aquecimento global

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Realidade das mudanças climáticas não muda atitude de governos. Temperatura vai continuar subindo

verao

“As partes têm o objetivo de alcançar o pico das emissões de gases de efeito estufa o mais rápido possível”.

Resumidamente esse deve ser o resultado final da Conferência do Clima, numa tradução para todo mundo entender. Em que pese terem acontecido alguns avanços em relação a última conferência, esperava-se mais, dada a seriedade da questão.

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Saiba quais são e de onde vem os gases que estão mudando o clima no mundo
Usina Termelétrica Jorge Lacerda, em Tubarão, SC. (Imagem: arquivo)
Usina Termelétrica Jorge Lacerda, em Tubarão, SC. (Imagem: arquivo)

Dióxido de carbono – CO2. Esse é o vilão do aquecimento do planeta e das mudanças no clima. Depois vem o metano – CH4 e o óxido nitroso – N20.

O CO2 tem origens no desmatamento e uso da terra – 11% do total de gases emitidos, e a queima de combustíveis fósseis – 65% do total. Já o metano e o óxido nitroso tem origem nas atividades agrícolas e queima de biomassa. O metano vem com gestão de resíduos e uso de energia, chegando a 16% do total de gases, enquanto que o N20 é liberado com o uso de fertilizantes, ocupando 6% da parcela de emissões.

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Não bastasse a ameaça dos oceanos inundarem as cidades, o aquecimento global pode matar o fitoplâncton, responsável pela produção de dois terços do oxigênio do planeta
Fitoplâncton. (Banco de imagens)
Fitoplâncton. (Banco de imagens)

“Nós identificamos uma outra possível consequência das alterações climáticas que podem ser potencialmente mais perigosas do que todas as outras”. A descoberta é de dois pesquisadores da Universidade de Leicester, Grã-Bretanha. A pesquisa foi publicada no Bulletin of Mathematical Biology.

Desta vez, a ameaça vem da atmosfera: se a temperatura global subir 5ºC a Terra poderá ficar sem oxigênio.

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Modelo desenvolvido pelo Climate Center, o maior e mais conceituado centro de estudos do clima do mundo, mostra que dois graus a mais coloca 280 milhões de pessoas fora de suas casas.
Mumbai, na Índia: à esquerda, nível do mar com 4°C de aquecimento; à direita, depois de 2°C. (Imagem: Climate Central/Divulgação)
Mumbai, na Índia: à esquerda, nível do mar com 4°C de aquecimento; à direita, depois de 2°C. (Imagem: Climate Central/Divulgação)

Xangai, Bombaim e Hong Kong vão desaparecer.

Hong Kong, Calcutá, Dacca, Jacarta, Hanói, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Nova Iorque e Tóquio, terão seu litoral drasticamente reduzido.

280 milhões de pessoas serão desalojadas de suas casas ou estabelecimentos comerciais.

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“As consequências poderão ter efeito cascata sobre várias gerações”, diz o Unicef
O El Niño é um fenômeno que provoca significativa alteração na temperatura das águas do Oceano Pacífico, com duração de 15 a 18 meses, com profundas alterações no clima do planeta.
O El Niño é um fenômeno que provoca significativa alteração na temperatura das águas do Oceano Pacífico, com duração de 15 a 18 meses, com profundas alterações no clima do planeta.

O El Niño, fenômeno climático que acontece pelo aquecimento das águas do Pacífico, não causa estragos somente por aqui.

Segundo o Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância, cerca de 11 milhões de crianças na África Oriental e Austral estão expostas à fome, falta d’água e doenças em consequência do fenômeno.

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Contribuições ao Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima devem ser enviadas até novembro

sustenta

A participação popular será decisiva na elaboração do Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA), que vai definir ações para reduzir os impactos dessas mudanças sobre as pessoas, atividades econômicas e os ecossistemas.

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Enquanto as mudanças no clima acontecem e seus efeitos são sentidos, governantes do mundo todo ainda teorizam sobre o que fazer

sustenta

Por Marcos Scotti – A Cúpula do Clima, realizada no final de setembro em Nova York, que serve de reunião preparatória para a Conferência Climática de Paris, a COP 21, mostrou a disposição dos países em buscar soluções para atingir os objetivos de zerar a emissão de carbono no Planeta. 

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Estudo desenvolvido por pesquisadores americanos diz que incêndios serão mais frequentes e devastadores caso as temperaturas continuem a subir
Incêndio florestal nos EUA: cada vez mais frequente e intenso.
Incêndio florestal nos EUA: cada vez mais frequente e intenso.

A história dos incêndios nas Montanhas Rochosas dos Estados Unidos, um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS, na sigla em inglês), levanta uma preocupação real com relação aos incêndios florestais no Planeta: o aquecimento global vai fazer com que estes incêndios aconteçam cada vez mais em maior numero. .

Os investigadores examinaram os depósitos de carvão em 12 lagos no norte do Colorado e encontraram evidências de que “incêndios florestais queimaram grandes porções daquela área durante um pico de temperaturas na América do Norte a partir de cerca de 1.000 anos atrás”, mostrou o estudo.

O aquecimento que durou cerca de 300 anos é conhecido como Período Quente Medieval (MWP, na sigla em inglês). As temperaturas aumentaram até 0,5 graus Celsius.

Nos lagos do Colorado, “a frequência de incêndios foi 260% maior do que durante os últimos 420 anos”, disse o estudo.

Atualmente, o aumento médio da temperatura na região das Montanhas Rochosas desde o ano 2000 tem sido cerca de 0,625 graus Celsius mais alto do que durante o século XX, segundo a pesquisa.

Segundo os pesquisadores, os resultados do estudo sugerem uma ligação entre o aquecimento do clima e o aumento da frequência de incêndios violentos. Quanto aos incêndios florestais, é possível que se tornem mais frequentes e devastadores caso as temperaturas continuem a subir.

“O que a nossa pesquisa mostra é que mesmo as tendências de aquecimento regionais, como as que estamos vivendo, podem fazer com que áreas enormes nas Montanhas sejam afetadas por incêndios florestais”, disse o autor do estudo, John Calder, doutorando da University of Washington.

A maioria dos cientistas concorda que o atual aquecimento global é desencadeado pela industrialização moderna e a queima de combustíveis fósseis que prende o calor na atmosfera.

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Cientistas e pesquisadores alertam para a necessidade de um plano de ação para enfrentar a situação

verao

Especialistas em condições climáticas alertam para um fenômeno que não acontece há pelo menos 65 anos:  um “super” El Niño.

Para a Organização Meteorológica Mundial, o fenômeno relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul que está acontecendo em 2015 vai deixar as temperaturas do verão cerca de quatro graus centigrados mais altas, fazendo com que a estação se torne uma das quatro mais quentes dos últimos 65 anos.

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Estudo desenvolvido por cientistas norte-americanos chegaram à conclusão que Nova York  corre o risco de inundações gigantescas
Furacão Sandy. (Imagem de arquivo)
Furacão Sandy. (Imagem de arquivo)

O nível dos oceanos aumentou 19 centímetros entre 1901 e 2010, segundo uma projeção do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Até 2100, o nível ainda deve aumentar entre 26 e 82 centímetros, comparado ao final do século XX

Esse fato, fruto do aquecimento global, segundo os cientistas, está deixando os americanos preocupados.