frutos urbanos

A primeira coisa a se aprender sobre o figo é que ele não é fruto, mas uma flor. Isso mesmo. Assim como a alcachofra é uma flor e as alcaparras são botões de flores em conserva, o figo é na verdade uma flor invertida que se abre dentro de uma vagem em formato de pera, que, mais tarde, amadurece e se converte no fruto que comemos.

Rico em fibras, vitaminas e minerais, o figo possui um sabor adocicado e uma textura lisa e crocante, devido à presença de suas sementes.

O figo ajuda no controle do colesterol

Por ser rico em fibras, ácidos graxos e antioxidantes, as folhas do figo podem ser utilizadas para diminuir o nível de triglicerídeos. Com isso, reduzem os níveis de colesterol ruim (LDL) e aumentam os do bom (HDL), o que evita o acúmulo de gordura nas artérias, e consequentemente o seu possível entupimento, que pode gerar até infartos.

Figo previne doenças cardiovasculares

O figo tem altíssimo teor de potássio e baixo em sódio. Esse mineral exerce um efeito positivo no tônus vascular, contribuindo para a redução da pressão arterial e auxiliando a pressão cardíaca por conter os ácidos graxos essenciais, ômega 3 e 6, além de fenol. É bom lembrar que o excesso de sódio aumenta a pressão arterial, o que pode levar à hipertensão.

Figo ajuda a emagrecer

Rico em fibras, o figo também combate à constipação, pois ajuda a regular o intestino. Além disso, esse nutriente confere saciedade, e com isso evita a compulsão alimentar, e consequentemente colabora no processo de emagrecimento.

Bom para a pele

O figo também contém vitamina C e as do complexo B, que possuem fator antioxidante. Com isso, melhoram a aparência da pele, deixando-a mais saudável e longe das inflamações que causam a acne. Uma dica é fazer um esfoliante com o fruto, mel e açúcar.

Figo contribui no tratamento de diabetes

Estudos afirmam que o ácido clorogênico pode ajudar a controlar os níveis glicêmicos, o que torna este fruto uma boa opção para pessoas com diabetes mellitus tipo II.

Fonte de energia

Os figos secos, além de conterem variados antioxidantes, vitaminas e minerais, são ainda uma excelente fonte de energia concentrada. Ao contrário dos figos frescos, onde 100g contêm cerca de 74 calorias, no caso dos secos, 100g possuem quase 250 calorias. Com isso, eles mais uma vez dão saciedade e diminuem a fome.  (Com informações do VivaMelhor)

Rico em antioxidantes, a fruta, que pode ser encontrada nas ruas de algumas cidades, é conhecida por proteger o corpo contra o câncer e outras doenças crônicas.
Encontrado também nos jardins e ruas de algumas cidades, o pêssego é benéfico para a saúde. (Imagem: MS).
Encontrado também nos jardins e ruas de algumas cidades, o pêssego é benéfico para a saúde. (Imagem: MS).

Uma fruta que já era cultivada há 2.000 a.C. e apreciada por reis e imperadores da China, Grécia e Pérsia que chegou aos nossos dias como uma fonte rica em vitaminas, capaz de contribuir para o equilíbrio da saúde.

Esse é o pêssego, fruto do pessegueiro, introduzido no Brasil por volta de 1532 por Martim Afonso de Sousa, que trouxe mudas da ilha da Madeira e as plantou na capitânia de São Vicente.

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O consumo das frutas e do chá de amoreiras contribui para fortalecer o sistema imunológico e reduzir o colesterol.
Amora: deliciosa na geleia e boa pra saúde.
Amora: deliciosa na geleia e boa pra saúde.

Uma planta com frutos saborosos e folhas casca e raízes com potencial curativo.

Da amoreira-silvestre, tudo se aproveita. Os frutos se transformam em deliciosa geleia. As folhas, ricas em Vitamina C, são usadas para fazer chá. A casca e as raízes são usadas na forma de infusão.

Suas propriedades curativas são usadas contra diarreias, gastrites, hemorroidas, inflamação intestinal e na boca e para tratar amigdalite. O consumo das frutas e do chá contribui para fortalecer o sistema imunológico e reduzir o colesterol.

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Encontrado nas ruas e praças das cidades e nas matas nativas do sul do país, o pinhão é benéfico à saúde

pinha

Alimento rico em nutrientes benéficos à saúde, o pinhão é o prato da vez no inverno da região Sul do país. Uma porção de 100 g é abundante em proteínas (3,94 g), cálcio (35 mg), ferro (70 mg), fósforo (136 mg) e vitaminas A, B1 e C. No total, serão consumidas 196 kcal e 1,34 g de gorduras.

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Comum em algumas cidades do sudeste e sul do país, o fruto da pitangueira previne doenças como a osteoporose
pitanga (Eugenia uniflora L., dicotiledônea da família das mirtáceas). (Imagem: M. Scotti).
pitanga (Eugenia uniflora L., dicotiledônea da família das mirtáceas). (Imagem: M. Scotti).

Fruto da pitangueira, uma árvore nativa originária da Mata Atlântica brasileira, a pitanga (Eugenia uniflora L., dicotiledônea da família das mirtáceas),é rica em vitaminas A e C, cálcio, fósforo e ferro, o que significa potencial antioxidante, favorável à prevenção de doenças como a osteoporose. No fruto ainda se encontram antocianinas e fenóis, substâncias capazes de prevenir doenças degenerativas e na proteção de moléculas de DNA.

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Rica em vitamina C , vitaminas do complexo B , vitamina A , ferro, cálcio, fosforo e fibras, o maracujá vem ocupando espaço em praças e ruas das cidades
Maracujá, fruto do maracujazeiro plantado na praça Bento Munhoz da Rocha, em Curitiba. (Imagem: M. Scotti)
Maracujá, fruto do maracujazeiro plantado na praça Bento Munhoz da Rocha, em Curitiba. (Imagem: M. Scotti)

Amarelo ou roxo, não importa. O maracujá é hoje uma fruta tão popular que esta nascendo nas ruas das cidades, em parreiras ou se apossando das árvores urbanas plantadas nas calçadas e praças.

O que importa é que o maracujá é bom para a saúde.

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Frutos Urbanos: com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, a romã também cresce nas ruas das cidades
Romã, fruto da romãzeira, plantada na rua Baltazar Carrasco dos Reis, em Curitiba. (Imagem: Ineam)
Romã, fruto da romãzeira, plantada na rua Baltazar Carrasco dos Reis, em Curitiba. (Imagem: Ineam)

Uma fruta que acompanha a história da humanidade há pelo menos quatro mil anos. Historiadores registraram restos da fruta em túmulos egípcios.

A romã (“Punica granatum”) tem sua origem no oriente médio, Ásia Menor. A romãzeira encontrou em Israel um de seus maiores produtores. É uma planta que se adapta a climas tropicais e subtropicais.