USP

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Pesquisa desenvolvida na USP mostra que ações sustentáveis e educação socioambiental contribuem para melhorar a saúde da população e o meio ambiente.

usp-saocarlos

As ações humanas decorrentes da ocupação urbana desordenada e de processos industriais têm alto potencial de degradação da saúde pública e do meio ambiente. Felizmente é possível alterar esse quadro por meio de ações sustentáveis e da educação socioambiental nos diversos níveis da sociedade.

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“A meta é propor um sistema integrado de indicadores para monitoramento de sustentabilidade em um campus universitário”, diz o professor Tadeu Malheiros.

sustentabilidade

No sentido de estimular a comunidade universitária a integrar ações sustentáveis, a fim de que seus membros tornem-se agentes multiplicadores de práticas de sustentabilidade, levando-as para comunidade externa da universidade, o professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, Tadeu Malheiros, consolidou uma pesquisa com a Universidade de Michigan (UMICH), nos Estados Unidos — considerada uma instituição modelo na área —, visando a formulação de ferramentas de avaliação e monitoramento de cultura de sustentabilidade.

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Programa desenvolvido nos EUA é testado em uma pesquisa de dissertação de mestrado na Faculdade de Saúde Pública de São Paulo
Parque Ibirapuera. (Imagem: divulgação)
Parque Ibirapuera. (Imagem: divulgação)

Um software para medir o valor econômico que a vegetação urbana pode devolver às cidades.

O i-Tree é um software desenvolvido pelo USDA Forest Service, nos Estados Unidos, e uma equipe de colaboradores institucionais, sendo revisado periodicamente. Segundo Fernando Antonio Tolffo, administrador de empresas, “Ele (o software) proporciona o dimensionamento e a valoração de vários serviços ecossistêmicos, ou, para alguns, ambientais, proporcionados pela vegetação arbóreo-arbustiva presente nas cidades”.

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O sistema também pode ser utilizado para avaliar a possibilidade de reuso da água para outros fins
O poluído rio Guaíra, em Curitiba.. (Imagem: M. Scotti)
O poluído rio Guaíra, em Curitiba.. (Imagem: M. Scotti)

Analisar a qualidade das águas de rios urbanos medindo seus níveis de poluição é a proposta da pesquisa desenvolvida no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. No trabalho, foi criado o protótipo de um sensor capaz de medir o quão suja está a água e enviar as informações para as autoridades interessadas.

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Expansão agrícola na região Amazônica altera temperatura da água e coloca em risco fauna de peixes
Uvelídeo, espécie pesquisada que apresentou redução de tamanho. (Imagem: Agência USP)
Uvelídeo, espécie pesquisada que apresentou redução de tamanho. (Imagem: Agência USP)

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo em rios da Amazônia mostrou o impacto das atividades agropecuárias sobre a fauna aquática da região.

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Pesquisa revela que, quando se pensa em criar e manter valores socioambientais, esbarra-se em fatores externos à questão

criciuma

Uma pesquisa realizada com 179 moradores do bairro de Vila Medeiros, na região noroeste da cidade de São Paulo, mostrou que 105 dos entrevistados manifestaram oscilação entre mal-estar e bem-estar, conforme o logradouro pelo qual passam, enquanto 38 pessoas declaram sentir frustração e tristeza com a paisagem encontrada nas ruas da região onde moram. Dentre os pesquisados, 57 eram adultos, 62 jovens que cursavam o ensino médio, e outros 60 jovens cursando o ensino fundamental.

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Implantação de parques lineares é uma forma de construir cidades mais humanas e democráticas

parquelinear

Parques lineares são áreas contínuas ao longo das margens de córregos e rios urbanos, dotados de áreas verdes e com infraestrutura para a prática de esportes, atividades físicas e de lazer.

Implantados pelas administrações municipais, os parques lineares invariavelmente são pensados para prevenir enchentes e manter a água dos rios livre de poluição.

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Objetivo é implantar em todos os campi os princípios da sustentabilidade
Universidade de São Paulo.
Universidade de São Paulo.

A Superintendência de Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo – USP está elaborando, em conjunto com 11 grupos de trabalho envolvendo todos os campi da universidade, políticas ambientais que permitam à instituição caminhar para a sustentabilidade no futuro.

Entre os grupos formados para o estudo das políticas, estão Edificações Sustentáveis, Superintendência de Gestão Ambiental, Educação Ambiental, Uso e Ocupação Urbana e Rural, Energia, Emissão de Gases, Áreas Verdes e Reservas Ecológicas, Gestão de Fauna, Água e Efluentes, Mobilidade, Sustentabilidade na Administração e Resíduos.