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O WWF-Brasil apresentou o aplicativo “Futuro em suas mãos”, que já está disponível gratuitamente para os sistemas IOS e Android.

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O jogo é ambientado no Cerrado e ensina os usuários maneiras de produção sustentável no segundo maior bioma brasileiro e um dos mais ricos em biodiversidade, por meio de missões que incentivam a adquirir hábitos mais conscientes.

As ações do app são apresentadas por um lobo-guará, espécie símbolo do Cerrado, e mostram algumas previsões sobre o Cerrado, caso a população não cuide dele.

Segundo Cássio Bernardino, analista de conservação do WWF-Brasil, que falou no evento, “o Futuro em suas mãos leva o usuário a pensar nas suas decisões tanto no jogo quanto na vida real, que afetam não só o sucesso da área, mas o futuro do Cerrado e de milhões de vidas ligadas a ele”.

Mais de trinta representantes de organizações da sociedade civil, governo, instituições de pesquisa e academia presentes na reunião puderam baixar o aplicativo e tentar atingir o desafio de manter o equilíbrio, ou seja, garantir rentabilidade de uma área de 500 hectares, sem prejudicar o meio ambiente.

Rafael Poubel, superintendente do Centro de Excelência Cerratenses, elogiou a iniciativa dizendo que “com uma linguagem divertida e simples o game tenta dialogar com um público que está nos celulares e na internet gerando conhecimento sobre as características específicas dessa região e a melhor forma de viver em harmonia com a natureza”.

Além disso, os participantes ressaltaram que o jogo poderá contribuir para que a população tenha mais consciência ambiental ao fazer um paralelo da influência de nossas ações sobre o futuro do planeta.

Para saber mais sobre o jogo, acesse: http://futuroemsuasmaos.wwf.org.br

(Fonte: WWF Brasil).

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Promovido pelo WWF, o principal objetivo da iniciativa é ajudar profissionais que trabalham nesta área a serem mais eficazes na conservação.
(Imagem: MMA)
(Imagem: MMA)

Se você trabalha ou atua no meio acadêmico em atividades ligadas à conservação ambiental e deseja estudar mais para se aprofundar no assunto, a organização WWF já está com as inscrições abertas para a Bolsa Prince Bernhard para a Conservação da Natureza 2017.

Criado em 1991, o programa anual, que foi concebido como uma homenagem ao falecido Príncipe Bernhard dos Países Baixos, fundador do WWF e da The 1001: a Nature Trust (financiador do prêmio) busca pessoas vindas de economias emergentes, que queiram continuar seus estudos ou aprimorar sua formação profissional na área de preservação.

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A exploração da terra para produção de alimentos de forma não sustentável vai reduzir a biodiversidade, diz relatório do WWF. No Brasil, o bioma do cerrado é o que mais preocupa.

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Desde o final da década de 1950, cerca da metade das savanas e das florestas naturais do Cerrado foi convertida em áreas agricultáveis para a agricultura e exploração pecuária. Como esses ecossistemas foram extintos, desapareceu a vida silvestre que eles sustentavam e os serviços ambientais essenciais por eles providos, como água limpa, sequestro de carbono e solos saudáveis.

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“Essa exposição fotográfica vai servir como alerta para que todos entendam a necessidade de cuidar das águas mesmo que aparentemente elas sejam fartas”, diz Abdulaziz.
Pantanal é mostrado em exposição em Londres. (Imagem: WWF)
Pantanal é mostrado em exposição em Londres. (Imagem: WWF)

A relação do homem com a água, as belezas e os problemas ambientais do Pantanal são tema da exposição “Water Stories”, no The Scoop, em More London Riverside, em Londres.

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De olho no futuro, filme oficial da Hora do Planeta, promovida pelo WWF-Brasil, traz idosa que vive em 2090 para 2016, ano em que, ainda criança, participou da edição da campanha.
Divulgação.
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Como estará o mundo em 2090? Comemorando que a temperatura global não aumentou mais do que 1,5ºC. Esta é a mensagem do filme oficial da Hora do Planeta 2016, que acontece no sábado 19 de março, quando milhares de cidades, empresas e pessoas apagam as suas luzes, entre 20h30 e 21h30, em um grande alerta mundial contra as mudanças climáticas promovido globalmente pela Rede WWF e, aqui, no nosso país, pela organização ambientalista WWF-Brasil.

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Como potencializar a mobilização e buscar ações concretas para lutar contra as mudanças climáticas
Divulgação.
Divulgação.

Muito além do apagar das luzes, participar da Hora do Planeta – que em 2016 acontece no sábado 19 de março – pode gerar o engajamento de pessoas, cidades e empresas em ações que façam a diferença na conservação da natureza. Mas como potencializar a mobilização e buscar ações concretas para lutar contra as mudanças climáticas?

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Evento no Rio de Janeiro vai falar de mudanças climáticas para todos os públicos

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O que cada um de nós pode fazer para tornar esse mundo um local melhor para essa e as futuras gerações? Num ano crucial pelo clima, a União Europeia, a Fundação Planetário do Rio de Janeiro e o WWF-Brasil se unem na organização de um evento sobre mudanças climáticas chamado “UE Brasil – Clima: Somos Todos Responsáveis”.

 Durante oito dias, organizações e indivíduos do Brasil e da Europa farão debates e exposições sobre os desafios das mudanças climáticas e as formas de diminuir o nosso impacto no planeta. As atividades estão relacionadas às seguintes áreas: Urbanismo e Mobilidade Urbana; Uso da terra e Agricultura; Segurança e Clima; Energia; Água; Resíduos Sólidos.

 Serão exposições, palestras, oficinas e várias outras atividades, que terão a participação de Vik Muniz, Gilberto Gil, Sonia Bridi, Pedro Paulo Diniz e João Amorim, além de muitas outras personalidades comprometidas com o meio ambiente.

Durante o evento, acontecem exibições de filmes sobre meio ambiente e mudanças climáticas, palestras de especialistas europeus e brasileiros sobre o impacto e as soluções para combater, mitigar e se adaptar às mudanças climáticas, atividades para crianças, incluindo filmes, oficinas de reciclagem, contação de histórias, teatro, entre outras, além de exposições sobre soluções climáticas e instalações de arte sustentável.

A abertura oficial da Semana dedicada ao Clima acontecerá no dia 3 de novembro no Planetário do Rio de Janeiro e contará com o Comissário da União Europeia para o Clima e a Energia, Miguel Arias Cañete, a Ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, o Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, o Presidente Honorário do Planetário do Rio, Celso Cunha, o secretário-geral do WWF-Brasil, Carlos Nomoto, entre outros.

Programação

30/10 – Lançamento das atividades “In Love we Trash”, instalação com o uso de sacolas plásticas realizada pelo coletivo espanhol Basurama, que, de forma criativa, chama a atenção sobre os resíduos produzidos localmente. Local: Planetário.

 31/10 – Projeção do filme Lixo Extraordinário (Waste Land), seguida de debate com Vik Muniz (artista plástico), Karen Haley (diretora do filme) e Tião do Santos (protagonista). Local: cúpula do Planetário.

 2/11 – Desfile de roupas e acessórios feitos com produtos de reciclagem pelo estilista Joel Souza, que promoverá oficinas durante todos os dias anteriores. Local: Planetário.

 3/11 – Falas inspiracionais de Pedro Paulo Diniz (empreendedor ambiental); Sonia Bridi (jornalista da Globo, especializada em Meio Ambiente); Tião dos Santos (protagonista do filme Lixo Extraordinário), Ernst Gotsch (pesquisador e agricultor orgânico) e João Amorim (diretor de cinema e TV), entre outros. Local: Planetário.

 4-5/11 – Palestras de especialistas europeus e brasileiros sobre o impacto e as soluções para combater, mitigar e se adaptar às mudanças climáticas. Local: Planetário.

 5/11 – Debate Clima e Cultura: A Função das Artes e dos Artistas ao Inspirar uma Verdadeira Mudança Positiva, com a participação dos artistas brasileiros Bené Fonteles e Xico Chaves, além do coletivo espanhol Basurama. Local: Livraria Travessa – unidade Botafogo.

Além das atividades e as exposições abertas ao público, o evento contará ainda com conferências técnicas, exclusivas para especialistas da área.

(programação completa em www.semanadoclima.org.br)

Serviço:
UE Brasil – Clima: Somos Todos Responsáveis
Planetário do Rio de Janeiro, Rua Vice-Governador Rúbens Berardo, 100 – Gávea, Rio de Janeiro,
Telefone: +55 21 2274.0046
De 30 de outubro a 6 de novembro
Horário: 10h às 17h

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Quase um terço de todos os locais pertencentes à lista de Patrimônio Mundial Natural está ameaçado
Cratera aberta na terra para a extração de minérios. (Imagem: arquivo)
Cratera aberta na terra para a extração de minérios. (Imagem: arquivo)

A exploração de petróleo, gás e mineração já comprometeram cerca de um terço do patrimônio mundial natural do Planeta. A informação foi divulgada no novo relatório “Protegendo um Excepcional Valor Natural”, produzido pelo WWF, Aviva Investors and Investec Asset Management.

Patrimônios Mundiais Naturais (ou World Heritage Site, em inglês) são lugares de enorme valor natural, como o Grand Canyon, a Grande Barreira de Corais e a Reserva Selous Game, na Tanzânia.

O que caracteriza esses patrimônios são o enorme valor natural, como paisagens singulares e alguns dos animais mais raros da Terra, como gorilas da montanha, elefantes africanos, leopardos da neve, baleias e tartarugas marinhas.

Segundo o relatório, a pressão sobre essas áreas é enorme.

As ameaças estão relacionadas às operações em atividade ou à entrada de empresas para concessão de exploração de minérios, petróleo ou gás, e podem causar danos irreparáveis aos locais à biodiversidade, além de prejudicar as comunidades que tiram dali sua subsistência. No mundo todo, a maior ameaça está na África, onde o risco atinge 61% desses locais.

No relatório, os investidores estão sendo alertados dos riscos que correm ao apoiarem essas empresas – tanto riscos financeiros quanto de reputação. Em resumo, neste caso, há muito risco envolvido para um retorno que não é o suficiente.

Soluções

No relatório, o WWF convida investidores do mercado a buscarem informações antes de aplicarem recursos em empresas que comprometem o patrimônio natural com suas atividades e até mesmo a cancelar possíveis investimentos.

Ainda segundo o documento, o desenvolvimento alternativo e sustentável dos Patrimônios Naturais Mundiais é uma proposta muito melhor para resguardar tanto o futuro dos recursos naturais quanto o das comunidades locais, nacionais e globais.

Com dados baseados em indices como o crescimento da procura da população por lugares naturais, como por exemplo 93% dos Patrimônios Mundiais Naturais promovem o turismo e a recreação; 91% deles geram empregos e 84% deles contribuem para a educação, a entidade quer que os investidores repensem a aplicação de seus recursos em empresas que comprometem o patrimônio natural.

De acordo com o diretor-executivo do WWF do Reino Unido, David Nussbaum: “nós estamos indo aos confins da Terra em busca de mais recursos – incluindo minérios, petróleo e gás, que estão cada vez mais caros e difíceis de serem extraídos. Com isso, alguns dos lugares mais preciosos do mundo estão ameaçados por atividades industriais destrutivas que põem em perigo os valores pelos quais eles foram agraciados com o maior nível de reconhecimento do planeta”, comenta.

 “Proteger esses locais únicos não é somente importante do ponto de vista ambiental, é crucial para o sustento e o futuro da população que depende deles. Os investidores têm uma oportunidade única assim como uma responsabilidade de administrar seu capital e desenhar nosso futuro”, completa Nussbaum.

(Com informações do WWF)

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Mudanças climáticas estão alterando o habitat de espécies marinhas e colocando em risco sua sobrevivência
Pesca do atum e mudanças climáticas colocam em risco a espécie. (Imagem: AP)
Pesca do atum e mudanças climáticas colocam em risco a espécie. (Imagem: AP)

Estudo desenvolvido pelo World Wildlife Fund e a Zoological Society of London, divulgado esta semana, mostra que a população de mamíferos, pássaros, peixes e répteis marinhos caiu quase pela metade (49%) desde 1970.

Algumas espécies, como o atum e a cavala, apreciados na culinária, estão ficando ainda mais escassas. Segundo as entidades, a queda na população dessas espécies foi de 74%.