na escola

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O uso e disponibilidade dos recursos hídricos em todo o mundo são temas que devem fazer parte de qualquer discussão. Coleta, tratamento e reuso de águas residuais, ou seja, da água descartada pela indústria, comércio, residências e agropecuária, também.

Apesar de impróprias para o consumo, as águas residuais são os recursos hídricos que podem ser utilizados para outros fins após tratamento. Segundo a ONU, os benefícios para a saúde humana e para o desenvolvimento e sustentabilidade ambiental são muito maiores que os custos da gestão dessas águas, fornecendo novas oportunidades de negócios.

Atualmente, ao redor do mundo, apenas 20% desses recursos passam por tratamento sanitário. Os outros 80% voltam à natureza levando a poluição do uso humano, segundo a ONU.

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Para participar, os internautas devem gravar vídeos curtos com as “confissões” e então enviá-los ao site da campanha.

A ideia é que os participantes façam uma auto-reflexão sobre os hábitos do cotidiano que cultivam e se disponham a mudar algum comportamento que afete o planeta de forma negativa.

Para participar, os internautas devem gravar vídeos curtos com as “confissões” e então enviá-los ao site da campanha. Outra opção é postá-los diretamente nas redes sociais com a hashtag #HoraDaConfissão e então desafiar outra pessoa. As melhores gravações serão replicadas nos canais do WWF-Brasil.

Em Votuporanga, São Paulo, moradores que querem contribuir com o meio ambiente na cidade mas não tem tempo, podem solicitar o plantio de árvores pelo telefone
Servidores da prefeitura fazem o plantio de mudas gratuitamente. Depois, é só o morador cuidar. (Imagem: Prefeitura de Votuporanga).

Em São Paulo, o município de Votuporanga, no noroeste do Estado, inovou no que diz respeito ao plantio de árvores na cidade. A Saev Ambiental, autarquia municipal, lançou no início de 2017 o Disque Árvore, um serviço gratuito que incentiva os moradores a plantarem árvores em frente às suas casas como forma de aumentar a arborização da cidade. A ideia deu certo. No primeiro mês, 82 mudas foram plantadas.

O serviço é oferecido gratuitamente e basta o cidadão ligar para a empresa, onde é gerada uma ordem de serviço, na qual constam as informações pessoais do interessado. Logo após, é feita uma análise por equipe especializada sobre a fiação elétrica existente no local. O morador escolhe entre opções de mudas oferecidas – são sete espécies de árvores nativas – e é feito o agendamento do plantio. Uma equipe da Saev Ambiental leva a muda até a residência, faz a abertura do quadro na calçada e planta a árvore. Depois, os cuidados são com os moradores.

Os moradores da cidade podem pedir árvores pelo 0800 770 1950 ou o telefone 3405-9191.

(Com informações da Prefeitura de Votuporanga).

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A proposta do programa é dar apoio a estudantes do ensino médio ou técnico que tenham interesse em desenvolver um projeto científico a partir de problemas por eles identificados.

Que jovem nunca pensou em mudar o mundo? Em propor soluções para transformar seu bairro, cidade ou até mesmo seu país? É esse tipo de ação que o Cientista Beta procura estimular. A iniciativa, fundada pela gaúcha Kawoana Vianna, se propõe a ser uma ponte entre os jovens brasileiros e a ciência.

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No copo, as mudas podem ser cultivadas até ficarem prontas para o plantio direto no solo. Aí basta cavar um buraco na terra e plantar com o copo de papel e tudo.
Papel que para o lixo foi reciclado e transformado em copos para mudas. (Imagem: divulgação)
Papel que para o lixo foi reciclado e transformado em copos para mudas. (Imagem: divulgação)

Saem os copinhos, saquinhos de plástico e tubinhos e entra o papel para envolver mudas produzidas em viveiros para serem plantadas. A ideia surgiu no Rio Grande do Sul, entre os estudantes da Escola Estadual Técnica Agrícola Desidério Finamor, em Lagoa Vermelha. Em meio a uma “guerra de bolinhas de papel molhado”, os estudantes do 2º ano do ensino médio resolveram dar destino ao papel usado e jogado fora na escola e ao mesmo tempo facilitar o plantio de mudas de maneira ecológica.

Apresentado na Assembleia Legislativa, o projeto que defende a ampliação do agronegócio ameaça reduzir a Área de Preservação Ambiental em mais de dois terços.
Canion Guartelá, uma das áreas protegidas na Escarpa Devoniana. (Imagem: M.Scotti)
Canion Guartelá, uma das áreas protegidas na Escarpa Devoniana. (Imagem: M.Scotti)

Por Marcos Scotti – Enquanto cientistas, pesquisadores e cidadãos conscientes buscam a sustentabilidade, reciclam, plantam árvores, protegem nascentes, descaradamente políticos e governantes atropelam a qualidade de vida, depredam o meio ambiente e enterram nascentes.

No Paraná, a Assembleia Legislativa colocou em discussão o projeto de lei que pretende reduzir a já reduzida Área de Preservação Ambiental da Escarpa Devoniana, nos Campos Gerais, em mais de dois terços. “A medida vai beneficiar a produção paranaense em uma área que já está ocupada” é a desculpa para liberar ainda mais a destruição dos parcos remanescentes naturais do Estado. Sai o extrativismo sustentável, entra o agronegócio com seus agrotóxicos, mecanização e transgenia.

A Escarpa Devoniana corta o Paraná de norte a sul, abrangendo território de 12 municípios. É uma Área de Proteção Ambiental, criada em 1992, a maior do Estado, que protege nove Unidades de Conservação – cinco reservas naturais e quatro parques estaduais, entre eles Vila Velha e o Guartelá. A formação rochosa formada há 400 milhões de anos, no período devoniano, divide o primeiro e segundo planaltos paranaenses, abrigando furnas, inúmeras espécies da fauna e da flora. Entre elas o lobo-guará, ameaçado de extinção.

O projeto, elaborado pela Fundação ABC sem a participação dos técnicos do Instituto Ambiental do Paraná, vai passar por diversas comissões da AL e deve ir à consulta popular. Se passar, será mais um golpe na nossa já tão desgastada natureza. Reage Paraná.

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Instituto lança competição que auxilia professores a desenvolver os conceitos da reciclagem.
O cuidado com o meio ambiente ajuda no aprendizado. (Imagem: Marcos Scotti).
O cuidado com o meio ambiente ajuda no aprendizado dos alunos do Colégio Estadual Santos Dumont, em Curitiba. (Imagem: Marcos Scotti).

“Turma que Recicla” é o desafio que incentiva as escolas a trabalharem o conceito de Repensar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar – os 4Rs, tudo o que consumimos, desenvolvendo projetos que abordem a geração e o descarte de resíduos. O desafio é mais uma ideia do Instituto Akatu e também vai premiar professores e suas escolas com viagens e material didático.

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Em Minas Gerais, a Escola Família Rural permite a manutenção do vínculo do jovem com sua família e sua comunidade.
A qualificação profissional no meio rural permite a permanência das famílias no campo.
A qualificação profissional no meio rural permite a permanência das famílias no campo.

Um dos maiores problemas do meio rural que afeta diretamente a permanência do homem no campo vem sendo resolvido no norte de Minas Gerais, em Tabocal, através da Escola Família Agrícola – EFA, que há sete anos vem formando jovens, filhos de agricultores, através de cursos técnicos em agropecuária.

Arquitetura sustentável é aquela que atende as necessidades das pessoas, respeita o planeta e é viável economicamente.
Escola sustentável em Bangladesh. (Imagem: divulgação)
Escola sustentável em Bangladesh. (Imagem: divulgação)

Por Alessandra Barassi – O significado da palavra “sustentabilidade” ainda não está muito claro no inconsciente coletivo. Então, para não complicar muito, aí vai a explicação clássica: sustentabilidade = pessoas, planeta e viabilidade econômica! Ao falarmos de arquitetura sustentável, estamos falando daquela que atende as necessidades das pessoas, respeita o planeta e é viável economicamente.

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Em 2017, a campanha da igreja católica convida a sociedade a rever a sua relação com a natureza e sua atitude frente à degradação da vida.

campanha2017

Francisco, em sua Encíclica Laudato Si, já havia alertado para os contrastes entre as populações do mundo e as implicações do mau uso dos recursos naturais. Em 2017, a igreja católica brasileira trouxe à reflexão a realidade dos biomas brasileiros e sua importância para a manutenção da vida.

A Campanha da Fraternidade que todos os anos envolve a comunidade católica em diversas ações pastorais em todas as regiões do Brasil, em 2017 traz o tema “Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida” e convida a sociedade a rever a sua relação com a natureza e a sua atitude frente à degradação da vida.

Com o tema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), a campanha, lançada em Manaus, no Parque Municipal do Mindu, um lugar emblemático com um ecossistema completo e ecologicamente representativo, prevê inúmeras ações pastorais, onde o tema é trabalhado, debatido e refletido com a comunidade.