na escola

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Eloi Zanetti, criador da Fundação O Boticário de Proteção a Natureza, fala de marketing ambiental ao programa EA na Escola, produzido pelo Instituto Nacional de Educação Ambiental
Eloi Zanetti

O Instituto Nacional de Educação Ambiental publicou mais uma edição do programa EA na Escola, uma entrevista exclusiva sobre marketing ambiental com o publicitário e especialista Eloi Zanetti.

“As empresas brasileiras fazem muita festa e pouco resultado no que se refere ao meio ambiente”, diz o criador da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza ao EA na Escola. “É um assunto muito sério para ser tratado por gente que não é séria”, completa Eloi.

Confira o programa completo no endereço ineam.com.br.

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Ser ecologicamente correto é antes de tudo simplificar a vida.
Uma horta plantada em garrafas de plástico é perfeita para quem vive em apartamento. (Arquivo)
Uma horta plantada em garrafas de plástico é perfeita para quem vive em apartamento. (Arquivo)

Saúde. Equilíbrio. Bem estar. Felicidade. Finanças em dia.

De maneira geral, estamos todos em busca de uma vida sem atropelos. Queremos nos sentir bem e estar em forma, queremos nos sentir bem em nosso meio ambiente. O que poucos sabem é que assumindo uma postura ecologicamente correta torna-se possível alcançar tudo isso.

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Muito estudadas mas pouco aproveitadas, as fontes alternativas de energia são capazes de substituir boa parte da dependência do petróleo

biodiesel

Energia biológica

São energias que se originam da biomassa ou de microrganismo, a biomassa são fontes de extração de energia (cana, eucalipto etc.).

O uso desse tipo de energia será uma tendência mundial, a energia de origem orgânica é baseada na biotecnologia.

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Revista da Fundação SOS Mata Atlântica traz artigos sobre a realidade do meio ambiente
Capa da revista. (Foto: SOS Mata Atlântica)
Capa da revista. (Foto: SOS Mata Atlântica)

A Fundação SOS Mata Atlântica lançou, em abril deste ano, no Rio de Janeiro, a revista Conhecimento.
A primeira edição da coletânea reúne artigos de especialistas da ONG que foram publicados em 2014 em jornais como a Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo, Valor Econômico e o Correio Braziliense, entre outros.
Apresenta, ainda, quatro artigos inéditos escritos por jornalistas que têm desempenhado um papel importante na cobertura de pautas ambientais: Andrea Vialli, Marcelo Leite, Sérgio Adeodato e Thiago Medaglia. Além de exemplares impressos, a publicação está disponível para download no site da Fundação (você tambem pode ler a revista em nosso site).

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A educação para o desenvolvimento sustentável permite a todo ser humano adquirir conhecimento, habilidades, atitudes e valores necessários para formar um futuro sustentável.

 

Imagem: UNESCO/Nelson Muchagata
Imagem: UNESCO/Nelson Muchagata

A Assembléia Geral das Nações Unidas a proclamou a Década Internacional da Educação para o Desenvolvimento Sustentável para o período 2005-2014. A proposta foi aprovada em dezembro de 2002, durante sua 57ª Sessão. A UNESCO estabeleceu padrões de qualidade para a educação voltada para o desenvolvimento sustentável. Seu principal objetivo é o de integrar os princípios, os valores e as práticas do desenvolvimento sustentável a todos os aspectos da educação e da aprendizagem. Mas, o que mudou na última década?

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Entrevista com alpinista paranaense mostra as relações do homem com a natureza
Waldemar Niclevicz
Waldemar Niclevicz, no set de filmagem no Sheraton. (Imagem: Marcos Scotti)

O Instituto Nacional de Meio Ambiente está publicando na internet mais uma edição do programa EA na Escola. Nesta edição, uma entrevista com Waldemar Niclevicz sobre aquecimento global e seus efeitos  sobre as montanhas ao redor do planeta.

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É fundamental envolver a formação de cidadãos conscientes e comprometidos com um desenvolvimento mais sustentável. E isso passa pela educação.
Governantes das nações do mundo reunidos na conferência da ONU.
Governantes das nações do mundo reunidos na conferência da ONU.

A Rio+20, a Conferências das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, em 2012, reuniu representantes do mundo todo, no Brasil, para discutir soluções para problemas como a emissão de gases poluentes, o desmatamento, a carência de água potável e o descarte de lixo.

Ambientalistas militantes alertaram que seria fundamental envolver a formação de cidadãos conscientes e comprometidos com um desenvolvimento mais sustentável. Indicaram também como fundamental, a inclusão no sistema de ensino dos temas discutidos, para que a cultura adquirisse base para, no futuro, encontrar qualidade de vida.

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A matéria é energia e a energia é capaz de formar matéria. A vida depende deste equíbrio

fisicaquantica

A física quântica é uma parte da física que explica o funcionamento da natureza em escalas microscópicas, procurando decifrar o mundo do átomo e de partículas ainda menores que ele.

Descobriu-se, a partir de 1900, que estas partículas apresentam um comportamento que parecem estranhos à lógica visível do dia a dia. Isso virou o mundo científico de cabeça para baixo e abalou algumas convicções presentes na física clássica. Foi quando o mundo começou a ser descrito de uma forma diferente.

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Não seria mais racional, em vez de se pensar unicamente em como tratar o lixo, pensar-se em como reduzir a sua produção?

 

Por Deise Keller Cavalcante – A solução para o destino do lixo ainda consiste em conduzi-lo para longe, preferencialmente para locais afastados das áreas habitadas. São os vazadouros a céu aberto, mais conhecidos como lixões, situados na periferia dos grandes centros ou nas vias de acesso aos municípios das zonas rurais. Tal alternativa indica a pouca importância, até então dada, do ponto de vista sanitário e ambiental, à questão do lixo das cidades. Reflete o conceito de que ao lixo não é atribuído valor algum. Expressão disso seria o fato dele nunca ter recebido outra conotação além daquela de inutilidade. Nesse sentido, concebê-lo como algo que encerrasse a promessa de recriação e renascimento consistiria em mera abstração.

Diante dessas dificuldades, é o momento de se pensar em novas formas de gestão dos resíduos sólidos, dessa vez direcionadas para processos de recuperação e reciclagem dos materiais. Solução, sem dúvida, inteligente, por considerar, em primeiro lugar, a finitude das matérias-primas existentes em nosso planeta e, em segundo, o fato de ser “muito mais econômico fabricar uma garrafa nova com os cacos de uma garrafa quebrada, ou uma lata de refrigerante através da refundição do alumínio já beneficiado”.

No entanto, a esse respeito, é importante destacar a imagem de que se revestiu a reciclagem do lixo em diferentes meios. Vista como panacéia para todos os problemas relacionados à preservação ambiental e transmitindo uma sensação de atualidade, a reciclagem passa a ser a opção preferida daqueles que buscam aparentar uma forma “politicamente correta” de agir. Decorre daí que, até bem pouco tempo, qualquer programa de reorganização do sistema de limpeza de uma cidade, ou proposta de educação ambiental que não levasse em conta o incentivo à reciclagem – ou como se convencionou chamar, à “coleta seletiva” – estaria condenado a fracassar.

Mas experiências acumuladas em diferentes partes do mundo não levaram muito tempo para sugerir que as vantagens da reciclagem do lixo fossem relativizadas, uma vez que sua adoção estava necessariamente condicionada por um conjunto de aspectos, tais como o incentivo ao consumo, dentre outros.

Talvez fosse o caso de se perguntar se não seria mais racional, em vez de se pensar unicamente em como tratar o lixo, pensar-se em como reduzir a sua produção. Por conseguinte, a partir desse raciocínio, delineia-se hoje um novo discurso sobre o lixo que privilegia menos o elo final da cadeia – o destino dado ao lixo – e mais a redução do volume de resíduos no início do processo produtivo. Assim, seja por demagogia, seja pelo gradativo aumento das preocupações com o ambiente, não há quem, hoje, não expresse uma preocupação crescente com os lixões e seus efeitos indesejáveis sobre o ambiente – os riscos de contaminação do solo, do ar e da água e o impacto sobre a saúde pública.

A consequência principal de todo esse processo é a necessidade de incidir sobre aqueles que produzem, sejam as pessoas em suas residências, as instituições públicas, as empresas, as fábricas, os hospitais, estimulando a criação de uma nova cultura do lixo.

A educação se constitui uma importante ferramenta nesse sentido. Por meio dela, torna-se possível reconstruir uma ideia do lixo mais compatível com a nova tendência mundial, pelo menos em discurso, de atuar sobre a produção do lixo. Para tanto, torna-se necessário que cada um comece com uma reflexão sobre a produção de lixo em sua casa; fique atento ao desperdício tão comum em nossa cultura e desenvolva a capacidade de julgar as razões pelas quais determinados métodos de tratamento do lixo são escolhidos em detrimento de outro. Ou seja, a Educação é essencial nesta evolução.

Deise Keller Cavalcante é coordenadora de Educação Ambiental
da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro.

 

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O repasse de informações gera um sistema dinâmico e abrangente, levando ao desenvolvimento sustentável

No ambiente urbano das médias e grandes cidades, a escola, além de outros meios de comunicação é responsável pela educação do indivíduo e conseqüentemente da sociedade, uma vez que há o repasse de informações, isso gera um sistema dinâmico e abrangente a todos.

A população está cada vez mais envolvida com as novas tecnologias e com cenários urbanos perdendo desta maneira, a relação natural que tinham com a terra e suas culturas. Os cenários, tipo shopping center, passam a ser normais na vida dos jovens e os valores relacionados com a natureza não tem mais pontos de referência na atual sociedade moderna.

A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução de problemas ambientais.

O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais.

Atualmente, são comuns a contaminação dos cursos de água, a poluição atmosférica, a devastação das florestas, a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição dos habitats faunísticos, além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente.

Dentro deste contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza, no sentido de promover sob um modelo de desenvolvimento sustentável (processo que assegura uma gestão responsável dos recursos do planeta de forma a preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo atender as necessidades das gerações atuais), a compatibilização de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos.

Prática da Educação Ambiental

Um programa de educação ambiental para ser efetivo deve promover simultaneamente, o desenvolvimento de conhecimento, de atitudes e de habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental. Utiliza-se como laboratório, o metabolismo urbano e seus recursos naturais e físicos, iniciando pela escola, expandindo-se pela circunvizinhança e sucessivamente até a cidade, a região, o país, o continente e o planeta.

A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada às situações da vida real da cidade, ou do meio em que vivem aluno e professor.

(Fonte: Unesco/Ambiente Brasil)