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Divulgado em 2016, estudo da Fundação Ellen MacArthur mostra que 95% das embalagens plásticas produzidas no mundo não voltam para a cadeia produtiva.

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Mais de 150 milhões de toneladas de plásticos estão à deriva nos oceanos do mundo, alertou um estudo da Fundação Ellen MacArthur. De acordo com o estudo, em 2014, a proporção entre as toneladas desse material e as de peixe era de um para cinco. Caso não ocorram mudanças na maneira de descarte do lixo, em 2025, a proporção será de um para três. Até 2050, os mares do planeta poderão ter mais plástico do que peixes.

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O Instituto Nacional de Educação Ambiental já publicou no portal um estudo da Nasa, iniciado em 1989, recomendando algumas plantas que podem cumprir a missão de purificar o ar em um ambiente fechado. Falamos de quatro delas. Hoje vamos aumentar essa lista.
Lírio da paz.
Lírio da paz.

O ar que respiramos não é puro, principalmente no ambiente urbano. Ele vem carregado de substâncias exaladas quer pela reação química de produtos utilizados, por exemplo, na limpeza da casa, quer pela decomposição de materiais descartados.

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“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. Artigo 225 da Constituição Federal.
Barco recolhe o lixo na raia olímpica. (Imagem: Tomaz Silva/ Agência Brasil).
Barco recolhe o lixo na raia olímpica. (Imagem: Tomaz Silva/ Agência Brasil).

Segundo os dicionários de língua portuguesa, legado é algo deixado para alguém em testamento. É a transmissão de algum bem, seja ele monetário ou não, para outra pessoa de livre e espontânea vontade. Assim, o legado pode ser histórico, cultural, patrimonial ou ambiental.

Em se falando de meio ambiente, o legado possível de se deixar para alguém passa pela manutenção das florestas, água limpa, ar respirável, ecossistemas equilibrados, sistemas educacionais que transmitam sustentabilidade e até mesmo cidades saudáveis.

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Experimento desenvolvido por pesquisadores britânicos na Islândia dizem ter encontrado uma possível solução para os gases de efeito estufa
Ar carregado de partículas nocivas à saúde em Santiago do Chile. (Imagem: Rebia)
Ar carregado de partículas nocivas à saúde em Santiago do Chile. (Imagem: Rebia)

Reações ocorridas entre gás carbônico, água e minerais encontrados em rochas vulcânicas no interior da terra podem ser a solução para a redução das emissões de dióxido de carbono.

É o que dizem pesquisadores a respeito de um experimento desenvolvido na Islândia onde injetaram gás carbônico e água no interior de rochas vulcânicas e acabaram por transformar os gases em rochas em poucos meses.

“De 220 toneladas de gás carbônico injetado, 95% foi convertido em pedra calcária em menos de dois anos”, afirma o coordenador da pesquisa, Juerg Matter, da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

Experimentos realizados anteriormente injetaram gás carbônico puro em arenito, ou aquíferos profundos de água salgada.

As locações escolhidas – que incluíram poços desativados de petróleo e gás – se valiam de camadas impermeáveis de rochas resistentes para conter o dióxido de carbono. Mas o temor era que o gás sempre encontraria um jeito de voltar à atmosfera.

O chamado Projeto Carbfix na Islândia, por outro lado, busca solidificar o carbono indesejado.

Como foi feito

Trabalhando com a usina geotérmica de Hellisheidi, no entorno de Reykjavik, a iniciativa combinou gás carbônico e água para produzir um líquido levemente ácido, injetado centenas de metros até as rochas basálticas que compõem grande parte dessa ilha do Norte do Atlântico.

A água de baixo pH (3.2) serviu para dissolver os íons de cálcio e magnésio nas camadas de basalto, que reagiram com o dióxido de carbono para gerar os carbonatos de cálcio e magnésio. Tubos inseridos no local dos testes coletaram pedras com os característicos carbonatos brancos ocupando os poros das rochas.

Os pesquisadores também “marcaram” o CO2 com carbono-14, uma forma radioativa do elemento. Desta maneira puderam verificar se parte do CO2 injetado estava voltando à superfície ou escoando por algum curso d’água. Nenhum vazamento foi detectado.

“Isso significa que podemos bombear grandes quantidades de CO2 e armazená-lo de maneira bem segura e em um curto período de tempo”, disse o coautor do estudo Martin Stute, do Observatório Terrestre de Lamont-Doherty, da Universidade de Columbia, nos EUA.

“No futuro, podemos imaginar o uso disso em usinas de energia em locais com muito basalto – e há muitos locais assim.”

No CarbFix, o CO2 é dissolvido em água e reações químicas no subsolo asseguram que nada volte à superfície

Ainda há, no entanto, o problema do custo. Capturar CO2 em usinas e outros complexos industriais é caro – sem incentivos, o processo estaria condenado ao prejuízo. Outro ponto a ser considerado é a infraestrutura necessária para bombear gás até o local em questão.

No caso do Projeto Carbfix, há necessidade de um volume significativo de água. Apenas 5% da massa bombeada terra abaixo é CO2.

(Fonte: UOL)

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Níveis de poluição na capital chilena chegaram perto de proibir toda e qualquer atividade
Ar carregado de partículas nocivas à saúde em Santiago do Chile. (Imagem: Rebia)
Ar carregado de partículas nocivas à saúde em Santiago do Chile. (Imagem: Rebia)

Santiago, capital do Chile, um vale rodeado por colinas e pela Cordilheira dos Andes, com sete milhões de habitantes, é uma das cidades com o ar mais poluído do continente sul-americano e, esta semana, foi declarada em pré-emergência devido as condições do ar.

Segundo nível em intensidade de poluição – a partir de 500 microgramas de partículas nocivas por metro cúbico o nível é de emergência -, as 11 estações de monitoramento de Santiago registraram níveis de poluição entre 300 e 499 microgramas, segundo a Intendência Metropolitana.

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Para melhorar a qualidade do ar, a recomendação é limitar as emissões industriais, aumentar o uso de energias renováveis e dar prioridade ao transporte público e às ciclovias

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Estudo desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde revela que cerca de 80% das pessoas que vivem em zonas urbanas respiram um ar contaminado.

“Apesar de todas as regiões do mundo serem afetadas, os habitantes das cidades de baixa renda são os que mais sofrem as consequências”, alerta a OMS.

Segundo o estudo, 98% das cidades com mais de 100 mil habitantes em países de renda baixa ou média não respeitam as diretrizes da OMS sobre a qualidade do ar. Nos países de renda alta, este percentual cai para 56%.

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    Monitoramento divulgado pela SOS Mata Atlântica no Dia da Água revela a necessidade urgente da implantação de sistemas de saneamento nas cidades brasileiras para melhorar a qualidade da água dos rios, córregos e lagos
    Fundação SOS Mata Atlântica monitora a qualidade dos rios em 11 estados brasileiros. (Imagem: SOSMA).
    Fundação SOS Mata Atlântica monitora a qualidade dos rios em 11 estados brasileiros. (Imagem: SOSMA).

    No Dia Mundial da Água não há muito a comemorar. Apesar de todas as manifestações, projetos e boa vontade em tornar os rios, lagoas e lagos mais limpos, a qualidade da água encontrada deixa a desejar.

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      Durante esta semana, o Rio de Janeiro realiza ações de conscientização para lembrar a importância da água para a vida no planeta
      Lixo na Baia de Guanabara compromete a pesca. (Imagem: ABr)
      Lixo na Baia de Guanabara compromete a pesca. (Imagem: ABr)

      A semana da Água começou com ações de conscientização promovidas por movimentos sociais e governo do estado em dois pontos do Rio de Janeiro: a Baía de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas.

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      Pequim, na China, o país do mundo que mais emite gases de efeito estufa, sentiu os efeitos do descaso com o meio ambiente.
      Pequim, na China. (Imagem da internet)
      Pequim, na China: sol só no telão. (Imagem da internet)

      Durante uma longa semana as escolas não funcionaram, os caminhões foram proibidos de circular, metade da frota do governo não saiu da garagem, as indústrias pararam de produzir e as pessoas foram orientadas a ficar em casa.

      A quantidade de partículas PM2,5 foi além das 300 por metro cúbico, 25 vezes mais do que o considerado ideal pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

      Alguma dúvida do que pode acontecer se não cuidarmos do planeta?

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      A poluição do ar não vem só do escapamento dos carros ou das fábricas. O que fazemos e o que consumimos também pode contaminar o ar

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      Você já parou para pensar na qualidade do ar que respira? E a sua participação para que esse ar esteja respirável?

      É cômodo para nós pensarmos que resolver o problema da poluição do ar é obrigação dos governos do mundo todo. Engano. É o ambiente em que vivemos, que está à nossa volta, que nos deixa mais ou menos saudáveis. Então, sim, é também nossa obrigação pensar e agir para mudar essa realidade, principalmente nas cidades.

      Para isso, algumas atitudes e informações são necessárias.

      A poluição não acontece apenas nas ruas, ao ar livre. Ela também está presente dentro de casa ou no local de trabalho, onde a maioria das pessoas passa cerca de 90% do seu tempo.

      É preciso lembrar que a poluição pode causar problemas de saúde e isso não tem tempo para acontecer. Tanto pode ser de um dia para o outro ou os males do ar contaminado só se manifestarem em um ou mais anos. Isso depende do tipo de poluente que está contaminando o ar. Segundo a Organização Mundial da Saúde, em grandes aglomerados urbanos são comuns doenças relacionadas às vias respiratórias causadas pela poluição.

      Pesquisa realizada pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade mostrou que cerca de 17,4 mil pessoas morreram em um ano no estado de São Paulo por conta da má qualidade do ar.

      É preciso entender, ainda, que a poluição do ar não é somente causada por indústrias, fábricas ou automóveis. Vários aparelhos que todos nós usamos no dia a dia contribuem. Um laptop, por exemplo. emite 12 gramas de poluentes por hora ligado, enquanto uma TV de LCD produz 88 gramas. A sua calça jeans jogou 6 kg de gás carbônico na atmosfera para ser produzida, e seus sapatos (um par só!) jogou 11,5 kg.

      É aí que entra a participação do cidadão: reduzindo o consumo, automaticamente a emissão de poluentes estará sendo reduzida.

      Outra medida simples que contribui com uma menor geração de agentes poluentes é trocar o carro pelo transporte coletivo – pelo menos algumas vezes na semana, pela bicicleta ou por caminhadas.

      Plantar árvores e mudas de plantas, as mais diversas possíveis.

      Tenha em mente que uma árvore plantada neutraliza a emissão de poluentes da produção de sete livros. Cinco mudas de árvores absorvem gás carbônico equivalente à produção de três pares de sapatos; e 30 árvores compensam o uso de um laptop ligado direto por dois anos.

      Faça a sua parte. Invista no seu jardim, plante mudas onde for possível. No sítio, no vaso, no jardim. Vamos respirar um ar melhor para todos.