Educação Ambiental

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O processo de educação ambiental na escola deve ser pensado como forma de formar cidadãos conscientes e pró-ativos
É preciso educar para a sustentabilidade.
É preciso educar para a sustentabilidade.

Educar ambientalmente não se resume a criar um clube de ciências, implantar uma horta na escola ou espalhar lixeiras para separar o lixo.

Não existe receita pronta para se implantar um projeto pedagógico na escola onde o meio ambiente e a sustentabilidade estejam incluídos. Acima de tudo, é preciso pensar a formação dos estudantes, desde sua inclusão no meio acadêmico como uma forma de formar cidadãos conscientes, críticos, pró-ativos, capazes de assumirem responsabilidades éticas e socioambientais.

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Não basta apenas distribuir livros com temas ambientais ou fixar lixeiras coloridas na escola.

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Uma escola sustentável é, acima de tudo, uma escola que permite aos alunos construírem atitudes voltadas à preservação dos recursos naturais. Segundo os pedagogos, não basta apenas distribuir livros com temas ambientais ou fixar lixeiras coloridas na escola.

Também não adianta implantar projetos de combate ao desperdício de água ou de reciclagem na escola e deixar mangueiras e torneiras vazando ou não dar destino correto ao lixo separado.

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Projeto da Universidade Livre do Meio Ambiente chega aos bairros de Curitiba para estimular professores, alunos e moradores a pensar no meio ambiente

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Para educar e mobilizar os cidadãos da capital paranaense sobre os temas ambientais, nasceu, na Universidade Livre do Meio Ambiente o projeto Meu BioBairro.

Partindo do princípio de que é preciso conhecer para mudar a realidade, o projeto remete o cidadão à reflexão das condições ambientais do bairro onde mora, estimulando a participação da comunidade no desenvolvimento de redes sociais de mobilização ambiental.

O projeto é voltado para alunos, professores, agentes de saúde e membros da comunidade em geral.

O BioBairro remete à uma atitude ambiental urbana sustentável e integrada nas áreas de resíduos sólidos, arborização e áreas verdes, conservação da água, adaptação climática e mobilidade urbana.

O suporte da Unilivre vem através de atividades de educação ambiental, redes de comunicação e mobilização junto à escolas, associações e outras comunidades, buscando o engajamento de professores professores e alunos, lideranças comunitárias e outras pessoas, sempre na tentativa de torná-los agentes de sustentabilidade ambiental urbana local.

Mais informações http://unilivre.org.br/index.php/projetos/acesso-a-projetos/96-projeto-meu-biobairro

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Espaço tecnológico foi criado com objetivo de colaborar com a educação de crianças e jovens de qualquer região do país
Programação do Espaço FTD Digital em abril de 2015. (Divulgação)
Programação do Espaço FTD Digital em abril de 2015. (Divulgação)

Uma floresta tropical para entender e aprender Ciências e Biologia, onde os insetos são 250 mil vezes maiores, as folhas são maiores do que um carro e uma gota d’água pode causar um gigantesco impacto.

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Escolas que valorizam esse sentimento transformam o aprendizado em conhecimento através de projetos pedagógicos diferenciados

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“O processo precisa ser contínuo, permanente e interdisciplinar. Não é só fazer horta, separar lixo; é relação com o mundo. Do contrário, cai no jargão do ‘verdinho’”, A afirmação é da pedagoga Janaína Fontebasso, especialista em educação ambiental, ao se referir aos currículos das escolas brasileiras no que diz respeito ao entendimento do meio ambiente como parte fundamental da evolução do ser humano.

De acordo com Janaína, a noção da importância de cuidar do ambiente é instintivo do ser humano, e já nos primeiros meses a criança tem essa percepção. Porém, é necessário que o contexto no qual a criança está inserida ressalte esses valores. Mais que um pensamento, a questão ambiental é um sentimento. Ambientes escolares que valorizam esse sentimento fazem com que o entendimento da questão ambiental seja uma coisa natural.

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Movimento Escola Verde incentiva a educação ambiental e capacita professores
Na Indonésia, uma escola sustentável, construída com bambu.
Na Indonésia, uma escola sustentável, construída com bambu.

A dificuldade em se instituir a questão ambiental nos projetos políticos pedagógicos, currículos e outros documentos normativos das instituições de ensino, e até mesmo pelas dificuldade encontradas pelos professores em desenvolver a temática ambiental em seus planos de aula ou pela carência de material didático, levou a Universidade Federal do Vale do Rio São Francisco – Univasf, em Juazeiro, Bahia, a criar o Projeto Escola Verde.

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Escola municipal em Toledo, no Paraná, pratica educação ambiental para alem dos muros da instituição

 

escolaanitaO projeto “Eu cuido, tu cuidas e nos vivemos”, uma iniciativa da Escola Municipal Anita Garibaldi, na cidade de Toledo, no Paraná, foi criado para ser desenvolvido fora dos muros da escola, mas com o envolvimento da comunidade escolar.

Segundo o corpo docente da Anita Garibaldi, a educação ambiental está diretamente ligada à  forma de vida do cidadão como um todo: desde o que comemos, como moramos, o que vestimos até o que consumimos. “De alguma forma, precisamos agir para evitar os desastres ambientais. O meio ambiente está nos pedindo ajuda”, diz uma matéria distribuída pela direção da escola. “Diariamente nos perguntamos o que fazer para ajudar e incorporar a conscientização e o saber científico em nosso aluno para a questão ambiental”, completa a nota.