efeito estufa

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Arquitetos, engenheiros e urbanistas cariocas e de Brasília (DF) tiveram a oportunidade, em novembro, de saber um pouco mais sobre como transformar ideias em realidade.
Na Indonésia, uma escola sustentável, construída com bambu.
Na Indonésia, uma escola sustentável, construída com bambu.

Como promover uma cultura construtiva que esteja em sintonia com a natureza e aproveite melhor recursos como luminosidade, ventilação, temperatura ambiente, gere menos resíduos e evite a emissão de gases de efeito estufa?

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A previsão, até o final do ano, é de que sejam aplicados R$ 7,5 milhões, previstos no Orçamento Geral da União
Área congelada do Ártico. (Imagem: Nasa)
Área congelada do Ártico. (Imagem: Nasa)

A carteira de investimentos para novos projetos não reembolsáveis do Fundo Clima poderá ser reaberta em 2017. A decisão foi tomada na 19ª Reunião Ordinária do Comitê Gestor, em Brasília.

A modalidade está fechada desde 2014 devido a restrições orçamentárias. A previsão, até o final do ano, é de que sejam aplicados R$ 7,5 milhões, previstos no Orçamento Geral da União, em projetos em andamento, abrindo possibilidade de destinação do mesmo valor para o ano que vem.

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O corte na emissão desses gases de efeito estufa minimizaria o aquecimento do planeta em 0,5 grau Celsius.

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Um passo a mais para que a Terra esquente menos foi dado dia 15 de outubro, com o Acordo de Kigali (capital de Ruanda, no leste da África), que pretende cortar cerca de 80% das emissões dos gases HFCs em todo o mundo, o que minimizaria o aquecimento global em 0,5 grau Celsius neste século.

Os efeitos desse acordo selado pelas nações do mundo, no entanto, só começarão a ser colocados em prática em 2019, começando com os países desenvolvidos, depois com países em desenvolvimento como Brasil e China em 2024 e finalmente com a Índia, o Paquistão e as nações do golfo Pérsico em 2028.

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Em 2016, 34 indústrias cadastradas já emitiram 2 milhões de toneladas CO², 10% das emissões de todas as indústrias instaladas no estado.

 

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Instituído há dois anos, o Selo Clima Paraná é concedido às empresas do estado que calculam suas emissões de gases de efeito estufa, através da adoção de medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. A iniciativa é da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e tem o apoio da Federação das Indústrias do Paraná – Fiep.

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Petição online quer que projetos de termelétricas a carvão sejam excluídos da expansão da matriz energética no Brasil
O carvão mineral usado nas usinas termelétricas tem significativa participação no aquecimento global. (Imagem: CMR)
O carvão mineral usado nas usinas termelétricas tem significativa participação no aquecimento global. (Imagem: CMR)

Na contramão da sustentabilidade energética, o Ministério das Minas e Energia prepara para o final de abril o Leilão A-5/2016, que vai definir quais empresas poderão expandir o potencial energético do Brasil a partir de 2019. Detalhe: o leilão é aberto para qualquer tipo de matriz energética, inclusive o carvão mineral.

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Cidades de 62 países querem aumentar o uso de energia renovável e a eficiência de suas matrizes energéticas
Em Curitiba, o veículo elétrico já é utilizado pela Secretaria de Trânsito. (Foto: AEN)
Em Curitiba, o veículo elétrico já é utilizado pela Secretaria de Trânsito. (Foto: AEN)

Um total de 608 cidades, estados e regiões de 62 países firmaram um acordo voluntário de reduzir pela metade as emissões de dióxido de carbono até 2020 – quando deve começar a vigorar um novo acordo climático global que se pretende obter na COP-21 (cúpula do clima). No relatório intitulado Five year Overview Report of the Carbon Climate Registry, elaborado por uma rede formada por mais de mil cidades e metrópoles em todo o mundo que já possuem ações voltadas à sustentabilidade, as autoridades desses locais relataram emitir anualmente 2,2 gigatoneladas de CO2.

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Saiba quais são e de onde vem os gases que estão mudando o clima no mundo
Usina Termelétrica Jorge Lacerda, em Tubarão, SC. (Imagem: arquivo)
Usina Termelétrica Jorge Lacerda, em Tubarão, SC. (Imagem: arquivo)

Dióxido de carbono – CO2. Esse é o vilão do aquecimento do planeta e das mudanças no clima. Depois vem o metano – CH4 e o óxido nitroso – N20.

O CO2 tem origens no desmatamento e uso da terra – 11% do total de gases emitidos, e a queima de combustíveis fósseis – 65% do total. Já o metano e o óxido nitroso tem origem nas atividades agrícolas e queima de biomassa. O metano vem com gestão de resíduos e uso de energia, chegando a 16% do total de gases, enquanto que o N20 é liberado com o uso de fertilizantes, ocupando 6% da parcela de emissões.

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Torre vai mostrar o que acontece na atmosfera em termos de clima, poluição, qualidade do ar e transporte de poluentes, diz pesquisador do Inpa
A Torre, na Estação Científica de Uatumã. (Imagem: Minc)
A Torre, na Estação Científica de Uatumã. (Imagem: Minc)

Os ventos que sopram a 325 metros acima do solo da Amazônia não têm a mesma carga de partículas e poluição dos que circulam mais próximos à floresta tropical brasileira.

Será para medir esses poluentes e seu impacto nas mudanças climáticas que o Brasil instala o Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, na sigla em inglês), a maior estrutura do mundo dedicada a entender a interação entre a biosfera e a atmosfera.

A estrutura física da torre já foi concluída e, agora, em parceria científica com a Alemanha, o Brasil começa a instalar os equipamentos necessários para compreender melhor o aquecimento global.

O coordenador do projeto, Antonio Manzi, estima que tudo estará pronto até o final de 2016.

“A torre vai permitir um melhor conhecimento de mecanismos de medição de gases do efeito estufa. Isso será importante para criar modelos mais realistas do que acontece na atmosfera em termos de clima, poluição, qualidade do ar e transporte de poluentes”, afirma.

Manzi, que é pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), avalia que o tipo de informação da nova torre será superior ao já realizado por duas estruturas de 80 metros instaladas na  Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, onde a ATTO foi colocada.

O monitoramento do ar feito a partir da altura das torres atuais sofre influência do ciclo da floresta tropical, durante o processo de fotossíntese em que consome tanto o dióxido de carbono (CO2) produzido por ela quanto o presente na atmosfera.

“Esse gás é muito consumido pela vegetação durante a noite”, explica.

Já a Torre Alta da Amazônia, instalada cerca de 150 quilômetros de Manaus (AM), por estar muito acima da floresta, terá condições de medir melhor a carga de poluentes presentes no ar.

O equipamento de medição vai coletar dados sobre gases de efeito estufa, partículas de aerossóis, propriedades de nuvens, processos de camada-limite e transporte de massas de ar.

Os 325 metros da estrutura, mesmo tamanho da Torre Eiffel, vão permitir monitorar uma área de cerca de mil quilômetros quadrados (km²), algo inédito, que irá cobrir a deficiência existente atualmente na cobertura feita por satélites e outros instrumentos.

A Torre é uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Inpa, a Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e os institutos alemães Max Planck de Química e de Biogeoquímica.

O orçamento estimado no investimento da torre é de R$ 26 milhões, dividido em partes iguais entre os governos brasileiro e alemão. Outros R$ 2 milhões foram aplicados na infraestrutura da região da reserva onde o equipamento é instalado.

Ao final, a Torre Alta emitirá os dados coletados para 15 instituições científicas e tecnológicas e universidades do País.

(Fonte: ABr)

 

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Modelo desenvolvido pelo Climate Center, o maior e mais conceituado centro de estudos do clima do mundo, mostra que dois graus a mais coloca 280 milhões de pessoas fora de suas casas.
Mumbai, na Índia: à esquerda, nível do mar com 4°C de aquecimento; à direita, depois de 2°C. (Imagem: Climate Central/Divulgação)
Mumbai, na Índia: à esquerda, nível do mar com 4°C de aquecimento; à direita, depois de 2°C. (Imagem: Climate Central/Divulgação)

Xangai, Bombaim e Hong Kong vão desaparecer.

Hong Kong, Calcutá, Dacca, Jacarta, Hanói, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Nova Iorque e Tóquio, terão seu litoral drasticamente reduzido.

280 milhões de pessoas serão desalojadas de suas casas ou estabelecimentos comerciais.

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Estudo divulgado pela agência meteorológica do Reino Unido prevê chuvas intensas nas Américas e seca na África e Ásia nos próximos anos. Culpa do El Niño e do efeito estufa

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O El Niño e a emissão de gases de efeito estufa já estão causando estragos no clima do Planeta. Em 2015, a temperatura média da superfície da Terra está 0,68 graus centigrados acima da média registrada entre 1961 e 1990. E para os próximos dois anos, vai ficar ainda mais quente.

É o que diz um estudo divulgado pela agência meteorológica do Reino Unido, a Met Office. “Sabemos que tendências naturais afetam as temperaturas globais, mas as temperaturas muito quentes deste ano indicam o impacto continuo dos gases de efeito estufa”, disse Stephen Belcher, diretor da agência.

Para Rowan Sutton, pesquisador da Universidade de Reading, até 2016 teremos os anos mais quentes da história da Terra e “Isso não é um acaso. Vemos os efeitos da energia acumulados de forma constante nos oceanos e na atmosfera e eles são causados pelos gases do efeito estufa”, disse ele.

As causas

Vem do Oceano Pacifico as maiores ameaças ao aquecimento acelerado do Planeta. A inversão da corrente do Pacifico, causada pelo aquecimento do oceano e que provoca o fenômeno conhecido como El Niño, leva chuvas onde normalmente há seca e seca onde normalmente há chuvas, empurrando as temperaturas para cima.

Esse fenômeno, segundo os cientistas, nos próximos anos vai provocar estragos a nível mundial, como secas na África do Sul, leste da Ásia e Filipinas e tempestades e chuvas torrenciais nas Américas.

(Com informações do UOL)