Educação Ambiental

“Nossa parceria visa o fortalecimento da educação ambiental não só em Guaxupé, mas em todo o país. A educação transforma. A educação traz qualidade de vida”.

A declaração é de Arley Gonçalves, coprodutor do programa Comunitária News, que vai ao ar todos os sábados pela 87 FM, Rádio Comunitária de Guaxupé, em Minas Gerais. O Instituto Nacional de Educação Ambiental – Ineam produz o boletim “Guaxupé Sustentável”, na voz do jornalista e ambientalista Marcos Scotti.

Arley esteve em Curitiba essa semana e fez uma visita à sede do Ineam que funciona junto à CTR Informática, empresa parceira da educação ambiental em Curitiba. Em breve a Rádio Comunitária estará sorteando entre seus ouvintes  camisetas do Instituto como forma de incentivar a proliferação da consciência ambiental naquela cidade mineira.

O programa Comunitária News  do último final de semana podew ser acessado no link http://www.87fm.com.br/feliz-dia-do-jornalismo/.

Até 2050, segundo projeções da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), menos de 10% da superfície terrestre estará livre dos impactos causados pelas atividades humanas.
Rio Doce. (Imagem: ABr)

“Apenas algumas regiões nos polos, desertos e as partes mais inacessíveis das florestas tropicais permanecem intactas”, afirmou o sul-africano Robert Scholes, um dos coordenadores do relatório temático sobre Degradação e Restauração de Terras Degradadas divulgado pela IPBES na última semana de março, em Medellín, na Colômbia.

O texto foi construído com a participação de especialistas e diversas ONGs

Parque Nacional de Fernando de Noronha. (Imagem: divulgação).A Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar), conhecida como Lei do Mar. A aprovação dessa proposta é considerada uma vitória pelas organizações ambientalistas, principalmente pelo momento político atual em que diversas pautas de retrocessos socioambientais estão em curso no Congresso.

Estudo do fórum internacional de transportes mostra que compartilhar o transporte melhora o trânsito nas cidades e reduziria a emissão de gases em mais de 60%.

 

O trânsito nas grandes cidades poderia ser reduzido em pelo menos 50% se as pessoas compartilhassem caronas ou se utilizassem de um serviço de mobilidade compartilhada. Quem diz isso é um estudo da International Transport Forum (ITF) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Os ganhos ambientais seriam maiores: uma redução de 62% na emissão de CO2.

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O relatório das Nações Unidas mostra a realidade em um levantamento inédito sobre água, saneamento básico e higiene.

O documento foi divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Esta é a primeira vez que as agências fazem um levantamento global sobre água, saneamento básico e higiene, informou à Rádio ONU.

O número de pessoas sem acesso a saneamento básico, gerenciado de forma segura, é de 4,5 bilhões. Já a quantidade de moradores do planeta com algum saneamento básico é de 2,3 bilhões. A maioria dessas pessoas vive em áreas rurais.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que água potável encanada, saneamento e higiene não deveriam ser privilégios apenas daqueles que vivem em centros urbanos e em áreas ricas. Para o chefe da agência, os governos são responsáveis por assegurar que todos tenham acesso a esses serviços.

Desde 2000, quando foi lançada a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), bilhões de pessoas ganharam acesso à água potável e saneamento, mas esses serviços não garantem necessariamente o saneamento seguro, aquele que é ligado a uma rede de esgoto tratado e à água potável.

Crianças

Esse quadro gera doenças que podem ser mortais para crianças com menos de cinco anos de idade. Todos os anos, mais de 360 mil menores morrem de diarreia, uma doença evitável. Já o saneamento mal feito causa cólera, disenteria, hepatite A e febre tifoide entre outros problemas.

O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que ao melhorar esses serviços para todos, o mundo dará às crianças a chance de um futuro melhor.

Em 90 países, o avanço na área de saneamento básico é muito lento, o que leva a crer que a cobertura universal não será alcançada até 2030, quando encerra o prazo para a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável.

Lares

Dos 4,5 bilhões de pessoas sem acesso a esgoto tratado, 600 milhões têm que compartilhar um toalete ou uma latrina com outros lares. Já o número de pessoas que defecam a céu aberto é de 892 milhões. Devido ao aumento da população, essa situação tem crescido na África Subsaariana e na Oceania.

O relatório indica ainda que em países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chance de usar serviços de abastecimento de água, e duas vezes menos saneamento básico que crianças de outros países.

Os serviços de água potável, saneamento básico e higiene são essenciais para que o mundo alcance o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 3 sobre assegurar vidas saudáveis e a promoção do bem-estar em todas as faixas etárias.

(Fonte: Rádio ONU)

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Mudanças climáticas estão derretendo o solo no ártico e liberando antigos vírus e bactérias que, depois de ficarem tanto tempo “dormentes”, voltam à vida

Equipe do Ministério de Emergência da Rússia identifica antraz em rena que descongelou no ártico. (Imagem: Min. da Rússia).Seres humanos, bactérias e vírus têm coexistido ao longo da história. Da peste bubônica à varíola, nós evoluímos para resistir a eles, e em resposta eles desenvolveram novas maneiras de nos infectar.

Já faz mais de um século que temos os antibióticos, desde que Alexander Fleming descobriu a penicilina. Mas as bactérias não deixaram por menos: elas responderam evoluindo sua resistência aos antibióticos. A batalha parece sem fim: nós passamos tanto tempo com patógenos, que às vezes desenvolvemos um tipo de impasse natural.

No entanto, o que aconteceria se nós, de repente, ficássemos expostos a bactérias e vírus mortais que ficaram ausentes por milhares de anos – ou então que nunca vimos antes?

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Braztoa de Sustentabilidade. O objetivo é reconhecer as práticas ecologicamente corretas na atividade turística. O prazo vai até 1º de setembro.

 

Pedra Furada, esculpida pela natureza na Serra da Capivara. (Imagem: divulgação Terral)

Quem quiser se inscrever vai precisar apresentar propostas que tornem a atividade turística mais responsável, preocupada com os aspectos sociais, econômicos e ambientais. Desde 2012, o prêmio, que mobiliza instituições em todo o País, já reuniu mais de 200 iniciativas, sendo 56 delas premiadas.

As informações servirão como base científica para auxiliar na tentativa de se criar um parque municipal na região, para preservar o ecossistema e biodiversidade locais.

 

Levantamento será usado para subsidiar proposta de criação de parque municipal na região de Penha. (Imagem: ICMBio)

Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação das Tartarugas Marinhas (Tamar) estão realizando levantamento populacional de tartarugas-verdes (Chelonia mydas) na praia do Cascalho, na cidade de Penha, em Santa Catarina.

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O Brasil tem 8.715 espécies de árvores , 14% das 60.065 que existem no planeta.

 

Estudo realizado pela Botanical Gardens Conservation International (BGCI na sigla em inglês), uma organização sem fins lucrativos, com base nos dados de sua rede de 500 jardins botânicos ao redor do mundo, mostrou que a concentração de espécies de árvores no Brasil é a maior do mundo. Em segundo na lista vem a Colômbia, com 5.776 espécies, e a Indonésia, com 5.142.