WWF-Brasil

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A lista de problemas apontados pelos profissionais é extensa: falta de manuais, listagens, sites e sessões técnicas no ambiente de trabalho, entre outros.

Por Ricardo Russo – Na construção civil brasileira, a madeira tem perdido espaço para diversos outros materiais – alguns até com aspecto “amadeirado”. Parte dessa ausência nos projetos desenvolvidos pelos escritórios de arquitetura está na pouca, ou total, falta de informação disponível para o mercado, conforme aponta a pesquisa “Especificação de Madeira nos Escritórios de Arquitetura”, publicada em 2015 pelo WWF-Brasil e pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea).  

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O Planeta chega ao Dia Mundial do Meio Ambiente em momento crí­tico. É preciso agir e agir agora, para minimizar os impactos da sociedade de hoje sobre as futuras gerações.

Num momento em que a Natureza se apresenta especialmente inquieta, com manifestações causadas ou não pelo Homem – mas que cobram um preço alto em vidas -, tais como furacões furiosos, enchentes devastadoras, deslizamentos letais, invernos glaciais, chegamos ao Dia Mundial do Meio Ambiente chamando não somente à  reflexão, mas, principalmente, à  ação de todos em defesa da vida.

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Para participar, os internautas devem gravar vídeos curtos com as “confissões” e então enviá-los ao site da campanha.

A ideia é que os participantes façam uma auto-reflexão sobre os hábitos do cotidiano que cultivam e se disponham a mudar algum comportamento que afete o planeta de forma negativa.

Para participar, os internautas devem gravar vídeos curtos com as “confissões” e então enviá-los ao site da campanha. Outra opção é postá-los diretamente nas redes sociais com a hashtag #HoraDaConfissão e então desafiar outra pessoa. As melhores gravações serão replicadas nos canais do WWF-Brasil.

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Arquitetura sustentável é aquela que atende as necessidades das pessoas, respeita o planeta e é viável economicamente.
Escola sustentável em Bangladesh. (Imagem: divulgação)
Escola sustentável em Bangladesh. (Imagem: divulgação)

Por Alessandra Barassi – O significado da palavra “sustentabilidade” ainda não está muito claro no inconsciente coletivo. Então, para não complicar muito, aí vai a explicação clássica: sustentabilidade = pessoas, planeta e viabilidade econômica! Ao falarmos de arquitetura sustentável, estamos falando daquela que atende as necessidades das pessoas, respeita o planeta e é viável economicamente.

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Reduzir o desperdício de alimentos pela metade até o ano de 2030 é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável aprovados pelas Nações Unidas em 2015.
1.3 bilhão de toneladas de alimentos é desperdiçado a cada ano em todo o mundo.
1.3 bilhão de toneladas de alimentos é desperdiçado a cada ano em todo o mundo.

#SemDesperdício. Essa é a campanha lançada no Brasil no Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro), pela Embrapa, FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e WWF-Brasil para conscientizar os consumidores sobre o desperdício de alimentos e gerar impacto positivo nos hábitos de consumo alimentar.

A iniciativa, focada em mídias digitais, pretende apresentar aos consumidores as consequências negativas do desperdício de alimentos para o meio ambiente, o orçamento familiar e a segurança alimentar.

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Aprovada na Câmara Federal e prestes a passar pela votação do Senado, a Medida Provisória 735 do governo Temer estabelece um programa de incentivo a usinas termelétricas a carvão.
Usina termoelétrica de Candiota. (Imagem: Agência Brasil).
Usina termoelétrica de Candiota. (Imagem: Agência Brasil).

De acordo com Ricardo Baitelo, coordenador de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, a inserção silenciosa desta emenda teve como objetivo deixar desapercebida uma medida que vai claramente contra os objetivos do país no combate às mudanças climáticas e ao que se comprometeu na ratificação do acordo para o clima. As usinas a carvão são responsáveis por 46% dos gases de efeito estufa emitidos por uso de energia no planeta, mas há uma tendência internacional contrária a este movimento.

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A lei prevê a participação da sociedade civil na tomada de decisões sobre a água

agua

No primeiro semestre de 2016, o Observatório da Governança das Águas, coordenado pelo WWF-Brasil para fiscalizar a gestão dos recursos hídricos de todo o país, vai responder questões a respeito do uso da água em todo o país.

 “Todos os integrantes do Observatório, atualmente 50 entidades, vão investigar a situação atual e real em seu estado. Vamos consolidar todos esses dados no primeiro relatório sobre o tema já realizado no Brasil” explica o analista de conservação do WWF-Brasil, Ângelo Lima. O Objetivo é que todos os estados da federação e o Distrito Federal participem da coleta.

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    O monitoramento da gestão das águas de norte a sul do país vai revelar onde há problemas e como podemos agir para reverter a situação
    Mata Atlântica. (Foto: SOS Mata Atlântica)
    Mata Atlântica. (Foto: SOS Mata Atlântica)

    O Brasil é um país abundante em água doce, mas tem em seu histórico crises de escassez como a do nordeste ou a vivida recentemente em São Paulo. A falta de água põe em risco não só o abastecimento, mas também a produção de alimentos, já que quebra a safra dos produtos. Como fazer para que isso deixe de acontecer? Como melhorar a gestão da água no nosso país?

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    A Pegada Ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que permite avaliar a demanda humana por recursos naturais

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    Agora você já pode calcular o impacto ambiental que as suas atitudes causam no dia a dia.

    Isso por que, durante a quinta edição do Congresso de Educação (CONGREDUC), na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, o WWF Brasil, por meio dos programas Água Brasil e Cerrado Pantanal, lançou a “Pegada Ecologica”, uma calculadora que analisa os hábitos de consumo do cidadão e calcula o impacto gerado por ele no Planeta.

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    Para a ambientalista, um movimento social não pode ficar restrito a escrever manifestos ou gritar frases com exigências
    Marina Silva. (Imagem: Agencia Brasil)
    Marina Silva. (Imagem: Agencia Brasil)

    “O movimento socioambiental está diante de uma mudança de paradigma. Precisamos atualizar nossa abordagem e estratégias fazendo uso inteligente das novas oportunidades que o advento da internet e das redes sociais nos trazem”. A declaração e de Marina Silva, durante sua palestra no 8º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, promovido pelo Grupo Boticário de Proteção à Natureza.