Meio Ambiente

Ideia é envolver os moradores na produção de hortaliças e ocupar o espaço ocioso na cidade.

 

Mudar o comportamento do cidadão que vive na cidade, promover o respeito ao meio ambiente e ocupar os terrenos ociosos como área de terapia ocupacional para a terceira idade e promover a integração entre os moradores de uma mesma comunidade. Esses os objetivos do programa de Hortas Comunitárias e Compostagem criado pela Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

“É uma forma de promover inclusão social produtiva de cidadãos e grupos sociais, mediante apoio e iniciativas que visem à cooperação na produção agroecológica de alimentos de forma solidária e voluntária, para o autoconsumo”, explicou o criador da proposta, Alex Knak.

 

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Consulta pública no litoral do Paraná vai decidir pela mudança de categoria e ampliação do parque estadual.

 

Visando dar mais transparência e garantir a participação da população nas decisões de melhoria ambiental, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) e com apoio da Prefeitura de Paranaguá – promovem no próximo dia 23, uma Consulta Pública para ampliação e mudança da Categoria de uso da Florestal Estadual do Palmito.
(Foto: Divulgação IAP).

Criada em junho de 1998 com o objetivo de diminuir a exploração ilegal e predatória de palmito nativo, garantir a sustentabilidade local dessa espécie e proporcionar uma opção de lazer à população, a Floresta Estadual do Palmito, no litoral paranaense, pode se tornar uma área de proteção integral e ganhar mais 1.2oo hectares de área. Para que isso aconteça, o Instituto Ambiental do Paraná vai promover, no próximo dia 23 de maio, uma consulta pública junto à população, em Paranaguá.

Para embasar as informações e apresentações que serão feitas, o IAP publicou em seu site, os estudos técnicos referentes a fauna e flora local, os limites da ampliação, justificativas técnicas, entre outros.

Acesse http://www.iap.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1503

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2,3 milhões de imagens de plantas brasileiras que foram resgatadas em países estrangeiros estão à disposição para quem quer conhecer a rica diversidade da flora do país.

 

Toda essa riqueza faz parte do Reflora, programa brasileiro que tem o objetivo de resgatar dados e amostras de plantas brasileiras depositadas em museus e instituições estrangeiras. 959 mil dessas imagens foram repatriadas de herbários fora do Brasil, de oito herbários: Royal Botanic Gardens, Kew; Muséum National d’Histoire Naturelle de Paris; Royal Botanic Garden Edinburgh; Missouri Botanical Garden; The New York Botanical Garden; Swedish Museum of Natural History; Smithsonian Institution e Natural History Museum of Vienna.

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro é o local onde fica a base física do Herbário Virtual Reflora. A instituição é também a responsável pelo recebimento, transcrição e padronização de dados e publicação on-line das imagens.

O sistema permite aos taxonomistas realizar novas determinações on-line, realizar buscas direcionadas, indicar possíveis duplicatas, salvar o histórico das determinações, gerar relatórios periódicos com novas determinações para instituições parceiras, dentre outras funcionalidades.

Reflora

O principal objetivo do programa Reflora é resgatar imagens de espécies da flora brasileira depositadas em herbários estrangeiros, para a construção do Herbário Virtual Reflora.
Imagens e informações textuais provenientes do repatriamento são disponibilizadas para a comunidade científica e público em geral. O mesmo vale para imagens e informações do acervo do herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Acesse http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/herbarioVirtual/ConsultaPublicoHVUC/ConsultaPublicoHVUC.do

Visando dar sustentabilidade à atividade tradicional nos meses frios do ano, governo federal edita regras para a pesca.

É tempo de tainha. No litoral sul do Brasil pescadores artesanais estão de olho no mar à espera dos cardumes do peixe que vem dar à praia. Barcos na água é hora de trazer para a areia os fartos frutos de mais um dia de trabalho.

Nem sempre é assim. Pescadores do litoral catarinense reclamam que a pesca da tainha de uns anos para cá não vem rendendo tudo o que se esperava. Várias são as explicações. Do aquecimento do mar à pesca industrial; do lixo no oceano à reprodução da espécie.

Plano pretende a criação de um programa de monitoramento da linha de costa e avanços no zoneamento ecológico-econômico costeiro no Brasil
Muito do lixo encontrado na praia tem origem nas atitudes humanas nas cidades.

Apesar de há décadas fazer parte do dia a dia do cidadão que vive ou passa parte do ano no litoral, só agora as pessoas voltam os olhos para o lixo que se acumula nos mares e praias. O consumismo e o desperdício que se aliaram à falta de consciência têm causado estragos à vida no planeta, não só no mar, e obrigado governos e população a tomarem atitudes.

No Brasil se elaborou uma nova versão do Plano Federal de Gerenciamento Costeiro (PAF), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, que  vai incluir ações para combater o acúmulo de lixo na costa brasileira.

Os dados são do Centro de Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (Cecav), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, em São Paulo, concentração de cavernas e infraestrutura para quem quer conhecer o mundo subterrâneo. (Imagem: divulgação).

As cavernas catalogadas pelo Centro de Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (Cecav), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), passaram de 4,4 mil, em 2004, para 16,4 mil, em 2017.

Os estados com maior número são Minas Gerais (6,4 mil), Pará (2,6 mil), Bahia (1,3 mil) e Rio Grande do Norte (958).

Os dados são do Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas (Canie), lançado em 2004 por meio da Resolução nº 347 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Insumos para gestão

O Canie, administrado pelo Cecav, armazena e disponibiliza dados essenciais para a gestão do patrimônio espeleológico brasileiro com informações sobre área protegida, atividade antrópica (do homem), hidrologia, microbiologia, paleoclima, vestígios arqueológicos, paleontológicos e histórico-culturais.

“O objetivo é facilitar cada vez mais o acesso à informação, tornando a interface mais amigável, e aumentar o nível e a quantidade dos dados inseridos”, afirma o coordenador do Cecav, Jocy Brandão.

Das 16,4 mil cavernas catalogadas no Canie, 5,4 mil (33%) estão dentro de unidades de conservação (UCs) municipais, estaduais e federais. Dessas, 60% são UCs federais, geridas pelo ICMBio. “É uma das principais preocupações do Instituto que as cavernas estejam protegidas nas unidades de conservação e que as medidas de proteção sejam praticadas”, enfatiza Brandão.

Sobre esses desafios, Brandão ressalta a importância de formular e implantar planos de manejo espeleológicos. “Por meio desses planos, o gestor da unidade pode planejar as formas de uso das cavernas e definir as estruturas necessárias”, destaca.

Um dos destaques de gestão espeleológica é o Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu, em Minas Gerais, com grutas consideradas entre as mais bonitas e importantes do mundo. Outra unidade de conservação que protege significativo patrimônio espeleológico é o Parque Nacional do Ubajara, no Ceará.

Mais recentemente, o ICMBio criou os parques nacionais da Furna Feia, no Rio Grande do Norte, e da Serra da Gandarela, em Minas Gerais, para também reforçar a conservação do patrimônio espeleológico brasileiro.

(Fonte: ICMBio)

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A nova versão do Plano Federal de Gerenciamento Costeiro (PAF), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, vai incluir ações para combater o acúmulo de lixo na costa brasileira.
(Imagem: UFSM)

Será necessário um diagnóstico para avaliar o impacto das milhões de toneladas de resíduos sobre o meio ambiente marinho nos 8,5 mil quilômetros de litoral. Serão propostas ações para reduzir os danos ambientais.

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O uso e disponibilidade dos recursos hídricos em todo o mundo são temas que devem fazer parte de qualquer discussão. Coleta, tratamento e reuso de águas residuais, ou seja, da água descartada pela indústria, comércio, residências e agropecuária, também.

Apesar de impróprias para o consumo, as águas residuais são os recursos hídricos que podem ser utilizados para outros fins após tratamento. Segundo a ONU, os benefícios para a saúde humana e para o desenvolvimento e sustentabilidade ambiental são muito maiores que os custos da gestão dessas águas, fornecendo novas oportunidades de negócios.

Atualmente, ao redor do mundo, apenas 20% desses recursos passam por tratamento sanitário. Os outros 80% voltam à natureza levando a poluição do uso humano, segundo a ONU.

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Para participar, os internautas devem gravar vídeos curtos com as “confissões” e então enviá-los ao site da campanha.

A ideia é que os participantes façam uma auto-reflexão sobre os hábitos do cotidiano que cultivam e se disponham a mudar algum comportamento que afete o planeta de forma negativa.

Para participar, os internautas devem gravar vídeos curtos com as “confissões” e então enviá-los ao site da campanha. Outra opção é postá-los diretamente nas redes sociais com a hashtag #HoraDaConfissão e então desafiar outra pessoa. As melhores gravações serão replicadas nos canais do WWF-Brasil.

Em Votuporanga, São Paulo, moradores que querem contribuir com o meio ambiente na cidade mas não tem tempo, podem solicitar o plantio de árvores pelo telefone
Servidores da prefeitura fazem o plantio de mudas gratuitamente. Depois, é só o morador cuidar. (Imagem: Prefeitura de Votuporanga).

Em São Paulo, o município de Votuporanga, no noroeste do Estado, inovou no que diz respeito ao plantio de árvores na cidade. A Saev Ambiental, autarquia municipal, lançou no início de 2017 o Disque Árvore, um serviço gratuito que incentiva os moradores a plantarem árvores em frente às suas casas como forma de aumentar a arborização da cidade. A ideia deu certo. No primeiro mês, 82 mudas foram plantadas.

O serviço é oferecido gratuitamente e basta o cidadão ligar para a empresa, onde é gerada uma ordem de serviço, na qual constam as informações pessoais do interessado. Logo após, é feita uma análise por equipe especializada sobre a fiação elétrica existente no local. O morador escolhe entre opções de mudas oferecidas – são sete espécies de árvores nativas – e é feito o agendamento do plantio. Uma equipe da Saev Ambiental leva a muda até a residência, faz a abertura do quadro na calçada e planta a árvore. Depois, os cuidados são com os moradores.

Os moradores da cidade podem pedir árvores pelo 0800 770 1950 ou o telefone 3405-9191.

(Com informações da Prefeitura de Votuporanga).