MMA

0 186
As aulas terão início no dia 28 de novembro e as inscrições podem ser feitas até dia 24.
Colheita do açaí, na região amazônica, um exemplo do extrativismo que deu certo. (Imagem: Paulo de Araújo/MMA)
Colheita do açaí, na região amazônica, um exemplo do extrativismo que deu certo. (Imagem: Paulo de Araújo/MMA)

“Conflitos em Unidades de Conservação: Estratégias de enfrentamento e mediação” e “Tornar a Unidade de Conservação Visível – Estratégias para promover articulações e captar recursos” são os temas de dois cursos em educação à distância que estão com inscrições abertas até dia 24 de novembro.

Promovidos pelo Ministério do Meio Ambiente, as aulas gratuítas, realizadas através da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA, as aulas terão início no dia 28 de novembro e serão encerradas em 21 de dezembro de 2016, um total de 25 horas/aula para cada uma das opções de curso. A iniciativa faz parte das ações de implementação da Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental em Unidades de Conservação – Encea.

Durante o período, os alunos serão estimulados a realizar práticas de educação ambiental, que contribuam para o fortalecimento da gestão de unidades de conservação e para a conservação das espécies ameaçadas.

0 351
Governo estudará ações sustentáveis de recuperação e geração de renda para essas cidades que abrigam barragens
Programa da Itaipu levou sustentabilidade e desenvolvimento aos municípios que margeiam o lago da usina. (Imagem: Itaipu).
Programa da Itaipu levou sustentabilidade e desenvolvimento aos municípios que margeiam o lago da usina. (Imagem: Itaipu).

O que a Itaipu Binacional vem fazendo há mais de 20 anos o governo federal resolveu fazer agora.

Por solicitação do Ministério do Meio Ambiente, os municípios brasileiros que possuem usinas hidroelétricas deverão realizar um levantamento das principais demandas do setor para entregar ao governo federal. De posse dessas informações, o MMA vai estudar ações sustentáveis de recuperação e geração de renda nessas cidades que abrigam barragens.

0 350
Conteúdo programático vai abordar o contexto socioambiental e geopolítico das Unidades de Conservação e gestão ambiental
Parque Estadual Pico do Marumbi, no coração da Mata Atlântica paranaense. (Imagem: Trilha na Mata).
Parque Estadual Pico do Marumbi, no coração da Mata Atlântica paranaense. (Imagem: Trilha na Mata).

Com 2 mil vagas, o curso promovido pelo Ministério do Meio Ambiente é voltado a gestores e ao público em geral e tem como objetivo propiciar um olhar para a unidade de conservação (UC) e o seu território, analisando o seu contexto socioambiental, a educação ambiental como instrumento de implementação da UC e a participação social nos processos da gestão.

0 468
Conservação, Utilização Sustentável e Repartição dos Benefícios da Biodiversidade. O Ministério  do Meio Ambiente atualizou a lista de áreas nos biomas Caatinga, Cerrado e Pantanal.
O cerrado, um dos biomas constantemente ameaçados. (Imagem: ICMBio).
O cerrado, um dos biomas constantemente ameaçados. (Imagem: ICMBio).

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou a segunda atualização da lista de Áreas Prioritárias para a Conservação, Utilização Sustentável e Repartição dos Benefícios da Biodiversidade nos biomas Caatinga, Cerrado e Pantanal. A Portaria 223/2016, publicada no Diário Oficial da União de 21 de junho de 2016, revoga a portaria MMA nº 9 de 2007.

A lista classifica as áreas em três níveis: por prioridade de conservação, importância biológica e urgência de ação, além de recomendar ações prioritárias para cada uma e caracterizá-las quanto às ameaças e oportunidades.

De acordo com o MMA, as informações podem ser usadas para qualificar as ações de licenciamento ambiental, fiscalização e criação de unidade de conservação. Por exemplo, orientar processo de licenciamento de obras como estradas e linhas de transmissão de energia elétrica ou indicar ações de manejo florestal da Caatinga no pólo gesseiro (que produz gesso) de Araripe (PE).

As áreas e ações prioritárias para a biodiversidade são um instrumento norteador de políticas públicas, mas não são obrigatórias. Para sua implementação, o MMA buscará parcerias com os governos estaduais e outros setores da sociedade.

Fases

Os governos estaduais dos biomas, por meio de suas secretarias de Meio Ambiente, participaram de todas as fases do processo da segunda etapa de atualização. Além dessas informações, poderá ser compartilhado com os Estados e entidades interessadas um banco de dados com mais informações sobre as áreas prioritárias dos biomas, assim como dos alvos de conservação (espécies ameaçadas, endêmicas, ambientes relevantes, entre outros) e dos custos para a conservação (ameaças para a conservação dos alvos).

Metodologia

O trabalho consistiu em estabelecer alvos de conservação, que são espécies ameaçadas, espécies endêmicas e ambientes importantes como cavernas, por exemplo, e localizá-los e descrevê-los cientificamente. A partir daí, foram estabelecidas metas de porcentagens de conservação para cada alvo e recomendações de ações prioritárias de conservação.

Os estudos foram feitos por especialistas e os alvos, metas e custos foram definidos em oficinas de trabalho com a participação governos estaduais e da sociedade civil. A metodologia utilizada no processo foi o “planejamento sistemático da conservação”, que, entre outras coisas, define áreas a partir da importância biológica e dos custos para conservação.

Confira os dados do MMA no link http://www.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidade-brasileira/%C3%A1reas-priorit%C3%A1rias/item/10724

(Fonte: MMA)

0 346
Políticas ambientais tornam efetivos os direitos da juventude à sustentabilidade
(Imagem: MMA)
(Imagem: MMA)

Jovens de todo o país construíram ao longo das conferências nacionais de juventude e meio ambiente realizadas até agora as bases para promover e integrar políticas públicas ambientais que tornem efetivos os direitos da juventude à sustentabilidade e ao meio ambiente, garantidos pelo Estatuto da Juventude.

Para isso a Portaria Interministerial 390 instituiu o Plano Nacional de Juventude e Meio Ambiente – PNJMA.

0 1093
A exemplo do que vem sendo feito na floresta amazônica e no cerrado, o programa pretende coibir crimes ambientais
Cerrado, um dos biomas já monitorados. (Imagem: MMA)
Cerrado, um dos biomas já monitorados. (Imagem: MMA)

Para acompanhar o que acontece nos diversos biomas do Brasil, o Ministério do Meio Ambiente criou o Programa Nacional de Monitoramento Ambiental. A ideia é mapear e acompanhar o desmatamento, as queimadas e os diversos usos das terras brasileiras, além de monitorar a recuperação de vegetações e coibir crimes ambientais.

1 424
As contribuições devem ser enviadas por meio de um formulário no site do Ministério do Meio Ambiente até o dia 21 de novembro.

aquecimento_global-2

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) está com uma consulta pública aberta para a elaboração do Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA), que vai definir o que deverá ser feito no país para reduzir os impactos dessas mudanças sobre as pessoas, atividades econômicas e os ecossistemas.