energia limpa

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O investimento será de R$ 30 milhões e disponibilizará cerca de mil lotes com tamanhos e potencial de geração de 5, 10 e 33,3 kWp.
Condomínio solar. (Imagem: Cosol).
Condomínio solar. (Imagem: Cosol).

Projeto desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia vai construir, em Bom Jesus da Lapa, ainda em 2016, o primeiro condomínio solar do estado para abastecer de energia pequenas e médias empresas interessadas, como academias de ginástica, restaurantes, lojas de shopping, entre outros, de qualquer região do estado, desde que estejam conectadas à rede de abastecimento de energia do estado.

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“Estamos em busca de jovens criativos e engajados em desenvolver um negócio que seja financeiramente sustentável, gere benefícios sociais e permita o crescimento da energia solar no Brasil”, diz Bárbara Rubim.

Desafio-Sola

O Greenpeace Brasil e a incubadora de negócios sociais NESsT Brasil estão em busca de universitários com ideias criativas de modelos de negócios que possibilitem a democratização da energia fotovoltaica – e ainda tragam benefícios sociais aos brasileiros.

A energia solar fotovoltaica é uma das mais limpas quando o assunto é emissão de gases de efeito estufa. Essa fonte transforma vidas, pois gera empregos e expande o acesso à eletricidade. E, apesar de tudo isso, ainda precisa ter visibilidade e ganhar a atenção do governo e do mercado de negócios. Apenas 0,02% da matriz energética brasileira é solar. O Desafio foi criado para ajudar estudantes a desenvolver projetos inovadores que mudem essa realidade e para incentivar o empreendedorismo.

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Isso equivale, por exemplo, a um terço da energia produzida durante um ano na hidrelétrica de Itaipu
Um biodigestor, instalado para produzir energia. (Imagem: divulgação)
Um biodigestor, instalado para produzir energia. (Imagem: divulgação)

A produção de energia a partir do lixo não é novidade, embora esse potencial seja pouco explorado.

Segundo a Associação Brasileira de Biogás e Biometano – Abiogás, o Brasil poderia estar produzindo 37 milhões de megawatts de energia se fossem instalados biodigestores para aproveitar os gases emanados da degradação do material orgânico depositado em lixões do país. Isso equivale, por exemplo, a um terço da energia produzida durante um ano na hidrelétrica de Itaipu.

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Desenvolvido no Coppe/UFRJ, o ônibus elétrico tem tecnologia brasileira e vai transportar os atletas entre as vilas olímpicas
Movido a hidrogênio, a emissão de poluentes é zero. (Imagem: divulgação Coppe)
Movido a hidrogênio, a emissão de poluentes é zero. (Imagem: divulgação Coppe)

A frota de ônibus convencionais no Brasil emite 6,5 milhões de toneladas/ano de poluentes nas metrópoles brasileiras. Na tentativa de reverter esse quadro, o Centro de Tecnologia da Coppe – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveu um ônibus ecológico e politicamente correto.

O veículo, que utiliza de fontes renováveis de energia,  será utilizado durante os Jogos Olímpicos de 2016 para transporte dos atletas de um centro olímpico a outro.

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Marechal Cândido Rondon, no oeste paranaense, vai ser a primeira escola do estado a gerar sua própria energia.

criancafeliz

A previsão é que instalação da usina de micro geração na escola municipal Criança Feliz seja concluída até maio, com um investimento de R$ 100 mil. O sistema fornecerá energia suficiente para reduzir a conta de luz em R$ 1,5 mil por mês. O sistema contará com 50 placas fotovoltaicas fixadas ao telhado, com capacidade de produzir 13 mil Watt-pico.

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Programa do MME quer impulsionar geração de energia limpa. Incentivos  chegarão a R$ 100 bilhões até 2030

microgeracao

Para ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, por meio de fontes renováveis de energia, o Brasil, através do Ministério de Minas e Energia criou o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica. Divulgado na semana seguinte ao Acordo de Paris, o ProGD incorporou sugestões de entidades ambientais, como o WWF-Brasil.

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A linha de pesquisa está voltada à investigação em bioetanol e a outros biocombustíveis, à bioeletricidade e a produtos químicos derivados da biomassa

bioenergia

A Universidade Estadual de Campinas – Unicamp está criando o Laboratório de Pesquisa em Bioenergia, que irá operar vinculado ao seu Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético – Nipe.

O novo laboratório integra a infraestrutura do Centro Paulista de Pesquisa em Bioenergia – internacionalmente conhecido como SP Bioen Research Center (SPBioenRC) –, criado em 2009 por meio de um convênio firmado entre o governo do Estado de São Paulo, a Fapesp, a Unicamp, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade de São Paulo (USP).

A Unicamp integra o SPBioenRC desde o início do convênio, porém de forma descentralizada, explica à Agência Fapesp Telma Teixeira Franco, da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp, coordenadora do Nipe e do Laboratório de Pesquisa em Bioenergia. “O laboratório terá agora infraestrutura própria e reunirá pesquisadores seniores de diversas áreas, além de 10 jovens pesquisadores recentemente contratados no âmbito do SPBioenRC, todos com atividades alinhadas à investigação em bionenergia, especialmente ao bioetanol e a outros biocombustíveis, à bioeletricidade e a produtos químicos derivados da cana-de-açúcar e outras biomassas.”

O laboratório vai operar como um centro muldisciplinar, com infraestrutura de pesquisa associada às atividades desses novos pesquisadores e em rede com os demais laboratórios das universidades conveniadas. Contará também com um Conselho formado por sete especialistas na área que acompanhará o desenvolvimento das pesquisas.

De acordo com o convênio firmado em 2009, o governo estadual ficou responsável por financiar a infraestrutura do centro. As universidades estaduais investem na contratação de recursos humanos e a Fapesp financia os projetos desenvolvidos pelos pesquisadores vinculados ao SPBioenRC.

Cada universidade adotou um modelo diferente para aplicar os recursos. A Unicamp criou o Laboratório de Pesquisa em Bioenergia, a Unesp constituiu o Instituto de Pesquisa em Bioenergia (IPBEN), e a USP, o Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) em Biologia Celular e Molecular na Agropecuária (Biocema), o Centro de Processos Biológicos e Industriais para Biocombustíveis (CeProBIO), o Laboratório de Metabolômica e o The Biomass Systems and Synthetic Biology Center (BSSB).

No âmbito do SPBioenRC também foi criado um Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia, oferecido conjuntamente pelas três universidades.

(Fonte: EcoD)

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Burocracia, alto custo e falta de incentivo estão entre os fatores que impedem crescimento. Apesar disso, o Brasil quer chegar a 2024 com 700 mil mini ou microgeradores instalados, segundo a Aneel

energiasolar

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, o Brasil tem hoje apenas 500 imóveis com sistemas instalados de mini e microgeradores gerando energia limpa, a maioria deles através de células fotovoltaicas.

Entre os fatores que impedem o crescimento está a burocracia, a falta de incentivos, os altos custos de investimento e até mesmo a falta de conhecimento técnico no aproveitamento da energia produzida por geradores solares ou eólicos.

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    Instalar microgeradores de energia em casa é um ótimo negócio. Além de reduzir a conta, o excedente ainda pode ser distribuído na rede elétrica da sua cidade

    microgeracao

    Você já pensou em produzir a energia que precisa para consumir em casa?

    O que pouca gente sabe é que isso é um bom negócio, para você e para o meio ambiente. Se a fonte utilizada for limpa e renovável, como o sol ou o vento, a conta de luz no final do mês pode ser zerada. Economia no bolso e para o meio ambiente.

    A microgeração distribuída de energia é prevista e regulamentada pela Aneel. Funciona assim: um microgerador instalado em casa que produz a energia necessária para o consumo doméstico e ainda gera excedentes que podem ser compartilhados na rede elétrica, reduz o custo da conta de energia no final do mês. Um equipamento registra a quantidade de energia gerada pela residência. O excedente é convertido em reais que viram desconto na conta de luz e ela pode sair até de graça.

    Segundo a Aneel, até 2014 existiam no país 39 microgeradores de energia oficialmente registrados. Vinte projetos solares, dezoito projetos eólicos e um de biomassa. Outros 100 projetos estavam em fase de implantação.

    “Nossa expectativa é que até 2018 a gente tenha ai em torno de 30 mil pontos instalados no Brasil todo”, acredita Carlos Alberto Mattar, superintendente de regulação dos serviços de distribuição de energia elétrica da Aneel.

    Trinta mil pontos de microgeração equivaleriam a 2,5 gigawwats de potência, o suficiente para abastecer uma população de aproximadamente um milhão de pessoas.