento das barragens em Minas Gerais e Espírito Santo.

A qualidade da água pode ser analisada sob duas perspectivas: a água bruta que se encontra nos corpos d’água, como rios e lagos; e a distribuída às populações pelas companhias de abastecimento após tratamento.

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As Inscrições de projetos estão abertas para instituições de ensino superior

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Está aberta a seleção de propostas de projetos para o Programa de Apoio à Produção de Material Didático para a Educação Básica – Projeto Água, instituído pela Agência Nacional de Águas.

Juntamente com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, a Ana vai investir R$ 800 mil em custeio para a produção de materiais didáticos sobre água, que serão utilizados em educação básica (ensino fundamental II e ensino médio). O sistema de candidaturas (candidaturas.capes.gov.br) estará aberto até as 18h de 4 de novembro para recebimento das propostas.

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O Qualiágua parte do pressuposto que os dados de qualidade da água são importantes para gestores públicos, pesquisadores, estudantes e empresas
Coleta de água para análise. (Imagem: SOSMA)
Coleta de água para análise. (Imagem: SOSMA)

Um programa da Ana – Agência Nacional de Águas pretende promover a implementação da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade de Água (RNQA) em todo o país. Para isso criou o Programa de Estímulo à Divulgação de Dados de Qualidade de Água (Qualiágua), que busca estimular a padronização dos métodos de coleta de amostras, parâmetros verificados, frequência das análises e divulgação dos dados em escala nacional.

A adesão, voluntária, é do Estado, que, através de um acordo de cooperação com a agência, recebe verba de R$ 1,1 mil por ponto monitorado. Com orçamento de aproximadamente R$ 15 milhões, o acordo vai até 31 de dezembro de 2020.

Os recursos da premiação pela divulgação dos dados serão repassados duas vezes por ano mediante o cumprimento das metas de monitoramento e divulgação de dados, que levarão em consideração vários aspectos, como: o percentual de pontos da RNQA operados pelo estado, o número de parâmetros avaliados e o percentual de pontos operados com medição de vazão simultânea – este último para análise da carga de poluentes na água. Estas metas serão pactuadas entre a ANA e as instituições participantes.

O programa parte do pressuposto que os dados de qualidade da água são importantes para diversos públicos, como: gestores públicos, pesquisadores, estudantes e empresas. Os parâmetros mínimos a serem coletados nos pontos de monitoramento envolvem aspectos físico-químicos (transparência, temperatura da água, oxigênio dissolvido, pH e Demanda Bioquímica de Oxigênio, por exemplo), microbiológicos (coliformes), biológicos (clorofila e fitoplâncton) e de nutrientes (relacionados a fósforo e nitrogênio).

Rede de monitoramento

Criada em 2013, a Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade da Água – RNQA propõe a padronização dos dados coletados, dos procedimentos de coleta e da análise laboratorial dos parâmetros qualitativos para que seja possível comparar as informações obtidas nas diferentes unidades da Federação. A meta é que até dezembro de 2020 todos os estados e o DF contem com um total de 4.450 pontos de monitoramento, dos quais aproximadamente 1,8 mil já estão em operação. Todos os dados obtidos pela RNQA serão armazenados no Sistema de Informações Hidrológicas (HidroWeb), da ANA, e serão integrados e divulgados através do Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos (Snirh).

Nos últimos dois anos, a Agência investiu cerca de R$ 12 milhões em equipamentos de campo cedidos ao DF e a 15 estados (AL, BA, CE, ES, GO, MG, MT, MS, PB, PE, PR, RJ, RN, RS, SE, SP), que fazem parte dos dois grupos das unidades da Federação que já realizam o monitoramento qualitativo.

Prevista para o primeiro semestre de 2016, a próxima etapa de envio de materiais será para os estados que não possuem rede de monitoramento. Entre os equipamentos, estão: medidores acústicos de vazão, sondas multiparamétricas de qualidade de água, materiais para análises de laboratório, caminhonetes 4×4 com baú adaptado e barcos com motor de popa.

(Fonte: ANA)

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    Em comemoração ao Dia da Água, 5 de junho, Agência Nacional de Águas atualiza informaçõe sobre os recursos hídricos brasileiros

    Está disponível no site da ANA, no portal da Conjuntura dos Recursos Hídricos, o relatório sobre as Regiões Hidrográficas Brasileiras, com informações importantes para o planejamento e a gestão dos recursos hídricos. A publicação traz as características de cada uma das 12 regiões, como área, população, municípios, biomas, cobertura vegetal, desmatamento, principais rios, saneamento, cheias, secas e vazões, entre outras informações, como atividades produtivas e potencial econômico e hidroenergérico, por exemplo.