energia

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    Até setembro, vídeos sobre o assunto serão exibidos em prédios públicos do Distrito Federal. Depois, seguem para o Rio de Janeiro.
    (Imagem: divulgação)
    (Imagem: divulgação)

    O projeto Transformação do Mercado de Eficiência Energética no Brasil (Projeto 3E) inaugura nesta segunda-feira (04/07), em Brasília, exposição para divulgação dos conceitos e programas de eficiência em edificações públicas e privadas. O prédio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) é o primeiro a receber os quatro totens interativos que exibirão vídeos sobre o assunto.

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      Com a missão de buscar soluções para que o transporte de carga pare de usar combustíveis fósseis, os suecos construíram uma rodovia para caminhões elétricos.
      Caminhão conectado a eHighway. (Imagem: divulgação Scania).
      Caminhão conectado a eHighway. (Imagem: divulgação Scania).

      O desafio é reduzir a contaminação produzida por caminhões de carga que, no país nórdico, representam 15% das emissões de dióxido de carbono.

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        Depois de 70 horas de voo o avião Solar Impulse 2 pousou em Sevilha, sul da Espanha, reforçando a ideia de que é possível voar sem o uso de combustíveis fósseis.
        Solar Impulse 2. (Imagem: divulgação).
        Solar Impulse 2. (Imagem: divulgação).

        O Solar Impulse 2 pousou pouco antes das 7h40 locais (2h40 de Brasília) no aeroporto de Sevilha, após uma viagem de 6.272 quilômetros sobre o Atlântico, em velocidade média de 50 quilômetros por hora. Este foi o primeiro voo transatlântico de um aeroplano alimentado por energia solar.

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        A ideia, além de transformar o lixo eletrônico em sistemas geradores de energia solar para comunidades carentes, gera empregos ao longo de toda a cadeia.
        O pesquisador também construiu um sistema de 12 volts completo, feito com três baterias de 3.100 miliamperes-hora de capacidade cada uma. (Imagem: Boucar Diouf/Kyung Hee University).
        O pesquisador também construiu um sistema de 12 volts completo, feito com três baterias de 3.100 miliamperes-hora de capacidade cada uma. (Imagem: Boucar Diouf/Kyung Hee University).

        Um engenheiro coreano desenvolveu um modelo de reciclagem das baterias de íons de lítio de celulares que, além de transformar o lixo eletrônico em sistemas geradores de energia solar para comunidades carentes, gera empregos ao longo de toda a cadeia.

        Apesar do preço salgado, os usuários abandonam seus telefones celulares após uma vida útil média de apenas três anos, enquanto as baterias de íons de lítio desses aparelhos duram em média cerca de cinco anos.

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        O investimento será de R$ 30 milhões e disponibilizará cerca de mil lotes com tamanhos e potencial de geração de 5, 10 e 33,3 kWp.
        Condomínio solar. (Imagem: Cosol).
        Condomínio solar. (Imagem: Cosol).

        Projeto desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia vai construir, em Bom Jesus da Lapa, ainda em 2016, o primeiro condomínio solar do estado para abastecer de energia pequenas e médias empresas interessadas, como academias de ginástica, restaurantes, lojas de shopping, entre outros, de qualquer região do estado, desde que estejam conectadas à rede de abastecimento de energia do estado.

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        Danos ao meio ambiente, à produção agrícola e à saúde das pessoas estão entre as preocupações da população e dos ambientalistas
        (Infográfico: Revista Planeta)
        (Infográfico: Revista Planeta)

        Na contramão das energias renováveis a exploração do xisto como fonte de energia vem causando polêmica entre os ambientalistas e a população que habita as áreas de mineração.

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        “Estamos em busca de jovens criativos e engajados em desenvolver um negócio que seja financeiramente sustentável, gere benefícios sociais e permita o crescimento da energia solar no Brasil”, diz Bárbara Rubim.

        Desafio-Sola

        O Greenpeace Brasil e a incubadora de negócios sociais NESsT Brasil estão em busca de universitários com ideias criativas de modelos de negócios que possibilitem a democratização da energia fotovoltaica – e ainda tragam benefícios sociais aos brasileiros.

        A energia solar fotovoltaica é uma das mais limpas quando o assunto é emissão de gases de efeito estufa. Essa fonte transforma vidas, pois gera empregos e expande o acesso à eletricidade. E, apesar de tudo isso, ainda precisa ter visibilidade e ganhar a atenção do governo e do mercado de negócios. Apenas 0,02% da matriz energética brasileira é solar. O Desafio foi criado para ajudar estudantes a desenvolver projetos inovadores que mudem essa realidade e para incentivar o empreendedorismo.

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          Cientistas americanos querem reaproveitar cerca de 400 mil toneladas de tomates que iriam para o lixo para produzir energia

          tomates

          Uma equipe de cientistas está explorando uma fonte, no mínimo, incomum de eletricidade: tomates danificados que são considerados impróprios para venda no supermercado.

          O projeto piloto envolve uma célula a base de combustível biológico que utiliza resíduos de tomate que sobraram das colheitas na Flórida, nos Estados Unidos.

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          Isso equivale, por exemplo, a um terço da energia produzida durante um ano na hidrelétrica de Itaipu
          Um biodigestor, instalado para produzir energia. (Imagem: divulgação)
          Um biodigestor, instalado para produzir energia. (Imagem: divulgação)

          A produção de energia a partir do lixo não é novidade, embora esse potencial seja pouco explorado.

          Segundo a Associação Brasileira de Biogás e Biometano – Abiogás, o Brasil poderia estar produzindo 37 milhões de megawatts de energia se fossem instalados biodigestores para aproveitar os gases emanados da degradação do material orgânico depositado em lixões do país. Isso equivale, por exemplo, a um terço da energia produzida durante um ano na hidrelétrica de Itaipu.

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          Desenvolvido no Coppe/UFRJ, o ônibus elétrico tem tecnologia brasileira e vai transportar os atletas entre as vilas olímpicas
          Movido a hidrogênio, a emissão de poluentes é zero. (Imagem: divulgação Coppe)
          Movido a hidrogênio, a emissão de poluentes é zero. (Imagem: divulgação Coppe)

          A frota de ônibus convencionais no Brasil emite 6,5 milhões de toneladas/ano de poluentes nas metrópoles brasileiras. Na tentativa de reverter esse quadro, o Centro de Tecnologia da Coppe – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveu um ônibus ecológico e politicamente correto.

          O veículo, que utiliza de fontes renováveis de energia,  será utilizado durante os Jogos Olímpicos de 2016 para transporte dos atletas de um centro olímpico a outro.