COP21

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Acordo na COP21 quer substituir combustíveis fósseis por energia limpa e limitar o aquecimento em 1,5ºC

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A promessa de que o meio ambiente seria respeitado e qualidade de vida ao cidadão seria garantida deixou a todos com a sensação de “Ufa!!”, o futuro está garantido. Todos sabem que não foi bem assim.

O Protocolo de Kyoto, escrito em 1997, ratificado em 1998, oficialmente instalado em 2005, era um acordo entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento para reduzir as emissões de gases poluentes. As atitudes de lá para cá poderiam ter sido mais eficazes, se os maiores poluidores do planeta tivessem abraçado a causa.

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Realidade das mudanças climáticas não muda atitude de governos. Temperatura vai continuar subindo

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“As partes têm o objetivo de alcançar o pico das emissões de gases de efeito estufa o mais rápido possível”.

Resumidamente esse deve ser o resultado final da Conferência do Clima, numa tradução para todo mundo entender. Em que pese terem acontecido alguns avanços em relação a última conferência, esperava-se mais, dada a seriedade da questão.

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Cidades de 62 países querem aumentar o uso de energia renovável e a eficiência de suas matrizes energéticas
Em Curitiba, o veículo elétrico já é utilizado pela Secretaria de Trânsito. (Foto: AEN)
Em Curitiba, o veículo elétrico já é utilizado pela Secretaria de Trânsito. (Foto: AEN)

Um total de 608 cidades, estados e regiões de 62 países firmaram um acordo voluntário de reduzir pela metade as emissões de dióxido de carbono até 2020 – quando deve começar a vigorar um novo acordo climático global que se pretende obter na COP-21 (cúpula do clima). No relatório intitulado Five year Overview Report of the Carbon Climate Registry, elaborado por uma rede formada por mais de mil cidades e metrópoles em todo o mundo que já possuem ações voltadas à sustentabilidade, as autoridades desses locais relataram emitir anualmente 2,2 gigatoneladas de CO2.

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Se é para o bem de todos e futuro do planeta, por que é tão difícil chegar a um acordo na Conferência do Clima?

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Chefes de governo passaram por Paris e, em seus discursos, todos entendem que o clima está mudando e que é preciso fazer alguma coisa para manter o aquecimento global em 2ºC. Ministros de Estado se reúnem e discutem o que fazer. E todos esbarram na mesma parede: a economia.

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Um balcão de informações, experiências e lições aprendidas sobre Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal – REDD+
(Imagem: MMA)
(Imagem: MMA)

Um banco de informações que vai reunir ações efetivas implementadas nos países em desenvolvimento para reduzir as emissões causadas pelo desmatamento e degradação das florestas. Essa é mais uma ferramenta implementada pela Conferência do Clima para consolidar a preservação florestal.

O Lima REDD+ Information Hub, lançado pela ONU na COP19, aperfeiçoado pelo Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, na 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas – COP21, em Paris, serve como um balcão de informações, experiências e lições aprendidas sobre REDD+, partilhados pelos países signatários, organizações e outras partes interessadas.

Segundo a nota divulgada pela ONU, as florestas desempenham um papel crucial na obtenção de um futuro sustentável. Para aumentar a ação climática pré-2020, que muda a curva de emissões nesta década e coloca o mundo em curso de uma economia global de baixo carbono na segunda metade do século, as estratégias de uso da terra que protejam os recursos florestais são muitas vezes uma excelente opção com grande potencial para ajudar a atingir essas metas.

O Brasil foi o primeiro país a disponibilizar informações sobre as ações desenvolvidas na Amazônia para acabar com o desmatamento e recuperar a floresta, no portal.

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Em Paris, países com áreas florestais querem reverter desmatamento e restaurar as florestas
(Imagem: divulgação MMA)
(Imagem: divulgação MMA)

Promover o desenvolvimento econômico rural equitativo e, ao mesmo tempo, abrandar, deter e reverter o desmatamento, aumentando de forma significativa a restauração florestal, é mais uma promessa dos chefes de governo e ministros de Estado dos países que ainda possuem florestas na COP21, em Paris.

A única novidade foi a pauta única da reunião, especificamente para discutir as florestas. O discurso pela preservação  frequenta a mídia há muito tempo.

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O Calendário dos Ciclos do rio Tiquié apresenta pesquisa inédita que identifica os ciclos de pesca, caça, frutificação e cultivos
Calendário agrícola praticado pelos índios do rio Tiquié. (Imagem: divulgação)
Calendário agrícola praticado pelos índios do rio Tiquié. (Imagem: divulgação)

O conhecimento dos povos indígenas, transmitido de geração a geração em cada aldeia, agora está disponível a quem interessar possa, na internet.

O Instituto Socioambiental (ISA), em parceria com o InfoAmazonia, lançou em Paris, durante a Cúpula das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 21, o calendário indígena dos ciclos do rio Tiquié.

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Não bastasse a ameaça dos oceanos inundarem as cidades, o aquecimento global pode matar o fitoplâncton, responsável pela produção de dois terços do oxigênio do planeta
Fitoplâncton. (Banco de imagens)
Fitoplâncton. (Banco de imagens)

“Nós identificamos uma outra possível consequência das alterações climáticas que podem ser potencialmente mais perigosas do que todas as outras”. A descoberta é de dois pesquisadores da Universidade de Leicester, Grã-Bretanha. A pesquisa foi publicada no Bulletin of Mathematical Biology.

Desta vez, a ameaça vem da atmosfera: se a temperatura global subir 5ºC a Terra poderá ficar sem oxigênio.

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    Aliança entre França e Índia quer arrecadar US$ 1 tri para transferir tecnologia e financiar projetos de energia solar

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    “Justiça climática”, disse o presidente francês na Cúpula do Clima de Paris, ao se referir na aliança entre França e Índia para transferir tecnologia e financiamento para o desenvolvimento da energia solar nas nações mais pobres.

    “A riqueza do amanhã virá das novas energias que se desenvolvem por todo o mundo, em particular da energia solar”, falou François Hollande.

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    Ações de fomento a atividades produtivas sustentáveis são arma contra a derrubada da floresta
    (Imagem: Observatório Florestal)
    (Imagem: Observatório Florestal)

    O Brasil desembarcou em Paris para a COP21 – a conferência mundial do clima, com o compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025, e em 43% até 2030. Para atingir a meta, o país pretende zerar o desmatamento na Amazônia Legal e restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, uma área equivalente ao território da Inglaterra.

    Mas como reduzir o desmatamento? Que ferramentas usar para que cesse a derrubada de árvores? Como conciliar desenvolvimento e preservação?

    O Ministério do Meio Ambiente mantem uma lista negra do desmatamento, atualizada todos os anos, com um ranking do desmatamento nos municípios amazônicos. Ao ser incluído, o município sofre algumas sanções econômicas, como, por exemplo, acesso dificultado a linhas de créditos e proibição de venda de determinados produtos oriundos de áreas desmatadas. O objetivo da lista é forçar as administrações municipais a adotar medidas e soluções para o desmatamento.

    Daí surgem ações de fomento a atividades produtivas sustentáveis, como saída para evitar a derrubada da floresta.

    Entre as ferramentas para acabar com o desmatamento estão a construção de alianças, o fortalecimento da gestão ambiental municipal e a aplicação do Cadastro Ambiental Rural – criado pela Lei 12.651/12, que nada mais é do que um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais.

    As parcerias construídas com instituições e organismos trazem efeito na medida em que educam, transmitem conhecimento e soluções e fortalecem  comunidades, proporcionando a troca de atividades predatórias por iniciativas sustentáveis, que geram renda e conservam os ecossistemas.

    A estruturação de um plano de gestão ambiental no município, com a participação da sociedade e a capacitação de gestores e técnicos, é outra ferramenta fundamental para o município.

    A aplicação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) é outro fator apontado pelos especialistas como muito importante para ajudar os municípios na promoção de atividades sustentáveis. Ele auxilia no levantamento de informações georreferenciadas do imóvel, trazendo dados como a delimitação das Áreas de Proteção Permanente (APP), de Reserva Legal (RL), de remanescentes de vegetação nativa, de área rural consolidada e áreas de interesse social e de utilidade pública – como nascentes de rios.

    (Com informações do MMA)