gestão urbana

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Descoberta durante um levantamento da Secretaria do Meio Ambiente, a área conserva espécies que não eram encontradas na capital há mais de 50 anos.
A estação conserva espécies que remontam à época da colinização da cidade. (Imagem: Sema)
A estação conserva espécies que remontam à época da colinização da cidade. (Imagem: Sema)

270 mil metros quadrados de uma área vizinha ao zoológico de Curitiba, onde já foram identificadas em torno de 200 espécies vegetais específicas dos campos de altitude da capital paranaense – 170 delas inéditas, além de dezenas de espécies arbóreas, é a mais nova área de preservação do estado.

Batizada de Estação Ecológica Campos Naturais de Curitiba Tereza Urban, homenagem  à jornalista, escritora e ambientalista curitibana, a área é de grande valor científico, ecológico, histórico e cultural, já que remonta aos primórdios da região, num período muito anterior à ocupação humana. Segundo o biólogo, José Tadeu Motta, do Museu Botânico de Curitiba, foram encontradas espécies que não eram coletadas no Paraná desde a década de 60, como as Solanaceae e Polygalaceae, além de espécies em extinção como o Xaxim e as Araucárias.

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Programa da empresa Tetra Pak seleciona cooperativas e doa equipamentos para incentivar a cadeia da reciclagem no Brasil.
Usina de reciclagem. (Imagem: Tetra Pak).
Usina de reciclagem. (Imagem: Tetra Pak).

Prensa, balança, esteira de triagem e empilhadeira são equipamentos utilizados na triagem de materiais recicláveis e que podem ser pleiteados por cooperativas de catadores de todo Brasil através de um programa desenvolvido pela Tetra Pak que contribui para modernizar e incentivar a cadeia da reciclagem no Brasil.

Para se inscrever no programa de cessão de equipamentos da empresa, as entidades interessadas devem entrar em contato pelo email falecom.meioambiente@tetrapak.com.

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Uma cidade que constrói rodovias e ruas terá mais carros circulando. Se forem ciclovias, serão mais bicicletas.
Margens do rio Sena, em Paris, foram transformadas em local de lazer para a população.
Margens do rio Sena, em Paris, foram transformadas em local de lazer para a população.

Em 15 anos, a capital francesa reduziu em 28% o número de carros que circulam pelas ruas e cerca de um milhão de pessoas utilizam diariamente o transporte público. Paris mudou graças às políticas públicas adotadas pela administração municipal e a campanhas de conscientização e incentivo ao uso de meios alternativos de transporte, entre eles a bicicleta.

Com isso, o ar de Paris também mudou.

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Arquitetos, engenheiros e urbanistas cariocas e de Brasília (DF) tiveram a oportunidade, em novembro, de saber um pouco mais sobre como transformar ideias em realidade.
Na Indonésia, uma escola sustentável, construída com bambu.
Na Indonésia, uma escola sustentável, construída com bambu.

Como promover uma cultura construtiva que esteja em sintonia com a natureza e aproveite melhor recursos como luminosidade, ventilação, temperatura ambiente, gere menos resíduos e evite a emissão de gases de efeito estufa?

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O plantio de uma espécie errada para esse ambiente é certeza de dor de cabeça no futuro.
Dê preferência a espécies nativas quando for plantar uma árvore. (Imagem: M. Scotti).
Dê preferência a espécies nativas quando for plantar uma árvore. (Imagem: M. Scotti).

Um dos problemas mais sérios das cidades é a impermeabilização do solo. A cobertura de concreto que facilita o deslocamento das pessoas e dos veículos também traz consequências para o meio ambiente e para os próprios habitantes da cidade. A concentração de concreto eleva a temperatura, reduz a possibilidade de infiltração da água prejudicando o abastecimento do lençol freático e causa sérios danos nos casos de chuvas torrenciais.

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Morador de Curitiba transforma jardim com árvores nativas.
Árvores na cidade contribuem para melhorar o meio ambiente urbano. (Imagem: M. Scotti).
Árvores na cidade contribuem para melhorar o meio ambiente urbano. (Imagem: M. Scotti).

A contribuição de cada um para o meio ambiente mais saudável é sempre muito bem vinda. É o caso por exemplo do plantio de árvores na cidade. Gaúcho, morador do bairro Cajuru, em Curitiba, que o diga: “Plantar uma árvore é uma forma de ajudar a natureza a seguir o seu caminho”.

Gaúcho mora e tem um comércio no bairro desde 1992 e plantou quase uma bosque no jardim em frente à sua casa. “Aqui tem guatambu, aroeira, araucária e outras espécies mais”, conta ele, que procurou árvores nativas para plantar. “Elas precisam ser espécies adaptadas, para não darem problema depois”, ensina o comerciante.

O exemplo de Gaúcho é para ser seguido. Ele conta que com as árvores não precisa de ar condicionado, tem um ambiente mais fresco, tem sombra e ar puro e ainda em dias de muita chuva, a água penetra na terra mais facilmente.

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Iniciativas sustentáveis na administração pública são premiadas em Brasília

logisticareversa

Um novo sistema de controle de incêndios, um ônibus elétrico, uma rede de sustentabilidade, a gincana escolar, plantio de árvores nativas em áreas degradadas, viveiro de mudas mantido por detentos de presídio. Essas e outras iniciativas concorreram ao 6º Prêmio de Boas Práticas na Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P). A premiação acontece hoje (26/10), no auditório do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

A premiação, que ocorre a cada dois anos, tem por objetivo reconhecer e dar visibilidade aos projetos implementados pelos órgãos.

Segundo o jornal francês Les Echos, são jogados fora 4,7 bilhões de copos de plástico por ano. Para piorar, só 1% de tudo isso tem a reciclagem como destino.

copos

A França se tornará o primeiro país do mundo a banir a venda de copos, pratos e talheres de plástico descartáveis, em uma lei que entrará em vigor em 2020. Serão aceitas exceções para produtos fabricados com pelo menos 50% de materiais biodegradáveis, que aumentará para 60% em janeiro de 2025. Segundo o jornal francês Les Echos, são jogados fora 4,7 bilhões de copos de plástico por ano. Para piorar, só 1% de tudo isso tem a reciclagem como destino.

Aprovada na Câmara Federal e prestes a passar pela votação do Senado, a Medida Provisória 735 do governo Temer estabelece um programa de incentivo a usinas termelétricas a carvão.
Usina termoelétrica de Candiota. (Imagem: Agência Brasil).
Usina termoelétrica de Candiota. (Imagem: Agência Brasil).

De acordo com Ricardo Baitelo, coordenador de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, a inserção silenciosa desta emenda teve como objetivo deixar desapercebida uma medida que vai claramente contra os objetivos do país no combate às mudanças climáticas e ao que se comprometeu na ratificação do acordo para o clima. As usinas a carvão são responsáveis por 46% dos gases de efeito estufa emitidos por uso de energia no planeta, mas há uma tendência internacional contrária a este movimento.

A ideia é desafogar o trânsito e melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos que moram na capital paulista.
Ciclovia em São Paulo. (Imagem: Agência Brasil).
Ciclovia em São Paulo. (Imagem: Agência Brasil).

A partir do dia 1º de janeiro de 2017, quem usar a bicicleta como meio de transporte na cidade de São Paulo poderá trocar suas pedaladas por créditos.

O programa Bike SP nasce do Projeto de Lei 147/2016, aprovado recentemente pelo Executivo municipal. O crédito será pago através do Bilhete Modalidade (uma expansão do Bilhete Único), utilizado na cidade no transporte público.

O foco é desafogar o sistema de transporte público, hoje totalmente saturado, e diminuir o número de carros nas ruas, melhorando a mobilidade urbana. A estimativa é de que pelo menos 20% dos moradores da cidade abracem essa ideia.

O projeto funcionará de maneira objetiva: cada viagem de bicicleta valerá R$ 1,91 – valor que a prefeitura deixará de pagar às empresas de São Paulo por usuário – e o crédito poderá ser usado no Bilhete Único mensal, em serviços, para o pagamento de serviços públicos ou até para a compra de uma bicicleta nova. As maiores informações sobre como o monitoramento será realizado serão apresentadas em até 90 dias.