mobilidade

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Estudo do fórum internacional de transportes mostra que compartilhar o transporte melhora o trânsito nas cidades e reduziria a emissão de gases em mais de 60%.

 

O trânsito nas grandes cidades poderia ser reduzido em pelo menos 50% se as pessoas compartilhassem caronas ou se utilizassem de um serviço de mobilidade compartilhada. Quem diz isso é um estudo da International Transport Forum (ITF) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Os ganhos ambientais seriam maiores: uma redução de 62% na emissão de CO2.

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A ideia é desafogar o trânsito e melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos que moram na capital paulista.
Ciclovia em São Paulo. (Imagem: Agência Brasil).
Ciclovia em São Paulo. (Imagem: Agência Brasil).

A partir do dia 1º de janeiro de 2017, quem usar a bicicleta como meio de transporte na cidade de São Paulo poderá trocar suas pedaladas por créditos.

O programa Bike SP nasce do Projeto de Lei 147/2016, aprovado recentemente pelo Executivo municipal. O crédito será pago através do Bilhete Modalidade (uma expansão do Bilhete Único), utilizado na cidade no transporte público.

O foco é desafogar o sistema de transporte público, hoje totalmente saturado, e diminuir o número de carros nas ruas, melhorando a mobilidade urbana. A estimativa é de que pelo menos 20% dos moradores da cidade abracem essa ideia.

O projeto funcionará de maneira objetiva: cada viagem de bicicleta valerá R$ 1,91 – valor que a prefeitura deixará de pagar às empresas de São Paulo por usuário – e o crédito poderá ser usado no Bilhete Único mensal, em serviços, para o pagamento de serviços públicos ou até para a compra de uma bicicleta nova. As maiores informações sobre como o monitoramento será realizado serão apresentadas em até 90 dias.

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Cadê o Plano de Mobilidade Urbana? O seu município já tem?
Estacionamento para bicicletas em Amsterdam, cidade considerada exemplo em mobilidade. (Banco de imagens)
Estacionamento para bicicletas em Amsterdam, cidade considerada exemplo em mobilidade. (Banco de imagens)

O setor de transportes é o segundo maior emissor de gases de efeito estufa do Brasil. Grande parte dessas emissões (49%) decorre do uso diário e em larga escala do carro e de outros meios individuais motorizados. Esses gases causam o aumento da temperatura global, levando a eventos climáticos extremos e à intensificação dos desastres naturais.

Uma mobilidade baseada no uso de meios de deslocamento não motorizados e coletivos é essencial para reduzir a utilização diária do automóvel e, consequentemente, as emissões do setor.