gestão ambiental

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A tecnologia a serviço do meio ambiente chegou aos aparelhos celulares através de aplicativos.

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Os apps ajudam a reduzir o consumo de energia, controlar o consumo de água no banho e buscar informações precisas sobre emissão de carbono ou dicas ambientais. Confira os aplicativos e saiba onde pode baixa-los.

UNEP Carbon Calculator

Desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a UNEP Carbon Calculator ajuda a calcular o impacto diário no meio ambiente. O objetivo do aplicativo, que é em inglês, é reduzir as emissões de gás carbônico na atmosfera e, assim, diminuir o efeito estufa. Ele dá informações sobre como, por exemplo, podemos reduzir os danos às florestas como consumidores e ainda calcula a emissão de poluentes em viagens de avião, trem ou carro.

Download: https://itunes.apple.com/br/app/unep-carbon-calculator/id479908091?mt=8.

Rota da Reciclagem

Pontos de coleta de lixo reciclável podem estar disponíveis no seu celular através do app desenvolvido em parceria com a Tetra Pak. O “Rota da Reciclagem” mostra os pontos de coleta de qualquer tipo de lixo reciclável na região onde o cidadão está, informando ainda onde estão localizadas as cooperativas de catadores e empresas que compram materiais recicláveis.

O aplicativo pode ser baixado no endereço https://itunes.apple.com/br/app/rota-da-reciclagem-tetra-pak/id483224874?mt=8.

Sai desse banho

Você sabe quantos litros de água gasta ao tomar o seu banho? Com o aplicativo “Sai desse banho” vai ficar fácil descobrir. O app funciona como uma espécie de despertador para tentar reduzir o tempo de banho para 12, 8 ou 4 minutos. O usuário determina o tempo desejado e, se passar desse tempo, o app vai começar a tocar uma música muito irritante no iPhone até que você saia do banho e o desligue. Além de tirar o cidadão do banho, o aplicativo informa ainda quantos litros de água estão sendo economizados.

Download no endereço https://itunes.apple.com/br/app/sai-desse-banho/id473676325?mt=8.

Eco Charger

O Eco Charger é perfeito para quem esquece o smartphone carregando durante horas mesmo que a bateria já esteja carregada. Deixando seu telefone plugado na tomada com a bateria carregada ele continua consumindo em média 1 W (ou 1 joule por segundo). Levando em consideração os bilhões de celulares que existem no mundo, imagine o consumo de energia diário à toa se todo mundo fizer isso. O Eco Charger envia notificações sempre que seu smartphone atingir 100% de bateria para que você se lembre de tirá-lo da tomada. Ele ainda dá informações úteis sobre sua bateria, como a temperatura e a voltagem e emite notificações de alta tensão.

Download para o sistema Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.asrtech.ecocharger&hl=pt_BR

Green Tips

O app, todo em inglês, traz mais de 150 dicas simples elaboradas pela European Environment Agency. Com elas, você pode reduzir o consumo e emissão de carbono com pequenas ações diárias, usando dicas relacionadas a água, transporte, lixo, recursos naturais, consumo doméstico, mudanças climáticas, biodiversidade e muito mais. Se você gostar muito de uma dica, pode compartilhá-la no Facebook ou Twitter.

Download: Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.mobilendo.greentips&hl=pt_BR) e Windows Phone (https://www.microsoft.com/pt-br/store/apps/green-tips/9nblggh08qk5).

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Segundo a ONU, cerca de 1,6 bilhão de pessoas depende diretamente das florestas para sobreviver
Floresta Ombrófila, espécies da Mata Atlântica. (Imagem: Ibama)
Floresta Ombrófila, espécies da Mata Atlântica. (Imagem: Ibama)

Comida, combustível, abrigo e renda. É o que a floresta serve a cerca de 1,6 bilhão de pessoas em todo o mundo, incluindo mais de 2 mil culturas indígenas. A informação é da Organização das Nações Unidas e diz também que 13 milhões de hectares de florestas são destruídos todos os anos.

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Cultivando Água Boa, programa implantado pela Itaipu no oeste paranaense, é referência mundial na gestão das águas e recuperação de microbacias
Mata ciliar recuperada às margens do lago da usina de Itaipu, resultado do programa. (Imagem: Itaipu)
Mata ciliar recuperada às margens do lago da usina de Itaipu, resultado do programa. (Imagem: Itaipu)

A internacionalização do programa Cultivando Água Boa (CAB), liderado pela Itaipu Binacional e com a participação de centenas de parceiros do Oeste do Paraná, se consolidou em 2014. Além da adoção da metodologia do programa em doze microbacias hidrográficas espalhadas pela América Latina, há outras duas na Espanha, e é crescente o interesse de organismos internacionais e de governos pelo programa.

Para Josefina Maestu, diretora do programa Década da Água da Organização das Nações Unidas (ONU), o CAB chama a atenção pelo “nível de compromisso muito forte” de todos os atores envolvidos. “É responsabilidade da ONU estar atenta às boas políticas públicas e boas práticas para disponibilizar essas experiências para todos os estados-membros. E estamos recomendando a experiência da Itaipu com o CAB aos governos que nos procuram”, afirmou.

A estratégia do programa está na metodologia para ampliar a participação e o empoderamento das comunidades. Outro aspecto importante é a gestão por microbacias e a maneira como são definidos os papéis dos atores nos projetos de recuperação.

Algumas experiências concretas de replicação da metodologia do CAB se encontram no mesmo contexto da Bacia do Prata, no sul do continente. Conforme explica o secretário geral do Comitê Intergovernamental Coordenador dos Países da Bacia do Prata (CIC), o uruguaio José Luis Genta, o CIC, que havia perdido o seu papel político após a formação do Mercosul, mudou sua vocação para o apoio ao desenvolvimento sustentável da região e para a execução do programa Marco (de gestão dos recursos hídricos, com apoio do Pnuma).

“Nesse contexto, o programa CAB surgiu como um elemento com grande potencial integrador dos países do Prata. Hoje, já temos programas semelhantes nas duas outras binacionais da bacia (Yacyretá e Salto Grande) e outros projetos-piloto com metodologia do CAB estão em fase de implantação na Argentina, Paraguai e Uruguai. Agora, queremos ampliar esses projetos”, afirmou Genta, ressaltando que 60% do território da América do Sul pertence às três grandes bacias do continente (do Amazonas, do Orinoco e do Prata), daí a importância da gestão socioambiental desses territórios. No total, seis microbacias estão sendo trabalhadas por Yacyretá e Salto Grande.

Outra experiência concreta de cooperação está na Espanha, mais precisamente no País Basco, onde está localizada a Capital Verde da Europa, Vitoria-Gastéiz. A cidade já conta com um programa semelhante ao CAB, porém voltado à gestão do espaço urbano. Agora, a ideia é recuperar a microbacia do rio Zadorra, afluente do Ébrio, que banha a cidade.

Segundo Iñigo Bilbao, diretor de Relações Internacionais da Prefeitura de Vitoria-Gastéiz, a metodologia do CAB será aplicada em diversas iniciativas, como a recuperação das margens do Zadorra, na promoção da agroecologia e no cultivo de plantas medicinais, sempre reproduzindo os mesmos critérios de governança em parceria com as comunidades locais, característica principal do programa da Itaipu.

“Nossas plantas medicinais estão ameaçadas. Estamos criando um banco de germoplasma, junto ao jardim botânico, para poder preservá-las. Acreditamos que com um programa como o do CAB, de incorporar os fitoterápicos ao sistema de saúde, poderemos reforçar isso”, afirmou Bilbao.

Em 2013, o CAB se tornou uma política de cooperação do governo brasileiro, com apoio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e Agência Nacional de Águas (ANA). Na época, foi firmado um convênio para replicação da metodologia do CAB junto a oito países ibero-americanos.

A parceria com Vitoria-Gastéiz se dá nesse contexto e os projetos-piloto já estão em execução na Guatemala e República Dominicana, como resultado desse convênio. Além dos países mencionados, representante das Nicarágua, Chile, Costa Rica e França também participam do Encontro CAB 2014.

Outra experiência do CAB que iniciará em breve na Espanha é nas cercanias de Madri. O vice-conselheiro de Meio Ambiente da prefeitura da capital espanhola, Enrique Ruiz, explicou que, assim como Vitoria-Gastéiz, o governo local quer replicar o programa da Itaipu na área rural, complementando a gestão das águas que é realizada no âmbito urbano.

“Queremos dar mais sustentabilidade à agricultura e à pecuária que é praticada no entorno de Madri”, afirmou Ruiz. “Creio que o principal valor do CAB é unir as pessoas em torno da questão da água e do território”.

Na Guatemala , o CAB está em implantação – identificação de atores e sensibilização – em três microbacias hidrográficas ligadas aos projetos hidrelétricos El Porvenir, do Instituto Nacional de Eletrificação (Inde), e Renace 4, do consórcio Multi Inversiones, e também à mina El Escobal, da mineradora San Rafael.

“Entendemos que o CAB oferece uma resposta às demandas sociais das comunidades do entorno desses projetos, além de contar com um modelo de interlocução com essas comunidades. E, também, contribui para a preservação da água, viabiliza a hidroeletricidade e aumenta o nível de conhecimento sobre os projetos hidrelétricos”, afirmou Carmen Yolanda Magzul López, do Vice-Ministério de Desenvolvimento Sustentável da Guatemala.

Na República Dominicana, são outras três microbacias (Rio Grande, Arrio Gurabo e Rio Maimón), todas próximas a mineradoras. No último mês de outubro, foram realizadas as Oficinas do Futuro (método de diagnóstico dos problemas e planejamento das ações, baseado em Paulo Freire).

“O CAB é uma ferramenta de engenharia social que integra as comunidades ao meio ambiente. Além disso, é também uma ferramenta que permite conformar o comitê gestor com participação direta dos mais vulneráveis, junto com o setor público e privado”, garante o assessor do Ministério de Energia e Minas e diretor do CAB Guatemala, Yossi Abadi.

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“Anualmente, desaparecem milhares de espécies vegetais e animais, que já não poderemos conhecer, que os nossos filhos não poderão ver, perdidas para sempre”, diz a carta “Louvado Sejas”, escrita pelo Papa.

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A encíclica divulgada pelo Vaticano expõe o modelo de desenvolvimento praticado no mundo como insustentável e chama a humanidade à uma mobilização por um mundo socialmente justo e ambientalmente equilibrado.

“Tudo está conectado”, diz a primeira encíclica escrita por Francisco. O ser humano não está dissociado da Terra ou da natureza, eles são partes de um mesmo todo. Portanto, destruir a natureza equivale a destruir o homem. E destruir o homem, para os católicos, é pecado. Da mesma forma, não é possível falar em proteção ambiental sem que esta envolva também a proteção ao ser humano, em especial os mais pobres e vulneráveis. Segundo o Papa, isso é “ecologia integral”.

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Hoje não é mais possível uma pessoa saber de tudo um pouco. No máximo sabemos um pouco de quase nada, mas uma aprendizagem torna-se fundamental, a aprendizagem do sentido da vida.

 sustentabilidade

Por Berenice Gehlen Adams – Eu aprendo, tu aprendes, nós aprendemos e mudamos o mundo. É assim, aprendendo cada vez mais, que nós, humanos, mudamos o ambiente em que vivemos.Transformamos pedra, madeira, areia, em objetos; plantas e animais em alimentos, graças ao fogo e aos processos tecnológicos; e é assim que transformamos o mato em terra árida, os rios em esgotos, o céu azul em cinza, e seguimos modificando o mundo. Alguns cientistas equiparam essa transformação aos efeitos devastadores de meteoritos que atingiram a Terra, antigamente.

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O fundamental, segundo os especialistas, é dar ao aluno condições que lhe permitam ter atitudes voltadas à preservação dos recursos naturais

escolasustentavel

Buscar o desenvolvimento sustentável é praticar ações que não desrespeitem o planeta em que vivemos e ao mesmo tempo permitam satisfazer as necessidades humanas.

O físico Fritjof Capra já dizia que a vida é uma teia, uma grande rede onde tudo se entrelaça. A permacultura, termo criado em 1970, diz que o homem deve se integrar permanentemente à dinâmica da natureza, retirando dela o que precisa e devolvendo a ela o que é necessário para que continue viva.

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Objetivo é implantar em todos os campi os princípios da sustentabilidade
Universidade de São Paulo.
Universidade de São Paulo.

A Superintendência de Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo – USP está elaborando, em conjunto com 11 grupos de trabalho envolvendo todos os campi da universidade, políticas ambientais que permitam à instituição caminhar para a sustentabilidade no futuro.

Entre os grupos formados para o estudo das políticas, estão Edificações Sustentáveis, Superintendência de Gestão Ambiental, Educação Ambiental, Uso e Ocupação Urbana e Rural, Energia, Emissão de Gases, Áreas Verdes e Reservas Ecológicas, Gestão de Fauna, Água e Efluentes, Mobilidade, Sustentabilidade na Administração e Resíduos.

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    Conselho para o Desenvolvimento Sustentado lança publicação sobre gerenciamento dos recursos hídricos

     

    nascente

    “Gerenciamento de Riscos Hídricos no Brasil e o Setor Empresarial: Desafios e Oportunidades”. Esta é a publicação lançada pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, na última semana de março, durante o Seminário de Segurança Hídrica, realizado na sede da Fiesp, em São Paulo.

     “A relação entre água, comida e energia precisa ser pensada de forma integrada e convergente. A publicação que estamos lançando hoje mostra o compromisso do setor empresarial com o tema e traz exemplos que precisam ganhar escala. É importante frisar que, cada vez mais, temos que nos adaptar e usar esse recurso de forma mais consciente”, disse Marina Grossi, presidente do conselho.

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    Sustentabilidade é um conceito que está relacionado diretamente com a forma de intervenção do homem no meio ambiente

    sustentabilidade

    Por Mary Lúcia Andrade Correia – Muito se tem falado em sustentabilidade ambiental, mas como alcançá-la? De que forma podemos trabalhar ou desenvolver nossas atividades no dia a dia com sustentabilidade? O termo sustentabilidade pode ser aplicado em vários setores, tais como: empreendimentos da construção civil, consumo, setor automobilístico, vestuário, agricultura, indústria, transportes, educação etc. Neste sentido, a busca de novas tecnologias e estratégias na tentativa da harmonização de políticas públicas, sociais, econômicas e ambientais tem sido uma preocupação no desenvolvimento sustentável.

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    A sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente
    É preciso educar para a sustentabilidade.
    É preciso educar para a sustentabilidade.

    Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.